13 outubro 2010

A Rede Social no contexto da política


A Rede Social no contexto da política


Desde que foram criados, os meios de comunicação via internete (as redes sociais dos tipos e-mail, Orkut, MSN, Twitter, Mensseger, Face book e similares) têm sido objetos de melhorias nos relacionamentos humanos, encurtando distâncias e definindo, em tempo recorde, as trocas de idéias e demais informações entre seus usuários parceiros. Nos cinco continentes os acessos já somam mais de 1,5 bilhões de pessoas dividindo, junto com a telefonia, a responsabilidade de interagir a massa humana com mais presteza e competência.
Já não se concebe mais que o indivíduo tenha uma sobrevivência social desejada sem o uso desses instrumentos interativos que tanto facilitam nossas vidas, ora fazendo nascer, reatar ou finalizar um relacionamento sentimental, ora ampliando nossos conhecimentos cultural-mercantis e ora nos pondo, em tempo real, diante dos fatos recentes registrados na sociedade no contexto mundial.
A liberdade de expressão usada nesses meios, com vista ao bom entendimento entre as pessoas, é algo que tem levado alguns desses utilizadores do sistema a crescerem na suas condições humanas. Porém, há de se convir, que essa mesma navegação tem gerado discórdia e constrangimento entre as partes usuárias por, às vezes, empregar, inapropriadamente, os chamados bullyngs, o dolo, a inverdade, o aliciamento e a tentativa, por exemplo, das imposições ideológicas dos tipos política e religião.
Nos tempos atuais de eleição para Presidente da República, estamos em 2010, vez por outra somos agredidos nas nossas concepções quando alguns dos nossos correspondentes nos enviam mensagens agressivas, cheias de chacotas e tendências partidárias, desrespeitando, grosseiramente, nossos posicionamentos políticos. È aí que tudo muda deixando as redes sociais de serem instrumentos de interações úteis e educativas, portanto agradáveis de se ver e ouvir, tornando-se algo fomentador da discórdia.
É de direito de todos os cidadãos o exercício da prática política pelo boca a boca ou pelos meios de comunicações, como são os casos dos jornais, ondas do rádio e da TV. No entanto achamos estranho, para não dizer constrangedor, recebermos de um correspondente de uma rede social, a quem respeitamos e que goza da nossa inteira confiança, alguns com alto grau de intimidade, tentativas de imposição de suas preferências político/partidárias, muitas vezes cheias de chacotas e inverdades contra nossas lideranças. O desconforto gerado tem levado muita gente deletar seu parceiro de comunicação da rede.
Anunciar uma verdade comprovada, repito, comprovada, seja ela de cunho político ou religioso, é algo perfeitamente cabível num canal social, desde que não venha embutido, nas entrelinhas da comunicação, o desejo da manipulação que vise aliciar nossas concepções.
Existem gostos que não se discutem: autores, crença, religião, parceiros gordos ou magros; bicho de estimação, esportes, hobbes, carnaval, programas de rádio e de TV, cinema, música, bebidas, etc. A política, que muitas vezes é confundida com a paixão e cultuada por muitos como uma obsessão, essa, por excelência, é preciso ter muito cuidado ao discutirmos sobre ela. Devemos sempre manifestar nossas tendências e preferências por assuntos diversos, mas tendo o máximo cuidado de não subestimarmos, infringirmos e sobrepormos à regra do respeito pelo que pensam as outras pessoas.
Portanto, parceiros e parceiras, para evitarmos de cairmos no descrédito e no rol dos correspondentes chatos, preponderantes e indesejáveis, todo cuidado sobre este assunto é pouco... Aliás, muito pouco!

Roberto Jamacaru de Aquino

2 comentários:

  1. Roberto, não estou entendendo. Eu peguei a sua postagem, ilustrei, coloquei fotos, e no entanto continuam aparecendo 2 postagens aqui. Já apaguei a última delas e sempre volta.

    Vou deixar as duas no ar, até que eu saiba o que está havendo.

    Abraços,

    Dihelson Mendonça

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  2. Roberto,

    Ótima análise, ótima postagem.

    Concordo com você é gênero e grau.

    Abraço,

    Claude

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