13 setembro 2011

Miss Universo promete trabalhar pela África e diz não temer racismo


A nova Miss Universo, a angolana Leila Lopes, afirmou já na madrugada desta terça-feira em São Paulo que quer trabalhar pelos necessitados da África e assegura que não teme ser vítima do racismo pelo fato de ser negra. "Penso em trabalhar pelo meu continente. Como Miss Angola trabalhava com programas em favor das crianças desamparadas, de pessoas com aids e idosos", manifestou Leila na primeira entrevista coletiva que deu como soberana.

Leila, de 25 anos e 1,79 m de altura, foi eleita Miss Universo na noite desta segunda-feira, em cerimônia realizada em São Paulo. Leila, que se definiu como uma pessoa "muito tímida", chorou ao lembrar as mensagens de apoio que recebeu através do Facebook nos últimos dias e contou que desde menina sempre lhe disseram que tinha porte de rainha. Leila agradeceu a todas as pessoas que acreditaram nela, em especial à primeira-dama de seu país, Ana Paula Lemos dos Santos, e disse que o reinado que acaba de ganhar dará a ela "a oportunidade de mostrar ao mundo o que Angola faz". A jovem expressou sua admiração pelo Brasil, anfitrião da 60ª edição do Miss Universo, e disse que desde menina esteve em "contato" com o país "através das telenovelas".

DA EFE


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