01 agosto 2009

Em defesa da Expocrato – por Pedro Esmeraldo


Após o termino dos festejos expositivos , alertamos aos cratenses que tomem cuidado com as artimanhas de alguns políticos, já que não confiamos em palavras loucas de suas promessas que venham dotar o parque de grandes melhoramentos, modernizando-o a fim de ficarmos tranqüilos na permanência desse parque onde está.
Sempre dizemos, “quem tem os olhos fundos começa a chorar cedo”, não devemos afligir com as astúcias peçonhentas, pois o desejo desses homens é dilapidar o patrimônio cultural e social do Crato. Procuram com astúcia e com desculpas desnecessárias, dizendo que os outros municípios são mais populosos e merecem ter mais ‘infra-estruturas” que o nosso. Deixam-nos cair por terra por medidas sombrias, que vêm nos impedir de acelerar o crescimento urbano da cidade.
Agora mesmo, a cidade anda esquecida desses movimentos progressistas, visto que querem nos levar o bom que é a Exposição Agropecuária do Crato.
Por isso dizemos: devemos tomar cuidado com essas palavras ameaçadoras e que vêm de cima: talvez sejam palavras ardilosas com o intuito de prejudicar e arrefecer nosso pensamento, abafando-o com metáforas injuriosas tratando-nos com palavras pífias e com o fito de calar o povo das suas idéias modernas.
Pedimos que as autoridades que nos deixem em paz e não nos levem em conversas torpes, articuladas pelos inimigos ardilosos que querem nos conduzir para o caminho do esquecimento. O Crato tem sofrido ultimamente nas suas partes íntimas do seu corpo urbano, provocando mal-estar no seio da sociedade ofendida devido às peripécias ora fazendo-se de amigos, mas sempre imitando o gato “dando tapinhas e escondendo as unhas”, tentando conseguir o melhor na hora das jogadas quando levam a bola em direção ao gol.
Com o intuito de lembrar ao povo, não se deixe esmorecer, não confie nesses ardilosos, conquiste com segurança, melhores chances; com diplomacia e bom desempenho, adquirindo o seu quinhão na hora da divisão do bolo.
Não queremos desmerecer essas figuras anônimas, mas retornamos com segurança que o homem tem de saber comportar-se como cidadão democrata, olhando em torno dos quadriláteros morais que podemos admitir no bom desempenho do seu trabalho.
Desde priscas eras, possuímos com trabalho árduo a nossa Exposição Agropecuária e agora ouvimos boatos ameaçadores, querendo levar esse parque para outra localidade, não condizendo com o pensamento do povo que deve usufruir suas prerrogativas que é um direito que assiste o cidadão.
Concluímos que, somos um povo ordeiro, sabemo-nos conduzir com palavras sutis, com gestos diplomáticos para melhorar o patrimônio sem intrigas e sem calúnias, respeitando o pensamento dos outros municípios. Portanto não somos favoráveis à discórdia e avisamos que esta discórdia não partiu dos cratenses, mas sim dos próprios filhos inimigos do Crato que se estabeleceram em outro município, preferindo trazer o desânimo e o destempero social das atividades morais de sua terra berço.

Texto: Pedro Esmeraldo
Postado a pedido do autor

2 comentários:

  1. "Portanto não somos favoráveis à discórdia e avisamos que esta discórdia não partiu dos cratenses, mas sim dos próprios filhos inimigos do Crato que se estabeleceram em outro município, preferindo trazer o desânimo e o destempero social das atividades morais de sua terra berço."
    Parabéns!!! Pedro Esmeraldo, com apenas nove linhas você resumiu toda realidade cratense, toda fundamentação teórica, eu fico imaginando: como pode ? em apenas nove linhas a exposição da realidade cratense há mais de 20 anos ! É muita luz, muito estudo sociológico, muita reflexão ou muita inspriração ? não sei ?
    Que este seu selado intelectivo inédito e verdadeiro seja grafado na mente de todos os cratenses que amam o Crato.

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  2. valeu pedrinho, esta uma beleza. o parque eh nosso e ninguem tira.mas fiquemos de olhos bem abertos, senao?. abraços.

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