24 outubro 2013

A Câmara do meu tempo.


Foto - Ilustre e nobre  vereador José Valdevino de Brito.

Lendo as noticias  das decisões da Câmara Municipal de Crato lembrei-me um texto do Osvaldo Alves de Sousa cuja titularidade é - A Câmara do meu tempo.

Escreveu o Osvaldo:

"Nem todos traziam pergaminhos, cultura, títulos ou anéis. Mas se nivelavam na honradez e nos bons propósitos  de corresponder, com gestos e atitudes, aos anseios da coletividade. Nunca resvalaram para o terreno movediço dos mercadores dos dinheiros públicos a embolsar polpudos subsídios, as custas da miséria alheia e em detrimento de obras essenciais ao desenvolvimento da cidade.

Companheiros da estirpe de José Kleber Calou, José de Paula Bantim, José de Alcântara Vilar, Dr. Derval Peixoto, Unias Gonçalves de Norões, José Valdevino de Brito, Joaquim de Sousa Brasil, Dr. Jósio de Alencar Araripe, honraram, durante o exercício do mandato, a missão dada pelo povo através do voto".

Opinião Pessoal:

O limite entre a UDN e PSD era respeitado pela coerência. Nem uns, nem outros votavam contra o seu partido.

Sou apartidário, não voto em Crato,  não devo obséquio a nenhum politico, nunca fui a casa de um ou outro e não irei.

Em síntese, creio que a atual Câmara Municipal do Crato esteja na linha de conduta correta. Não se omitindo do cumprimento de seus deveres. Não posso acreditar no que dizem as más línguas da Praça Siqueira Campos. 
Quanto as traições de hoje, somemos as traições de ontem. E, que sirvam de exemplos aos profissionais que dependem do voto.

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