14 janeiro 2011

Terremoto no Chile repercutiu na Califórnia, diz estudo


O devastador terremoto que atingiu o Chile em fevereiro de 2010 pode ter provocado uma série de tremores mais brandos em locais tão distantes quanto a Califórnia, disseram pesquisadores dos Estados Unidos nesta sexta-feira. Zhigang Peng, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, e seus colegas de lá e do Departamento de Pesquisas Geológicas dos EUA em Menlo Park, na Califórnia, disseram que o sismo chileno, de magnitude 8,8, teve repercussões a até 10 mil quilômetros de distância.

Os terremotos na região central da Califórnia começaram seis horas depois do tremor no Chile. "Em particular, identificamos microterremotos provocados (pelo sismo chileno) no Campo Geotérmico Coso", disse o estudo, publicado na revista Geophysical Research Letters. "Essa é uma das regiões sismicamente mais ativas da Califórnia", disseram eles. "Pelo menos quatro microterremotos rasos (a menos de 3 quilômetros) no Campo Geotérmico Coso devem ter sido desencadeados por ondas telessísmicas do terremoto do Chile." Eles também notaram um aglomerado de terremotos profundos e de baixa frequência ao longo da seção Parkfield-Cholame, na Falha de San Andrés. O terremoto do Chile matou 500 pessoas e provocou uma série de tsunamis que devastou cidades costeiras do país sul-americano.

DA REUTERS, EM WASHINGTON

A EVOLUÇÃO DA SAÚDE E A GLOBALIZAÇÃO - Prof. Samuel Duarte Siebra


Ao tentarmos compreender as relações estabelecidas entre a evolução da globalização e o impacto causado na saúde e todas as suas manifestações, se faz necessário no pretérito compreendermos a própria evolução do capitalismo brasileiro ligados a isso o modelo secularmente aplicado no país, o modelo curativista de atenção a saúde, passando desde a figura dos médicos de família, aos renegado e menos abastados que eram cuidados por carismáticas religiosas que de forma voluntária e caridosa atendiam aos que necessitavam de tratamento.

Um país colonial que manteve sua economia baseada no extrativismo vegetal seguido da mineração e mantém-se ligado fortemente a agricultura e a pecuária como nos dia de hoje, sendo que no passado de forma contundente. Enquanto as manufaturas chegavam do velho mundo, falava-se em liberdade e fraternidade e solidariedade, passamos séculos no PLANTATION, vendendo e comprando escravos. Sempre subservientes, custamos a andarmos com nossas próprias pernas, se é que andamos, importamos toda espécie de valores culturais, vendidos a nós como modelo de sociedade civilizada, inclusive o consumo como verdadeiro símbolo de LIBERDADE, se compro sou livre, se não escravizam-nos. O período de industrialização no país também é marcado por grande mobilização social, passando pelas reformas Oswaldianas com a finalidade precípua de garantirmos que nosso comércio internacional estivessem livres da influencia negativa das endemias que assolavam o Brasil pré-republicano, até meados da República Getuliana quando são criadas as caixas de seguro com a categoria dos ferroviários, posteriormente os IAPES, até chegarmos ao modelo que temos hoje, o SUS, conquistado as duras penas pelo movimento sanitarista da década de 80.

Contudo, ainda que as barreiras da informação estejam constantemente sendo quebradas com o adventos das novas tecnologias, que a cada dia aperfeiçoam seus instrumentos, e ainda que os mercados internacionais se comuniquem de forma mais aberta, estejam “livres” e apregoam essa liberdade para as demais nações , ainda sim percebemos o protecionismo exacerbado dos grandes blocos econômicos ,reorganizando-se, fortalecendo suas moedas como o euro ,o dólar e assim vai. A globalização definitivamente não é para todos pelo menos no campo econômico e muito menos para área de saúde, as quebras de patentes de medicamentos ainda é uma grande luta pela defesa de interesses econômicos, não tendo nada haver com a preocupação do bem estar social de seu Joaquim ou Malu portadores de HIV, seja na África ,seja no Brasil.

A valorização do modelo curativista em detrimento do preventivismo, ainda é muito forte e a política de venda de medicamentos retrata muito bem isso, o olhar biologista precede o holísticos, e todas essas influências só nos remete a percepção que a cultura da liberdade burguesa que se remodela ao longo dos tempos mostrou-nos sua nova face.

Pensar em como a globalização afetou a saúde basta percebermos o que ela nos propõe nas outras áreas de nossas vidas, como educação com o acesso a informática, mas não aos canais por assinatura, na segurança o aumento de utensílios, segurança privada, contudo continuamos aos milhões, sendo vitimados, enfim, ainda há muito o que se mudar, trabalho, distribuição de renda, escolarização com educação, receitas aparentemente simples, mas que mudam o perfil em toda as variáveis de qualquer sociedade.

Prof. Samuel Duarte Siebra
Biólogo e Presidente do Centro Acadêmico de Enfermagem/URCA

O dia de amanhã - Por Emerson Monteiro


O que virá depois de tudo que o hoje mostra na face do presente a ninguém é dado saber, nas palavras bíblicas, pois o futuro só pertence a Deus. No entanto, quantos gostariam de saber um pouco mais dos dias que virão...

Abrir a porta do amanhã e deglutir, com antecipação, o verde da fruta ainda no pé, pisar os momentos seguintes e planejar com segurança o curso das ações e dos acontecimentos...
Porém não é assim que funciona. Há que trabalhar de outra forma. Estudar sob a luz da experiência que ilumina para trás, enquanto o carro segue para a frente. Um dos métodos válidos será pôr em prática o conhecimento adquirido e ganhar visão realista na utilização do que a vida toda hora transfere. Os valores servem de base nessa empreitada. Chegam de dentro da necessidade. Enquanto a barba do vizinho queimar, a gente põe a nossa de molho. Alguns conceitos oferecidos pela história guardam relação com isso de ganhar na experiência alheia. Daí o objetivo de estudar História, disciplina classificada de mãe e mestra. Ouvir no tempo o que outros aprenderam na própria pele.

Isso, quando jovem, deve orientar, para ver os que chegaram à idade adulta e souberam o jeito de fazer. Se os jovens examinassem de verdade, inúmeras vezes agiriam de modo diferente na época das facilidades, que bem representa a rica juventude. Nos tempos das vacas magras, o mundo vira padrasto, apresenta pesados tributos a quem esqueceu ou não soube plantar com vistas ao segundo turno da viagem. Na mocidade, tudo floresce e sorrir. Na terceira idade, segundo a história de muitos, a porca torce o rabo. Braços dos outros, olhos amáveis, educação, gratidão, aposentos, quando comparecem aos gramados, vivam os pais e avós nas mãos abençoadas dos filhos. Caso contrário, tome peia no lombo.

Esperar, sem haver plantado, significa pouca probabilidade, no acontecer do inverno. Saber juntar nas épocas da facilidade impõe sabedoria, exige coerência e princípios, senso de temperança. Contar por certo o que prometeram dependerá dos mais variados fatores. Pensou que não, os bichos entram no jogo e a incerteza sujeita levar à baila o doloroso sofrimento. Ninguém, portanto, de consciência boa, queira garantir certeza de que o amanhã vem seguro só porque reúne o mínimo necessário de viver e, com isso, os demais respeitarem as previsões. Tal vida, tal morte, fala o povo. Com a medida com que medirdes medir-vos-ão também a voz, fala Jesus. Assim, nas roças que botarmos, o agora representa apenas rascunho daquilo que colheremos, eis a grande resposta do direito natural. A cada um conforme o seu merecimento.

Por: Emerson Monteiro

Artista Plástica Cratense EDILMA ROCHA recebe medalha de OURO no Rio de janeiro - Por Claude Bloc



EDILMA ROCHA, artista plástica de Crato, inscreveu-se através do Grupo Artes 100 Fonteiras, no final de 2010 no VI Salão Especial de Artes Plásticas - ABD, promovido pelo Museu Militar Conde de Linhares no Rio de Janeiro e conseguiu classificar-se como Medalha de Ouro com um trabalho em vidro líquido, cujo título é "Pavor em Chamas". Leia o que foi anunciado no Artes 100 fronteiras

domingo, 9 de janeiro de 2011

MEDALHA DE OURO

Nossos agradecimentos e cumprimentos a artista plástica Edilma Rocha - Fortaleza - Ceará pela participação e premiação “medalha de ouro no VI salão especial de Artes plásticas que aconteceu no Museu Militar Conde de Linhares no Rio de Janeiro em dezembro de 2010.
http://artessemfronteiras.blogspot.com/ - Estendemos nossas felicitações e agradecimentos também a artista plástica Nicole Gulin – Curitiba - PR, “medalha de ouro no III salão de Artes plásticas” que aconteceu no mês de novembro de 2010 na casa Histórica do Marechal Deodoro da Fonseca no Rio de Janeiro. Postado por Artes sem fronteiras às 23:38

O que é o MMCL - Museu Militar Conde de Linhares?


O Museu Militar foi criado em homenagem a Dom Rodrigo de Souza Coutinho, o Conde de Linhares, que nasceu em Chaves, Portugal, em 1745. Em 1808, o Conde de Linhares acompanhou a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, onde exerceu as funções de Ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros. Criou a Academia Real Militar, construiu a Casa da Pólvora e remodelou o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro. Faleceu nesta cidade no ano de 1812. Construído de agosto de 1920 a outubro de 1921, em estilo eclético, o prédio do Museu abrigou até 1996 o CPOR/RJ e o Comando da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada. O Museu Militar Conde de Linhares foi inaugurado em 12 de outubro de 1998." O Museu Militar Conde de Linhares (MMCL) localiza-se