15 fevereiro 2021

Mesmo no exílio, a Princesa Isabel acompanhava tudo relacionado aos brasileiros

   Forçosamente exilada na França desde a quartelada republicana de 15 de novembro de 1889, a Princesa Dona Isabel, àquela altura Chefe da Casa Imperial e Imperatriz “de jure” do Brasil, tomou conhecimento de que o Doutor Ricardo Gumbleton Daunt não queria aceitar a cadeira de Deputado que lhe coubera nas eleições, pois era visceralmente monarquista e não queria, portanto, ocupar posto algum de saliência no Brasil sob a forma de governo republicana.

      Contrária àquele procedimento, a Redentora disse à irmã do eleito:
Diga ao seu irmão que ele deve aceitar a cadeira de Deputado e propugnar pela grandeza moral, econômica e intelectual de nossa Pátria. Não aceitando, ele estará procedendo de maneira contrária aos interesses da coletividade. De homens como ele é que o Brasil precisa para ascender mais, para fortalecer-se mais. Faça-lhe, pois, sentir que reprovo sua recusa.

Fonte: Livro “Revivendo o Brasil-Império” de Leopoldo Bibiano Xavier.

               A Princesa Dona Isabel de Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, 

durante o seu exílio forçado na França.



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