28 dezembro 2021

Registros históricos - Por: Emerson Monteiro


Hoje à tarde, em conversa com Gabriel, meu neto, vim a conhecer esta história da Segunda Grande Guerra, página dolorosa da Humanidade, episódio que fui pesquisar e aprofundar, que trata do seguinte acontecimento:

Sabe-se na história que o efetivo brasileiro entrou na luta junto das tropas aliadas no dia 02 de julho de 1944, incorporadas ao 5º. Exército dos Estados Unidos, data em que embarcaram 25 mil dos nossos soltados com destino à frente da Itália. No fragor da batalha, a FEB – Força Expedicionária Brasileira, cumpriria das mais cruentas missões, dentre essas a tomada de Montese, Fornovo e Monte Castelo.

Diante da tomada de Montese foi que ocorreu a história que quero aqui contar, isto quando três soldados brasileiros, em patrulha no campo daquela região, deram de cara com nada menos uma companhia inteira do Exército alemão, algo em torno de 100 homens, e não aceitaram a rendição, partindo para o confronto direto, sem outra alternativa que fosse existir, encararam com denodo a contingencia. Era o dia 14 de abril de 1945. Assim, eles resolveram defrontar o inimigo, pelejando até o derradeiro cartucho de munição, sendo em consequência eliminados pelos soltados alemães.

A coragem dos brasileiros, no entanto, impressionou sobremaneira até o comandante germânico, que ao enterrá-los apôs sobre a cova uma placa com os dizeres Drei Brasilianische Helden, Três Heróis Brasileiros.

Eram seus nomes: Geraldo Baêta da Cruz, de 28 anos, vindo de Entre Rios de Minas, Geraldo Rodrigues de Souza, 26 anos, natural de Rio Preto na Zona da Mata, e Arlindo Lúcio da Silva, de 25 anos, proveniente de São João del Rey.

Eis uma das tantas páginas que honram a nossa Pátria e demonstram o brio de nossa gente altiva e trabalhadora, de que jamais devemos nos esquecer.

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