08 agosto 2013

Coragem de ousar - Por: Emerson Monteiro


Nesse mundo cheio das receitas prontas, acomodação representa quase toda atitude que sujeita dificultar a caminhada de pessoas e grupos sociais. Ninguém foge da mediocridade quando espera apenas a concordância dos demais, daqueles por vezes agentes do atraso. Permanece onde esteja, que anda tudo bem, dizem as regras do mercado competidor. Enquanto isso, no silêncio das noites, os tais orientadores da conformação dominam as teias do desenvolvimento. Armam as arapucas só querendo pegar medíocres desavisados e faltos de vontade pessoal.



Lá adiante, os lerdos verão que ousar caracteriza a lei dos vitoriosos. Deixar de lado as cassandras e críticas desestimuladoras de quem não entra nem quer deixar que outros cheguem ao território das conquistas serve isso também às comunidades. Os caretas propagam ideologias de contenção dos impulsos inovadores e as multidões abrem mão do ouro das oportunidades. Usam, pois, a tal pouca iniciativa no proveito próprio. Falsos líderes, pobres almas gananciosas, cevadas nos interesses particulares.

Carece, no entanto, dar passos largos que pretendam conquistas preciosas. Os maiores nomes da política, das artes, da ciência, religião, ousaram como ninguém. Acreditaram, e a história andou com eles, a demonstrar, no turbilhão das vitórias de Alexandre Magno, Napoleão Bonaparte, Tomás Edison, Paulo de Tarso, Maomé, Cristóvão Colombo, de tantos e tantos, que ultrapassar limites do imponderável vive à disposição dos fortes em vencer as barreiras humanas, marcando sobremodo a expansão das civilizações pela face da Terra. O gosto de vencer existe e alimenta a alma dos povos desde que eles aqui chegaram nos pés dos primeiros conquistadores do impossível que antes reinava.

Populações necessitam da disposição de líderes ousados que queiram evoluir nas ações, que demonstrem virtudes positivas superiores, no trabalho honesto e nas marcas que deixam às gerações porvindouras. O futuro, ao seu modo, jamais perdoará os tímidos, mornos e entregues ao vício do desânimo e do medo crônico da novidade positiva, conquanto um Sol nascerá todos os dias sempre.

Oportunidades utilizadas com sabedoria, sim, recompensam o sentido de construir, fomentar meios de progresso e de transformar desafios nas chances melhores, procedimento dos que sabem do ânimo das respostas criadoras do tempo revertido nas bênçãos da promessa.

Por: Emerson Monteiro


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