18 julho 2013

Em que tudo se resume - Por: Emerson Monteiro

Amor, eis o resumo de toda a aventura dos seres humanos, que correm, correm, numa busca desarvorada, contudo exercitam milhares de habilidades e estripulias
no entanto reservadas tão aos desencantos. E achar ser isso o fruto principal da vida, nesta ou noutras existências, depois de tantas frustrações e tantos desesperos. O Amor que ativa os sistemas da busca frenética, porém dentro de si reserva essencial que virá à tona cessadas as milhões de vaidades.

Nunca esperar de outros aquilo que já se possui na prática das horas. De olhos fitos no prazer imediato, as sumidades humanas conduzem seus fachos da vitória por trilhas escuras de tentativas inúteis, cheios de empáfia e zelo, nas ações pretensiosas das pistas, largando de lado o valor principal de todo aquele tempo perdido. Batem nas portas de bens materiais e da fama, entretanto perdem o bonde quando veem as oportunidades sumir pelo ralo da poeira, deixando escorrer a energia de fazer o bem e amar os semelhantes.

Ali perto, nas atividades diárias, os entes aguardam a transformação dos demais, sem saber que transformação de si conta os pontos necessários de vencer todos campeonatos e receber todas medalhas, nessa resenha que acontece nos raramentes das histórias individuais e coletivas.

Há quem descreva a corrida do ouro espiritual, da Estrada de Damasco, da demanda do Santo Graal, isso que resume a senda maior do Amor todos os meses da Eternidade. O desejo de felicidade por isso contém no canto principal a construção dentro de si do Amor, pedra de toque dos alquimistas e razão fundamental das cartilhas da Verdade imensa.

Quiséssemos pois indicar o jeito de tranquilizar a mente dos estresses da civilização dos homens, ali haveria o programa de nutrir as malhas do Amor no coração da gente, lição que significa a plenificação do Ser. E querer jamais justificar ausência de orientação, quando nascemos do amor santo dos amantes e chegamos à entrega física e dolorosa das nossas mães no momento instante doloroso do parto de indefesos filhos.


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