07 novembro 2014

Produção Industrial no Ceará cresce acima da média do Nordeste

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O ritmo da produção industrial do Ceará segue lento e acumula perdas de 1,1% entre janeiro e setembro. No entanto, na comparação de setembro com o mesmo mês do ano passado, a expansão é de 1,2%, acima do resultado do Nordeste (1,1%). Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) aponta ainda que em relação ao mês imediatamente anterior, a redução foi de 0,4%.

O menor dinamismo, de acordo com o IBGE, foi influenciado por fatores relacionados à redução na fabricação de bens de capital (em especial aqueles voltados para equipamentos de transportes – caminhão-trator para reboques e semirreboques, caminhões e veículos para transporte de mercadorias), bens intermediários (autopeças, produtos têxteis, produtos siderúrgicos, produtos de metal, petroquímicos básicos, resinas termoplásticas e defensivos agrícolas) e bens de consumo duráveis (automóveis, eletrodomésticos da “linha branca”, motocicletas e móveis).

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial nacional mostrou redução de 2,1% em setembro de 2014, com sete dos quinze locais pesquisados acompanhando o movimento de queda na produção.

Os recuos mais intensos foram no Rio de Janeiro (-7,8%), Paraná (-6,9%), São Paulo (-6,9%), Bahia (-5,3%) e Amazonas (-4,1%), pressionados, em grande parte, pela redução na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis, e caminhões) nos dois primeiros locais.

Por outro lado, Espírito Santo (17,3%) assinalou o maior avanço, impulsionado, em grande parte, pelo setor extrativo (minérios de ferro pelotizado e óleos brutos de petróleo). Os demais resultados positivos foram observados em Goiás (6,5%), Pará (5,7%), Pernambuco (5,1%), Santa Catarina (2,3%), Rio Grande do Sul (1,3%), Ceará (1,2%) e Região Nordeste (1,1%).

O povo

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