21 abril 2019

As leis do coração - Por: Emerson Monteiro



São determinações definitivas. Nem adianta querer delas fugir, porquanto de novo haverá só encontros inesperados com a alma lá no seio vivo da Natureza, força que persiste nas águas da imensidão, que tem disso valores que conduzem permanentemente todos os acontecimentos qual fiel da balança da sorte nas forças equilibradas, poderosas, independentes da vontade pessoal dos indivíduos. Normas do destino, equivalem ao curso original de tudo quanto percorre as veias do Destino, semelhantes à Lei da Gravidade, às leis de Newton, ao ritmo do Tempo, às pulsações do coração. Achamo-nos a elas submetidos sem jeito de rever o percurso dos ventos e das cores, porquanto também somos partes dos mesmos elementos, feitos dentro das concepções do Universo inteiro.

Ainda que seja assim, humanos insistem tantas vezes na procura de modificar o que desse modo acontecerá, querendo outros trilhos e nisso mudar a tendência de chegar através da vontade superior, agricultores dos campos do impossível. Quisessem agir de acordo com tais referências da ordem e existiriam bem mais chances de acertar nas roletas da felicidade. Trabalhariam sob as condições favoráveis que regem e dominam.

No entanto, elas já repousam dentro de si, guardadas a sete chaves, na certeza dos argumentos que irão prevalecer ao término das estações durante as eternidades que vagam livres Face aos poderes dessas leis, o êxito vem de prevalecer no trecho final das cenas. Elas, que têm guardadas no íntimo as possiblidades do inevitável.

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A fim de resumir pensamentos, aqui vale dizer o quanto representam os sentimentos que invés de contradizer as leis do coração podem constituir os meios de renovar as esperanças e aceitar o senso de viver em paz; eis o sentido de aceitar as chances de constituir a Salvação, o que, aliás, está nas nossas próprias mãos, amar e ser amados.

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