12 agosto 2009

Intervenção de graffiti marca início das obras do CCBB Belo Horizonte


O início das obras de restauração e adapatação do prédio onde funcionará o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte foi marcado por uma grande festa entre os cidadãos mineiros. Cerca de 300 alunos das escolas públicas acompanharam a apresentação da Companhia de Circense Trampulim e a intervenção de graffiti nos tapumes que envolvem o canteiro de obras, realizada pelos jovens dos programas Valores de Minas e Fica Vivo!. Para lançar seu quarto centro cultural no pais, o Banco do Brasil esta investindo cerca de R$ 21 milhões no espaço, que soma 12 mil metros quadrados. Ao lado do secretário de Cultura, Paulo Brant, do vice-presidente do Banco do Brasil, Robson Braga, e do superintendente estadual do banco, Tércio Luiz Pascoal, jovens, crianças, artistas e arquitetos, além de servidores do Estado, deram um abraço simbólico no edifício, construído em 1926.

“Vai ser um grande marco para Belo Horizonte. A capital precisa ser o pólo cultural de Minas, que ainda não é. Então, acho que esse circuito pode ser o veículo de transformação de Belo Horizonte na grande porta de entrada da cultura de Minas Gerais. Agora ele está ganhando concretude, e os impactos já começam a se fazer sentir”, afirmou Brant em referência ao "Circuito Cultural Praça da Liberdade", dentro do qual esta integrado o projeto. O CCBB Belo Horizonte terá teatro com espaço para 300 lugares, seis salas de exposição, cafeteria, sala de programa educativo, sala multimeios, loja de produtos culturais e área administrativa, se posicionando entre um dos maiores do Brasil. O espaço tem carater multidisciplinar e oferecem programação regular com foco na qualidade, diversidade, a preços acessíveis, dirigida a todos os segmentos da sociedade.

Na ocasião, o superintendente estadual do Banco do Brasil, Tércio Luiz Pascoal, salientou que o Centro Cultural colocará a capital mineira no circuito internacional de cultura. Segundo ele, todo o espaço será concluído em 2011, mas em março do próximo ano, algumas atividades já poderão ser realizadas no local. O projeto de restauração arquitetônica e artística será de responsabilidade do arquiteto Flávio Grillo, sendo o projeto arquitetônico assinado por Eneida Bretas e Jayme Wesley de Lima. As obras ainda serão acompanhadas pelo Iepha-MG. “Quando ele estiver em pleno funcionamento, vamos colocar Belo Horizonte e Minas Gerais no circuito cultural internacional. Assim como já existem hoje centros culturais do Banco do Brasil em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. E Minas, por ter uma peculiaridade muito forte na questão de cultura, vai se tornar o maior, o centro cultural mais importante do Brasil. Não só shows, mas exposições, mostras, artes plásticas, sessão de teatro, cinema, ou seja, é todo um aspecto de informação cultural em disponibilização para a sociedade mineira”, disse.

Por: Thamires Andrade

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