06 outubro 2009

Greve nacional dos bancários continua crescendo e exige proposta dos bancos


Crédito: Seeb/DF

O 12º dia da greve nacional dos bancários terminou com novas adesões em todo o país, nesta segunda-feira, 5, apesar dos interditos proibitórios e da repressão dos bancos. O número de agências fechadas manteve-se elevado em todos os 26 estados e no Distrito Federal (aumentando de 7.053 para 7.054) e a participação dos bancários se ampliou com a paralisação de grandes centros administrativos, como a Cidade de Deus, sede do Bradesco em Osasco, e o Centro Empresarial Itaú Conceição (CEIC), do Itaú, na Zona Sul de São Paulo.

Sem resposta dos bancos
Os negociadores da Fenaban ainda não deram resposta ao Comando Nacional a respeito da reunião dos presidentes dos bancos, que seria realizada nesta segunda-feira. O anuncio desse encontro havia sido feito na última rodada de negociação, realizada na sexta-feira, 2, quando os representantes dos banqueiros mais uma vez frustraram os trabalhadores ao não apresentarem nova proposta.

"Essa lentidão em negociar e a insistência numa proposta rebaixada são provas do descaso e da falta de responsabilidade social dos bancos com seus funcionários. Não aceitaremos proposta que não contemple aumento real, PLR maior, garantias de proteção ao emprego e mais contratações, valorização dos pisos salariais e melhorias das condições de saúde, de segurança e de trabalho", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro - Contraf/CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.


Fonte: Contraf/CUT

Um comentário:

  1. Pois é, e só a população é quem leva FUMO nessas greves dos Bancários!

    Se esse impasse aí continuar, sei não, viu !

    DM

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