11 janeiro 2013

Para Você Refletir ! - Por Maria Otilia

Estamos vivendo um novo tempo. Novo tempo da era digital, das relaçãoes online, de um novo cenário político. Isto requer de todos nós, sabedoria necessária para digerirmos tudo isso. Posto abaixo  um texto que traz a sinopse do Livro "Quem Mexeu no Meu Queijo" ? Boa Leitura e boa reflexão.

                                                                    Quem Mexeu no Meu Queijo ?

“Quem Mexeu no Meu Queijo?”, de Spencer Johnson, pretende-se uma fábula sobre a inevitabilidade da mudança e sobre como as pessoas devem portar-se diante desta mudança.
 “Quem Mexeu no Meu Queijo?” é uma fábula infantilizada sobre ratos e duendes. Não fala sobre mudança e sim sobre movimento. Uma verdadeira mudança implicaria a superação da dependência do suprimento de queijo e do desconhecimento dos personagens sobre sua fonte misteriosa. Mas os duendes terminam o livro tão dependentes e ignorantes quanto começaram, embora um deles tenha resolvido o problema da falta de queijo quando dispôs-se a mudar de lugar.
Um livro que se dispusesse a falar seriamente sobre a mudança teria de tratar, no mínimo, das questões relevantes que um processo de mudança suscita:
- é preciso saber porquê mudar e quais são os riscos de optar por não mudar, para criar a motivação necessária à mudança (não apenas ser obrigado a mudar);
- é necessário adquirir o conhecimento e as competências requeridas para a mudança e estipular um plano: qual é a condição atual, como dever ser a condição futura, quais são os passos para chegar lá (não apenas sair correndo pelo labirinto);
- uma vez tendo estabelecida a mudança, é preciso que a condição inicial tenha sido superada; é necessário criar novas respostas baseadas em novas perguntas e novas informações, porque quem mudou terá abandonado o paradigma anterior e estará em um novo paradima; (não fazer o mesmo que antes em outro lugar, como o duende Haw).
Spencer Johnson fez com que ratos e duendes partilhassem juntos do primeiro suprimento de queijo e fez com que os ratos chegassem primeiro ao novo queijo. Quando o duende Haw chegou ao novo queijo, refletiu sobre o que o impedira de ter chegado lá antes dos ratos e concluiu que tratava-se do medo de mudar. Se não houvesse hesitado, não teria perdido tempo. Em suma: deveria ter feito como os ratos.
Os truísmos e lugares-comuns são o principal motor do enredo e seu ponto máximo são as tolices escritas pelo duende Haw, definidas como “o manuscrito na parede“. Não há nada no livro sobre realmente mudar para evoluir e sobre superar dificuldades a partir da compreensão de seus mecanismos. O que Spencer Johnson parece querer dizer em sua fábula bobinha é: “Não mude, não supere sua condição inicial. Mova-se e continue fazendo tudo igual em outro lugar”.
autor desconhecido.
                                          Aprecie a mudança: Sinta o gosto da aventura e do novo queijo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Visite a página oficial do Blog do Crato - www.blogdocrato.com - Há 10 Anos, o Crato na Internet.