02 março 2014

OS INDISPOSTOS INTRIGANTES - Por: Pedro Esmeraldo


Relatamos aqui as atividades do pequeno distrito de Dom Malan, localizado no Sertão Cearense. É o ponto de encontro de seus habitantes, principalmente da zona rural. Constitui-se uma população ativa, acomodada com a prática de mexerico permanente e na sequência da instabilidade emocional. Não há proporção para o crescimento estável, permanece sempre na pobreza eterna. Aglomera-se no fim de semana o pessoal da zona rural que por lá vai espairecer-se da canseira semanal, a fim de tomar suas cervejas para depois cair na embriaguez desordenada.

Certamente, excedem-se e causam a prática da violência e como é de praxe, a polícia leva para o xilindró, que é o castigo de todos aqueles onde, há muita agitação, com excesso de valentia. Por lá, há pequenas mercearias que servem de abastecimento da população.

Também há deles que se metem na política sem nenhuma condição de prática política e não conseguem de maneira alguma se firmar no trabalho em defesa do povo. Ficam atrelados a mimosidade, permanecendo ás turras que desencadeiam malquerença no seio da população. Sua política é má comportada, conduz grande quantidade de mexeriqueiro e favorece a discórdia entre eles. Atinge a falta de coragem e a falta de disciplina ética. Facilmente se tornam corruptos, cliente listas e a compra de votos que conduz ao comprometimento da população. Tudo isso deixa a população aparvalhada, sem rumo e sem a coragem de trabalhar. Não conseguem seguir um caminho firme porque são os responsáveis pela política, são também acomodados como eles.

Agora, narramos o comportamento de dois políticos que tomam conta da região, mas nada fizeram pelo bem da sociedade local: Um deles ingressou em política em 1972 como vereador. Daí pra cá nada fez a não ser brigar, praticar violência verbal e as corrupções ativas e colocar o povo em maus costumes, usando o método de pedir votos. Chamam-se Chico Darcilene S. Pinto: é baixinho, rechonchudo, metido a valente, intrigante e criador de problemas. Para se ter uma ideia, se quiser saber quem é ele basta folhear as páginas da história do poder legislativo e encontrará um homem cheio de peripécias, é tão corrupto que chega ao ponto de doar terreno a pessoas pobres, de baixa renda para, no período da eleição, cobrar seu voto a pessoa doada; com o seguinte dizer: você tem a obrigações de votar em mim por que lhe doei terreno.

É articulista perigoso, pratica o acordo com deputados da mesma laia, mas só em benefício de si mesmo. No último pleito, fez acordo com ma deputada de águas boas com o nome de Mariam Sobra, dizendo ele que era em benefício da saúde da população de Dom Malan, mas até agora não vimos benefícios nenhum. O outro comparsa, é mais novo na política, mas tem a mesma índole do primeiro, sendo mais valentão, muito violento, gosta de lutar boxe dá soco no seu companheiro, intrigante, comprador de votos e não liga de forma para os problemas sociais de sua comunidade. Seu nome é Antônio Amando Brasa.

Esta pequena história, narrada por nós, temos objetivo de mostrar ao povo como é que nada a situação católica da política brasileira. Notamos que, quanto mais afastado do nordeste, com o pensamento sóbrio, a corrupção campeia livremente com larga margem de exemplo a toda população que anda a deriva.

Considerando que a composição política do Brasil, tudo igual, como sendo farinha do mesmo saco. Todos eles praticam acordos escusos, clientelismo, corrupções ativa e passiva que poderão levar o homem ao descrédito político. É preciso que haja movimentação séria no papel da educação desse povo, pois só acreditamos que há sociedade séria com educação qualidade.

                                                           Crato-CE, 01 de março de 2014.                      

Autor: Pedro Esmeraldo


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