06 janeiro 2009

MATEMATICANDO.COM Dr Valdetário.

Os Pneus.

O meu amigo Dihelson Mendonça, necessitando descansar por uns dias, resolveu fazer um retiro e se refugiar em um sítio de um amigo que fica a uma distância de 180 Km do Crato. Obviamente que o Dihelson não conseguiria passar tanto tempo sem gerenciar o Blog do Crato e assim foi obrigado a levar consigo os Computadores, o Studio, Sequenciadores, Central de Armazenamento de Dados, Câmeras, Sistema de Backup, quilômetros de cabos que interligam essa parafernália toda que juntos nos dão o prazer de navegar no Nosso Blog e ainda curtir a Rádio Chapada do Araripe. O Blog do Crato não viveria sem o Dihelson e nem tão pouco este viveria sem o Blog do Crato. Por conta dessa irmandade siamesa às vezes as coisas se complicam. Acontece que embora o sítio não ficasse muito distante havia um grande fator de dificuldade para se chegar lá, a estrada. A estrada para se chegar a tal sítio era uma vereda muito ruim, com muita pedra, toco e buracos que faziam com que cada pneu da sua Hilux 2009 só suportasse rodar por 120 Km, nada mais do que isso. A bagagem já era muito grande e o Dihelson precisou economizar espaço no seu carro. A pergunta é: Qual a quantidade mínima de pneus que o Dihelson teve que levar como suporte e qual foi a estratégia dele para chegar ao sítio? Fico no aguardo das respostas. Um grande abraço e Feliz 2009 para todos. Valdetário.

10 comentários:

  1. Bem, Dr. vc me bota em cada vereda...

    A questão é: O Dihelson vai ficar lá ou ele vai voltar também ?

    Vamos considerar só a ida:
    A distância é de 180Km.
    Se cada pneu so aguenta rodar 120km cada um, presumo que ao chegar no Km 120 é tempo de trocar todos 4, então, para isso precisamos de mais 4 pneus, pois os que estao no carro já não poderão mais rodar. Mas isso não pode ser tão simples assim, pode ?

    Um abraço

    DM

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  2. Caro Dihelson, lembre-se que você precisou economizar espaço no seu carro. Nele não caberia 4 pneus de suporte. Existe uma forma de fazer a viagem com menos pneu. A gente deve considerar só a ida mesmo. Lógico que você não teria coragem de voltar pelo mesmo caminho, principalmente com o seu carrão novo. Sim, respondi o seu comentário e o da Socorro Moreira no Matematicando anterior. Peço-lhes que vejam. Estive uns dias sem navegar no Blog do Crato e tenho que admitir: é muito ruim viver sem o Blog do Crato. Um abraço. Valdetário.

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  3. Dr. Veldetário...

    Eu só sei contar letrinhas... Sonhos... Palavras...
    Só sei organizar essas coisas e montar um poema...
    Mas mesmo assim reconheço seu dom e sua perspicácia em "embolar" números de modo que o raciocínio e o tino despertem para a lógica da resposta.(embora eu não tenha atinado para a solução)

    Parabéns!

    Abraço e Feliz 2009.

    Claude

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  6. Prezada Claude Bloc, na Matemática 2 + 2 sempre dá 4 o que torna esta ciência muito fácil. Difícil é trabalhar com algo onde 2 + 2 pode dar 5, 6, 3,5 mas nunca 4. é isso que engrandece os poetas. O fugir da regra criando outra regra é que é belo. O bonito é rimar "azul" com "instrumento" deixando de fazê-lo com "lamento", assim como brinca Caetano em Tigresa. Às vezes é monôtono o 2 + 2 ser sempre 4. O mundo não avançaria sem a Matemática, mas esse mesmo mundo não teria sentido algum não fosse a existência dos poetas. Um grande abraço e um feliz 2009. Valdetário.

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  7. Vivo da matemática... Sem ela , a probabilidade de fazer das letras um verso...é quase zero ! rs


    Abraços, meu Doutor !

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  8. Prezada Socorro Moreira, você é uma pessoa polivalente. Que tal se depois fosse lançada a OFICINA DOS NÚMEROS? Um abraço. Valdetário.

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  9. Ei, que é dos meus amigos matemáticos que não estão mais participando do nosso jogo? Esse desafio dos pneus foi muito fácil, acho que por isso muitos deixaram de participar.Pode também ter sido em consequência das festas de fim de ano. O próximo será bem mais difícil e eu espero contar com a participação de todos. O próximo a que me refiro é o Matematicando e não o ano 2009. Um abraço. Valdetário.

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  10. RESPOSTA - O Dihelson precisou levar apenas dois pneus de reserva e usou a seguinte estratégia: Ao rodar os primeiros 60 Km ele parou e trocou os dois pneus dianteiros pelos dois pneus novos que estavam no suporte e levou como suporte os dois pneus que estavam rodando na dianteira. Quando ele andou mais 60 Km os dois pneus da traseira estouraram então o Dihelson colocou os dois pneus que rodaram na dianteira durante os primeiros 60 Km e seguiu viagem. Ao chegar ao sítio foi aquela festa para comemorar a chegada do amigo, com muito barulho, muita música e muitos fogos de artifício que se somaram ao estrondoso barulho dos quatro pneus que estouraram na hora da sua chegada. Bem, a volta é outra história. Um grande abraço a todos. E vamos seguir nossa viagem. Obrigado. Valdetário.

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