11 fevereiro 2021

Dimensões - Por: Emerson Monteiro


A condição das pessoas de viver entre o antes e o depois significa divisão no tempo sem senti-lo nos próprios pés, tal fossemos estações de rádio fora da sintonia exata. Bem isso, a intenção da Natureza de nos trazer aqui e oferecer os meios de encontrar o hic et nunc (o exato lugar no exato instante); invés de se dividir a favor de um dos lados, uni-los. Isto também na rota da procura de Si mesmo, no esforço de nos unir conosco, poder sobre-humano de identificação das duas forças que trazemos: o ego material e o Eu espiritual, este a porta de acesso à nova dimensão: - Meu reino não é deste mundo – afirmava Jesus.

Enquanto que as ações de quantos ficam presas só ao chão, um ser interno dentro da gente aspira sentido real de tudo quanto há. Face às tentações da matéria, muitos prendem laços nas argolas dos dias e dias, e somem como que por encanto na cachoeira do que virá. Nem sei o motivo claro, a não ser de fixar interesses aos chamamentos imediatos, esquecidos das perspectivas da disciplina e dos mistérios que os somos. Presa, pois, de armadilhas equipadas de iscas quase irresistíveis, a horda vende almas nos mercados da ilusão. 

Tratar tema desta envergadura diante das palavras exige o mínimo de compreensão de quem diz e de quem escuta. Entretanto a ausência de respostas plausíveis, coerentes, ainda vaga feito quimeras assustadoras. Os desencantos do chão fazem disso as provas. São vidas e vidas, gerações e civilizações que passam, nos dramas da História. Ninguém que foi restou além de lembranças, obras criativas, e dos ensinos que deixaram. Grandes nomes de feitos magistrais. Igualmente, apenas isto, registros de memória e desejos largados nas estradas, vidas a fora. 

Futuro bom é hoje, esta hora, a todo instante, ocasião de revelar por que viemos, e transformar rotinas de sacrifício em missão evolutiva, até cruzar a fronteira dos destinos, nessa viagem de achar a resposta e despertar o nosso o ser definitivo no coração, morada dos sentimentos verdadeiros.


Séria ameça ao Brasil: venda de terras para estrangeiros – por Hélio Brambilla


   No final do ano legislativo o Senado desengavetou um projeto que “dormia nas gavetas” havia mais de um ano. Trata-se do PL 2963/19, apresentado pelo Senador Irajá Abreu, o qual foi aprovado em apenas 44 minutos na noite do dia 15/12/2020! O projeto torna realidade a venda ou o arrendamento de propriedades rurais a empresas estrangeiras. O texto seguirá para a Câmara e, caso não sofra alteração e seja aprovado, seguirá para sanção presidencial. Segundo notícia de O Estado de São Paulo (17/12/20), a medida dispensa autorização ou licença para aquisição de qualquer modalidade de posse por estrangeiros. (…) O texto determina que a soma das áreas não poderá passar de 25% da superfície dos municípios. 

    O leitor concorda que 2.136.857 km² de nosso território de 8.547.403 km² sejam vendidos para estrangeiros? Sabe que essa área é maior que os territórios da Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Áustria juntos? Tem alguma dúvida de que a grande interessada em comprar o Brasil é a China? Deseja ver seus filhos e netos nascendo sob o regime comunista? O projeto constitui uma aberração política, pois o mais provável comprador dessas terras será a China comunista, que além de estabelecer inadmissíveis enclaves no Brasil, cultivaria essas imensas áreas para perpetuar a escravidão do seu sofrido povo. Se este não tiver o que comer, o regime vem abaixo. 

    A Europa está de joelhos, com uma população envelhecida e entulhada de muçulmanos, graças à permissividade do Papa Francisco e dos governos das nações que a compõem. As medidas econômicas suicidas tomadas por elas para enfrentar a pandemia arruinaram suas economias e não impediram a ceifa de milhares de vidas. Enquanto os países muçulmanos superpovoam a Europa, a China a locupleta com dinheiro, visando alcançar o mais rapidamente possível a sua hegemonia mundial. 

    Felizmente o governo brasileiro está na contramão dessa política suicida. Na véspera do Natal, o atual Presidente da República voltou a condenar o malfadado projeto de venda de terras a estrangeiros. Se estes comprarem 25% das áreas limítrofes de três grandes municípios, possuirão um território maior do que muitos Estados da Federação e até mesmo do que diversos países.