31 julho 2014

Um clássico dos nossos dias - Por: Emerson Monteiro


Aprendi do tempo que nunca se perca a chance de ser sincero, sobretudo quando isto vier do senso da justiça e lhe permita a satisfação de cumprir com o dever. Por tal motivo, quero falar um pouco desse clássico dos nossos dias, Dimas Macedo, nascido em Lavras da Mangabeira, jurista, poeta, historiador e ensaísta das letras cearenses. Ao modo desses costumes imediatos a que nos sujeitamos, na velocidade contemporânea, resenharei nalgumas poucas palavras o perfil de pessoa impar, devoto das artes e letras, respeitado nos rincões acadêmicos das nações do mundo ocidental.


Vida intensa, magnânimo naquilo que exerce na vida pública, se destaca no âmbito profissional das hostes jurídicas do Ceará, além de produzir poemas inspirados e definitivos, de subscrever vasta obra crítica, destaque no afã de testemunhar a escritura nacional e internacional com maestria dos clássicos.


Dimas conta na sua bagagem com os livros de poemas: A Distância de Todas as Coisas, Lavoura Úmida, Estrela de Pedra, Liturgia do Caos, Vozes do Silêncio, Sintaxe do Desejo, O Rumor e a Concha e Guadalupe. E livros de crítica literária ou ensaios: Leitura e Conjuntura, A Metáfora do Sol, Ossos do Ofício, Crítica Imperfeita, Crítica Dispersa, Ensaios e Perfis, A Letra e o Discurso, Crítica e Literatura, A Brisa do Salgado e.
 Afonso Banhos: Ensaios de Filosofia

Sua participação em publicações inúmeras, associações, movimentos culturais, missões e conferências pelo mundo; poemas e textos traduzidos em vários idiomas, com divulgação em órgãos de conceito nos tantos países que frequenta com naturalidade; exercício da cátedra nos campos da Literatura, do Direito e da Filosofia; fazem desse autor personalidade exponencial da cultura brasileira, gigante da sapiência de nossa gente durante história de êxito por muitos bem respeitada e aceita.

Nisso, me valho dos ditames da consciência da verdade quando ora dedico estas palavras no intuito de enfatizar a inestimável presença do professor Dimas Macedo, culto defensor da melhor produção dos pensadores desta época, prazer  de quem aprecia buscar a calma do dever cumprido qual razão de apaziguar o espírito de meu próprio tempo.

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