20 maio 2021

A vontade que as palavras têm - Por: Emerson Monteiro


Nem de longe a força do querer, só a força do querer, possuiria o condão de poder que as palavras têm do que a dizer, que elas falam bem antes do desejo das pessoas que as usam, em toda e qualquer conjuntura. Fazem e acontecem à medida dos seus mesmos instintos naturais de que são dotadas, as palavras. É tanto que são elas que colecionam seus significados. Dizem por si o que bem assim pretendem, e contam conosco, os seus fieis servidores, no jogo de armação dos significados definitivos neste chão das memórias. Tais meros instrumentos das palavras, agimos ao sabor da sorte que elas nos impõem a todo o momento. Vêm os gestos dos sentimentos, e tocam no teclado das palavras a crescer junto daqueles que as intentam, nas respostas aos diálogos entre os personagens de que somos nós. Chegam quase ao mesmo tempo dos impulsos, por vezes devastadores, destrutivos, ferindo populações inteiras na face do Planeta.

Com isso, as palavras dominam o território dos humanos, criando destarte razões antes inexistentes de determinar situações incontáveis, improváveis. Estava tudo tão calmo, quando, então, palavras foram pronunciadas pelos regentes, nas turmas de combate, e o resultado ficou sendo aquele das farras de agressões vãs. Porquanto determinam os disfarces das peças, no tabuleiro, com real antecedência, concatenando respostas que a vida naturalmente produz, espécies de parábolas, de profecias, contos, lendas, vindas de outras dimensões, lá distantes daquilo previsto no senso comum das criaturas.

Chegam nas asas do destino e pousam céleres ao meio da praça, alertas das condições de vida, nestes mundos imprevistos. Animais esquisitos, pois, de planos além dos nossos, circunscrevem lagos e florestas, desertos e superfícies geladas; ferem a ferro e fogo o sentimento dos mortais, no que desaparecem através do caldeirão, no desconhecido, tal quais aqui vieram. Palavras, instrumentos dos infernos ou dos céus, a depender unicamente do ouvido que as recebam, no fluir das plenitudes. Palavras...m de longe a força do querer, só a força do querer, possuiria o condão de poder que as palavras têm do que a dizer, que elas falam bem antes do desejo das criaturas que as usam, em toda e qualquer conjuntura. Fazem e acontecem à medida dos seus mesmos instintos naturais de que são dotadas, as palavras. É tanto que são elas que colecionam seus significados. Dizem por si o que bem assim pretendem, e contam conosco, os seus fieis servidores, no jogo de armação dos significados definitivos neste chão das memórias. Tais meros instrumentos das palavras, agimos ao sabor da sorte que elas nos impõem a todo o momento. Vêm os gestos dos sentimentos, e tocam no teclado das palavras a crescer junto daqueles que as intentam, nas respostas aos diálogos entre os personagens de que somos nós. Chegam quase ao mesmo tempo dos impulsos, por vezes devastadores, destrutivos, ferindo populações inteiras na face do Planeta.

Com isso, as palavras dominam o território dos humanos, criando destarte razões antes inexistentes de determinar situações incontáveis, improváveis. Estava tudo tão calmo, quando, então, palavras foram pronunciadas pelos regentes, nas turmas de combate, e o resultado ficou sendo aquele das farras de agressões vãs. Porquanto determinam os disfarces das peças, no tabuleiro, com real antecedência, concatenando respostas que a vida naturalmente produz, espécies de parábolas, de profecias, contos, lendas, vindas de outras dimensões, lá distantes daquilo previsto no senso comum das criaturas.

Chegam nas asas do destino e pousam céleres ao meio da praça, alertas das condições de vida, nestes mundos imprevistos. Animais esquisitos, pois, de planos além dos nossos, circunscrevem lagos e florestas, desertos e superfícies geladas; ferem a ferro e fogo o sentimento dos mortais, no que desaparecem no caldeirão do desconhecido, tal quais aqui vieram. Palavras, instrumentos dos infernos ou dos céus, a depender unicamente do ouvido que as recebam, no fluir das plenitudes. Palavras...

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