06 agosto 2010

ALMANAQUE - Dia 06 de Agosto de 2010 - Por: Meirinha


ALMANAQUE

1825 - Dia da Independência da Bolívia
1813 - Simón Bolívar entra em Caracas, após a vitória de Taguanes, e recebe o título honorífico de Libertador.
1945 - Segunda Guerra Mundial: a bomba atômica Little Boy é lançada do bombardeiro B-29 Enola Gay sobre Hiroshima.
1966 - É inaugurada em Portugal a Ponte Salazar, hoje denominada Ponte 25 de Abril.

Nasceram neste dia...

1776 - William Hyde Wollaston, químico britânico (m. 1828).
1881 - Alexander Fleming, biólogo e farmacologista britânico (m. 1955).
1910 - Adoniran Barbosa, músico, cantor e compositor brasileiro (m. 1982).

Morreram neste dia...

1660 - Diego Velázquez, pintor espanhol (n. 1599).
1973 - Fulgêncio Batista, político cubano (n. 1901).
2001 - Jorge Amado, escritor brasileiro (n. 1912).

Adoniran Barbosa

Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, (Valinhos, 6 de agosto de 1910 — São Paulo, 23 de novembro de 1982) foi um compositor, cantor, humorista e ator brasileiro. Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais. Rubinato era filho de Ferdinando e Emma Rubinato, imigrantes italianos da localidade de Cavárzere, província de Veneza. Aos dez anos de idade, sua certidão de nascimento foi adulterada para que o ano de nascimento constasse como 1910 possibilitando que ele trabalhasse de forma legalizada: à época a idade mínima para poder trabalhar era de doze anos.

Abandona a escola cedo, pois não gosta de estudar. Necessita trabalhar, para ajudar a família numerosa - Adoniran tem sete irmãos. Procurando resolver seus problemas financeiros, os Rubinato vivem mudando de cidade. Moram primeiro em Valinhos, depois Jundiaí, Santo André e finalmente São Paulo.

Em Jundiaí, conhece seu primeiro ofício: entregador de marmitas. Aos quatorze anos, ainda criança, o encontramos rodando pelas ruas da cidade e, legitimamente, surrupiando alguns bolinhos pelo caminho. "A matemática da vida lhe dá o que a escola deixou de ensinar: uma lógica irrefutável. Se havia fome e, na marmita, oito bolinhos, dois lhe saciariam a fome e seis a dos clientes; se quatro, um a três; se dois, um a um".

O compositor e cantor tem um longo aprendizado, num arco que vai do marmiteiro às frustrações causadas pela rejeição de seu talento. Quer ser artista – escolhe a carreira de ator. Procura de várias maneiras fazer seu sonho acontecer. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mas é sempre rejeitado. Sem padrinhos e sem instrução adequada, o ingresso, nos teatros, como ator, lhe é para sempre abortado. O samba, no início da carreira, tem para ele caráter acidental. Escolado pela vida, sabia que o estrelato e o bom sucesso econômico só seriam alcançados na veiculação de seu nome na caixa de ressonância popular que era o rádio.

O magistral período das rádios, também no Brasil, criou diversas modas, mexeu com os costumes, inventou a participação popular – no mais das vezes, dirigida e didática. Têm elas um poder e extensão pouco comuns para um país rural como o nosso. Inventam a cidade, popularizam o emprego industrial e acendem os desejos de migração interna e de fama. Enfim, no país dos bacharéis, médicos e párocos de aldeia, a ascensão social busca outros caminhos e pode-se já sonhar com a meteórica carreira de sucesso que as rádios produzem. Três caminhos podem ser trilhados: o de ator, o de cantor ou o de locutor.

Fonte: Wikipédia

Um comentário:

  1. Muito bem, Meirinha. Fiz uns "enxertos" na sua postagem inicial, e olha como ficou agora. Repare no friso em NEGRITO e tamanho das letras e cores, que são padronizadas para os títulos, e deixamos poucos espaços entre os parágrafos. Espaço vale Ouro. Não entendi como vc não conseguiu postar as fotos, eu precisaria olhar seu computador, ver se não é algum defeito no Windows.

    De qualquer modo, essa já foi uma bela postagem, e com o tempo, virá a prática.

    Um grande abraço,

    Dihelson Mendonça

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