30 junho 2020

Pensaram até em depredar a estátua da Princesa Isabel

Sobre esse projeto terrorista – amplamente divulgado pelas redes sociais na cidade do Rio de Janeiro – assim se manifestou, oficialmente, Sua Alteza, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança. Leia abaixo.


MENSAGEM DO CHEFE DA CASA IMPERIAL AOS MONARQUISTAS

   Meus muito caros monarquistas,
   Foi com profunda consternação que recebi a notícia de que, por meio das redes sociais, grupos de esquerdistas extremados vinham incentivando e planejando a depredação da estátua de minha veneranda Bisavó, a Princesa Isabel, localizada na Avenida que traz seu glorioso nome, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

   Valho-me, pois, destas linhas para agradecer aos beneméritos monarquistas que prontamente se mobilizaram para proteger o legado e render homenagens à nossa ancestral, cobrindo sua estátua com camélias brancas – flor-símbolo do Abolicionismo, movimento pelo qual a bondosa Princesa tanto se empenhou, chegando mesmo a sacrificar seu Trono para que o 13 de Maio se tornasse possível.

   Agradeço também à valorosa Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – instituição histórica e intrinsecamente ligada à Família Imperial, e pela qual os meus e eu nutrimos profunda admiração e respeito. O reforço na segurança da estátua naturalmente coibiu a ação dos marginais, que, tenho certeza, seriam punidos com todo o rigor da lei.

   O Brasil hoje assiste ao embate entre velhas forças demolidoras e uma ampla floração de boas tendências, entusiasmos e dedicações, que clama por seu País de volta. Nesse embate, cabe aos monarquistas a primeira linha, mesmo porque temos o melhor contributo a dar: a plena vigência em nossa Pátria, na esfera social como na política, dos princípios que decorrem do Decálogo.

   Nesse sentido, o exemplo da Princesa Isabel, cognominada a Redentora do elemento servil, e que por três vezes foi Regente do Império, mostrando ser, na condução dos destinos públicos da Nação, o modelo ideal de Soberana católica, continua inspirando a nós, seus descendentes, no cumprimento da missão perene que a Divina Providência confiou à nossa estirpe: servir ao Brasil.

   Que para tal propósito Nossa Senhora da Conceição Aparecida nos abençoe e nos preste Seu auxílio.
São Paulo, 29 de junho de 2020
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil



Um comentário:

  1. Uma parcela da esquerda brasileira (apropriadamente conhecida como “troglodita”) defende ações terroristas. Inconformada com a reação conservadora que predomina, no momento atual, na sociedade brasileira, essa facção é capaz de qualquer ação destrutiva. Ninguém se engane. Logo, logo, essas ações insanas chegarão ao Cariri. E nossos monumentos públicos poderão ser alvo de atentados. Serão frutos da pregação marxista da “luta de classes”.

    Luta de classes, ou lutas de classes, no plural, refere-se a um fenômeno social de tensão ou antagonismo que existe da parte dessas facções radicais, que combatem o que eles chamam de “modo de produção capitalista”, tão difundidas nas universidades públicas, sustentadas com os impostos da sociedade. A visão de que a luta de classes fornece a alavanca para mudanças sociais radicais para a maioria, é fundamental para a propagação das ideologias de Karl Marx e do anarquista Mikhail Bakunin.

    “O tempora! O mores” (“Oh tempos! Oh costumes!”) bradou Cícero em um discurso no Senado de Roma, (transcrito nas célebres Catilinárias), protestando contra os vícios e a corrupção daquele seu tempo. Imagine se ele vivesse nos dias atuais.

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