04 agosto 2010

Festival internacional leva JAZZ a quatro capitais brasileiras


Quatro cidades brasileiras recebem nesta semana um festival internacional que mergulha nas origens populares do jazz.

Uma batida que vai direto ao coração. O jazz tradicional, cheio de swing, é alegre, vivo e aberto ao improviso. O jazz nasceu dentro de pequenos bares nos Estados Unidos como um ritmo dançante, tocado por negros. Em um século de história, ganhou variações, caiu no gosto de um público exigente e conquistou espaço em grandes festivais internacionais. Nesta semana, músicos dos Estados Unidos, da França, da Argentina e do Brasil se apresentam no Festival “I Love Jazz” - que está circulando por Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

“O público pode esperar um jazz fácil, um jazz que não precisa entender, ser estudioso, pra poder curtir”, explica Marcelo Costa, diretor-geral do festival. É exatamente o que o músico americano Leroy Jones quer oferecer. Para ele, o jazz foi feito pra tocar a alma de cada um; pra levar o público pra um lugar especial, onde ele nunca esteve antes. Jones diz que a música dele tem influência dos grandes mestres do jazz - e também do pop americano dos anos setenta. Outro convidado do festival, o francês Claude Tissendier, transforma a música clássica em jazz. Pergunto a ele por que Beethoven. E ele me responde: "e por que não?"

Carla Modena São Paulo, SP - Jornal da Globo

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