14 novembro 2010

O valor de um presente - Por José de Arimatéa dos Santos

Estava procurando um presente para meu filho Alexandre e a dúvida pairou em minha mente. Pela idade dele(11 anos) brinquedo já não combina mais. Mas ele gosta ainda daqueles carrinhos esportivos e de corrida. Não queria repetir o presente com carrinhos de corrida e procurei alternativas. Cheguei a conclusão que o melhor presente para ele seria um livro e com isso procurarei dar sempre pra ele obras literárias. Entrei numa livraria e fui direto a seção para crianças e jovens. Vi vários livros e só encontrava obras relacionadas a crianças de pouco mais de seis ou sete anos. Tem aquele ditado que quem procura acha. E achei um livro que combina bem com a fase dele atual. Encontrei um livro que fala de futebol e o tema é a Copa do Mundo, paixão dele e inclusive comprei durante o certame mundial uma coleção de vídeos. Rapaz, ele sempre está ligando no DVD esses vídeos que têm os filmes oficiais da FIFA de todas as edições das Copas do Mundo. Da primeira Copa, no Uruguai, até a Alemanha em 2006. Posso afirmar sem pestanejar que Alexandre já é um expert em Copa do Mundo. Hoje mesmo ele estava lembrando comigo da Copa da Espanha, em 1982. Falei que o "carrasco" do Brasil naquela Copa foi o centroavante Paolo Rossi. Como resposta de nosso diálogo futebolístico, ele disse qualquer coisa diminuindo o atacante italiano. Ele também falou sobre o primeiro jogador que recebeu um cartão amarelo em Copa do Mundo. Fato ocorrido em 1970 com o jogador inglês Lee. E por aí vai.
Assim que ele recebeu o presente, vi seus olhos se encherem de alegria e as informações sobre as Copas do Mundo baterem com as dos vídeos que ele sempre assiste. O livro próprio para a idade dele com leitura fácil e muita ilustrações. Fatos interessantes ocorridos nas várias Copas. Muito bom. Vê-se que o presente simples que é o livro pode deixar qualquer ser humano feliz. E mesmo com as várias tecnologias o livro sobrevive bravamente entretendo e formando novas gerações. Esse é o valor do presente quando vemos que o presenteado ficou bastante satisfeito e feliz com o agrado. Assim, no agrado mais simples que é um livro pode-se deixar nossos semelhantes mais felizes. Quero ressaltar que o livro é de uma grandiosidade incomensurável, pois nos transporta a um mundo transcendental que é o conhecimento. Ao adquirir conhecimento, ninguém nos toma. O conhecimento é nosso. Podemos transmitir aos outros do nosso jeito. Portanto, vi o valor de um presente e fiquei bastante feliz o quanto o livro tem esse valor.

3 comentários:

  1. Com este artigo quero homenagear o livro e vejo o quanto o mesmo é uma bela opção de presente. E o hábito da leitura devemos estimular nossos jovens desde tenra idade. Assim o conhecimento e a aprendizagem caminham para a verdadeira cidadania que todos nós devemos ter como meta.

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  2. Caro Arimatéia

    Seu texto me fez reviver meus doze anos e a Copa do Mundo de 1958, quando descobri minha paixão pelo futebol. Meus irmãos mais velhos compravam a revista Manchete Esportiva que eu lia de capa a capa. Dái surgiu o meu gosto pela leitura de um modo geral. Iniciando com as revistas e jornais sobre esporte, depois revistas tipo Manchete e O Cruzeiro até passar aos livros

    Acredito que se repetirá o mesmo processo com o seu filho de 12 anos!
    Parabéns pelo excelente texto!
    Um grande abraço

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  3. Pois é Carlos,
    A paixão do meu filho pelo futebol é latente. Tanto que no alto dos seus 11 anos de idade ele sabe dizer as sedes e os campeões de cada edição da Copa do Mundo. Além do mais relata cada personagem das Copas. Claro que os jogadores brasileiros estão em primeiro lugar. O livro só veio reforçar mais ainda as informações adquiridas por ele.
    Abraço!

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