30 novembro 2021

O senhor da inexistência - Por: Emerson Monteiro


A quem perguntar, quando não existiriam respostas? Modificar o inexistente através dos sonhos nos sonhos, eis o dever dos senhores dessa inexistência. Quando tudo se desfaz no tempo, hordas de guerreiros que invadiram o campo de batalha das horas que fogem conciliam a paz no coração de todas as pessoas. Nuvens, assim, de luz haverão de tomar conta da paisagem do Infinito e, às primeiras levas de santos presentes no agora, adentrarão o Céu feito quem nunca de lá saíra. Pobres mortais que compuseram a sinfonia do passado, apenas restos de imaginação, dominavam o panorama a todo custo de dizer. Visto desse modo, bem outro reviverá o quando aqui vieram ver. Mera imaginação de um Senhor maior, que rege os acontecimentos sem a necessidade que jamais pudesse usar de transformar aquilo que fora pouco atrás. Deus tal qual taumaturgo de seu próprio arbítrio, longe da importância de transformar o que quer que fosse dos acontecidos.

Daí, rever o futuro, conquanto em formação, significa, pois, a revisão das marcas deixadas lá no trilho do tempo. Reviver o que nem sempre por certo pudesse ter ocorrido fora dos padrões dessa infinitude, certeza plena, com isso, na plenitude daquEle que rege o Universo.

Contassem a história de forma inversa, já encontrariam a perfeição que predomina em forma de condição absoluta das maravilhas do quanto existe ou existirá aonde quer que venha a ser, porquanto o Poder tudo pode, longe das outras interrogações. Luzes que clareiam a si de forma constante, olhos que veem os próprios olhos, visão de eterna visão, sinais da inevitabilidade perene de toda matemática dos seres eternos.

O passado, que sustenta a pureza original durante as eras; firmeza do Amor na forma de grandeza; revelação da Consciência nas consciências em nascimento; a soberania deste Ser que prevalece e sustém mistérios, fenômenos e as luas acesas no alto do firmamento.