09 março 2018

Coisas da “Ré Pública”: Uma geração perdida – por Paulo Roberto Gotaç (*)

Pesquisa do Banco Mundial (Bird) recentemente divulgada mostra que mais de metade da juventude brasileira, cerca de 25 milhões de seres humanos, está excluída do fluxo econômico do País, em decorrência, entre outros fatores, de uma educação falha, perversa, na medida em que nega o acesso de qualidade a grande parte da população, e desconectada da realidade nacional. Nada mudará, no entanto, enquanto tal fundamento, necessário, porém não suficiente, ao desenvolvimento, continuar a ser usado pelos políticos como bandeira na busca de votos e negligenciado depois das eleições.

(*) Paulo Roberto Gotaç – E-mail: pgotac@gmail.com – 



Comentários
Jair Gomes Coelho disse:
Ao contrário do Brasil, os países desenvolvidos (como as monarquias europeias, e outros países que vivem sob a égide de princípios monárquicos: Canadá, Austrália, Nova Zelândia...) sempre viram a educação como uma ferramenta imprescindível para o seu desenvolvimento. Já aqui o que se vê é muita conversa pra boi dormir quanto ao futuro da educação, este e todos os governos anteriores não trataram o problema como deveria ser. E, assim, mais da metade dos jovens ou não concluiu ou nem sequer cursou o ensino fundamental e, em consequência, a taxa de desemprego, cuja média nacional é de 8%, já atingiu 20% entre os jovens. O cenário educacional no País não condiz com o gigantismo da sua estrutura nem com as dotações orçamentárias do Ministério da Educação. Nessa área fundamental, as coisas andam a passo de cágado sedado ou de caranguejo mutilado... 

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