06 dezembro 2010

Sonho Caído - Luiz Domingos de Luna*


O Cheiro do incenso existencial permeia a sociedade volatizada em ligas emocionais que dão sustentabilidade aos vínculos que ligam os seres humanos; assim quanto maior for a consistência da densidade do aroma, maior a solidez do tecido sociológico, ao contrário a fragmentação, a fragilidade, cinzas, sombras, o nada. A mutação social é sempre oportuna em qualquer agrupamento humano, vez que a mesma,funciona como o um novo revigoramento de energias positivas do pulsar vivo existencial ao contrato vigente a paisagem humana.

A corrente da vida sempre liga o elo do passado ao futuro, sendo o instante presente o marco que será absolvido as novas gerações, assim, o repasse de fluidos positivos acende a luz para dar lugar ao futuro, não vivido, mas que se pode dimensionar em abstrações, daí o motivo da racionalidade humana, a capacidade de projetar ações de um por vir, através das ações do agora.

A Racionalidade como um mastro direcionador dos passos dos seres humanos, tem conservado e assegurado a continuidade do homo sapiens no planeta terra com a soberania e supremacia as demais espécies existentes.

O Campo emocional ao vapor do vendaval do carrossel existencial é de uma textura um pouco mais complexa, vez que, além do crescimento populacional, novas tecnologias vão surgindo, novos valores vão sendo naturalizados, as exigências sociais, a cada mutação, uma nova objetiva de maior alcance a aptidão no convívio interativo da conjuntura como um todo. O problema nasce nos conceitos, via de regra, as grandezas emocionais na literatura, na filosofia são eternizados como se o tempo não existisse. Daí uma liga emocional eternizada no passado, hoje não ter consistência de: “nada é sólido o suficiente que não se dissolva no ar”, assim, urge a necessidade de o problema vigente não pode ser resolvida a força de conceitos ultrapassados, bem como os futuros à luz da limitação do presente.

A prudência racional deve ao seu tempo, o templo, a missão de não deixar que a força dos conceitos emocionais de outrora se dissolva em sonho caído do agora, logo, a força do poder dos conceitos deve ser revista, para não sobrecarregar o peso exagerado que se coloca nas costas das gerações vindouras.

Por: Luiz Domingos de Luna - (*) Procurar na web

Um comentário:

  1. Luiz Domingos,
    Gosto muito dos seu textos, fora as suas poesias, poemas.
    Sabe eu também tenho um conceito parecido com o seu, acho que temos que valorizar mis oo ser do que o ter, hoje os valores de princípios de educação passa até ser tido como ultrapassado, mais fui criada a ter respeito pelo proxímo e ñ ter preconceitos. E foi assim que eduquei meus filhos.
    Acho que todos tem que parar pra ver que td ta ficando tão normal, que na minha opinião, passa a acontecer mais crimes, mais absurdo, todo mundo faz e ai?
    Parabéns temos que sempre mostrar que mesmo com toda a modernidade, é net, telivisâo, cada dia aparece mais novidades, celulares que filma, que grava e por ai vai. òtimo tudo isso. Mais temos que mostrar essa geração que vem chegando que temos princípios e precisamos aprender a respeitar ao proxímo indepedente de raça, cor, religião ou opção sexual, temos que respeitar para poder ser respeitado, e assim vivo minha vida dessa maneira, passando para frente o que é bom, o vem para ajudar e calando quando escuto algo que ñ vai acrecentar nada a ñ ser gerar fofoca ou prejudicar alguém.
    Resumindo temos que amar mais.
    Bjo grande.
    Mônica Araripe.

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