14 dezembro 2021

O sol da Consciência - Por: Emerson Monteiro


Sejam elas quais sejam, luzes ou substâncias, o que lhes dá claridade é a força viva da humana consciência. Sem qualquer distinção, tais expostas à luz do Sol, nós as iluminamos ao contemplá-las. Pouso das naves dessa percepção, sobrevoamos tudo em volta e divisamos a presença da nossa própria história naquilo em que fixamos a visão. Este sol, pois, somos nós mesmos, o que dá qualidade às coisas, pessoas e lugares, numa velocidade equivalente à velocidade da luz. Assim que notamos o mundo, dele fazemos objeto da nossa compreensão em movimento. Mágicos e videntes, tangemos as bordas dessas existências ao instante atual e alternamos a oportunidade que lhes oferecemos de preencher o espaço da nossa identificação, recriando mundos e universos instantaneamente, no fluir das intenções.

Criadores do espaço, no decorrer do tempo escrevemos a história à medida que nela projetamos esse poder infinito de identificar e produzir as cenas da realidade que nasce de dentro das pessoas e ganha essência na proporção em que essa consciência se faz ação efetiva, a lhes oferecer existências, no correr dos gestos de quem age e denomina. Em tese, sem que existíssemos jamais haveria existências.

Esse dom de produzir universos durante as horas equivale ao que denominamos poder, razão maior de ultrapassar as limitações físicas e desvendar o mistério das individualidades. Interpretar o significado e a motivação de vir aqui e tocar adiante o princípio da vida, causa primeira de tudo quanto há. Espécie de labirinto em formação, percorremos todas as estações da natureza através de nossa consciência criadora.

Contudo essa tal compreensão necessita da mesma condição de a gente denominar também esta significação no interior, dentro de que fazemos parte, a preencher de percepção o que vemos e sentimos na alma, existências vivas nesse espaço interior que somos nós desde sempre, até que iluminemos a nós próprios, motivo de todas as existências em nós.

Sejam elas quais sejam, luzes ou substâncias, o que lhes dá claridade é a força viva da humana consciência. Sem qualquer distinção, tais expostas à luz do Sol, nós as iluminamos ao contemplá-las. Pouso das naves dessa percepção, sobrevoamos tudo em volta e divisamos a presença da nossa própria história naquilo em que fixamos a visão. Este sol, pois, somos nós mesmos, o que dá qualidade às coisas, pessoas e lugares, numa velocidade equivalente à velocidade da luz. Assim que notamos o mundo, dele fazemos objeto da nossa compreensão em movimento. Mágicos e videntes, tangemos as bordas dessas existências ao instante atual e alternamos a oportunidade que lhes oferecemos de preencher o espaço da nossa identificação, recriando mundos e universos instantaneamente, no fluir das intenções.

Criadores do espaço, no decorrer do tempo escrevemos a história à medida que nela projetamos esse poder infinito de identificar e produzir as cenas da realidade que nasce de dentro das pessoas e ganha essência na proporção em que essa consciência se faz ação efetiva, a lhes oferecer existências, no correr dos gestos de quem age e denomina. Em tese, sem que existíssemos jamais haveria existências.

Esse dom de produzir universos durante as horas equivale ao que denominamos poder, razão maior de ultrapassar as limitações físicas e desvendar o mistério das individualidades. Interpretar o significado e a motivação de vir aqui e tocar adiante o princípio da vida, causa primeira de tudo quanto há. Espécie de labirinto em formação, percorremos todas as estações da natureza através de nossa consciência criadora.

Contudo essa tal compreensão necessita da mesma condição de a gente denominar também esta significação no interior, dentro de que fazemos parte, a preencher de percepção o que vemos e sentimos na alma, existências vivas nesse espaço interior que somos nós desde sempre, até que iluminemos a nós próprios, motivo de todas as existências em nós.