27 junho 2008

TSE muda resolução e libera entrevistas com candidatos antes do dia 6 de Julho.


TSE Libera Entrevistas com Pré-Candidatos e Candidatos antes do Dia 06 de Julho, inclusive com exposições de plataformas e projetos políticos.




Por: FELIPE SELIGMAN
da Folha de S.Paulo, em Brasília

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu ontem, por 6 votos a 1, modificar a resolução da corte sobre propaganda eleitoral que deu margem para a Justiça Eleitoral de São Paulo mover ações contra veículos de comunicação que publicaram entrevistas com pré-candidatos à sucessão municipal.

Os ministros revogaram o artigo 24, que proibia os pré-candidatos de "expor propostas de campanha" antes do início da campanha eleitoral, e criaram um novo artigo que diz: "Os pré-candidatos e candidatos poderão participar de entrevistas, debates e encontros antes de 6 de julho de 2008 [data oficial do início da campanha], inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos, observado, pelas emissoras de rádio e de televisão, o dever de conferir tratamento isonômico aos que se encontrarem em situação semelhante".

Um parágrafo único também foi inserido, afirmando que abusos e excessos serão apurados e punidos de acordo com legislação já existente.

Segundo o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, as rádios e televisões foram citadas no novo artigo por se tratarem de concessão pública. Sendo assim, ficam obrigadas a dar o mesmo espaço aos candidatos e pré-candidatos que venham a entrevistar. Os jornais e revistas, por outro lado, não têm essa obrigação.

O presidente do TSE levou o assunto ao plenário motivado pela recente decisão da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, que multou as empresas que editam a Folha e a revista "Veja São Paulo" e a pré-candidata Marta Suplicy, alegando suposta propaganda em entrevistas publicadas no início de junho.

Essa mesma zona eleitoral multou novamente a "Veja São Paulo" por outra entrevista, dessa vez com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição. Em todas as condenações, o artigo 24, agora extinto, foi aplicado. Os recursos, portanto, devem cancelar as multas, com base na mudança da resolução.

Democracia

Assim que levou o tema ao plenário, na última terça, Ayres Britto afirmou que "não há que se falar de propaganda antecipada nos jornais. Pelo contrário. É bom que o candidato exponha sua opinião em época eleitoral, que é o clímax da democracia. É um período que deve ser aproveitado para que a população conheça seus possíveis candidatos e que se tornarão candidatos mesmos".

No dia, Britto sofreu resistência de três ministros: Ari Pargendler, Eros Grau e Marcelo Ribeiro. Os dois primeiros, porém, não estavam presentes ontem, substituídos pelos ministros Ricardo Lewandowski e Fernando Gonçalves.

Ambos votaram com Ayres Britto, que também foi seguido por Joaquim Barbosa, Caputo Bastos e Felix Fischer. Marcelo Ribeiro, que já havia demonstrado descontentamento com a mudança, foi o único vencido.

Ainda no dia em que apresentou sua idéia, Ayres Britto chegou a dizer que a resolução do TSE significava o seguinte: "Mãe, posso ir na piscina? Sim, tesouro, mas não vai se molhar". Ontem, Caputo Bastos afirmou que a mudança deixa claro que o que se pune é o "abuso, não o uso". "Temos que raciocinar que o ilícito é a exceção e não a regra", afirmou.

Os ministros resistentes alegaram que o "polêmico debate" sobre a possível mudança só valeria por 11 dias. Ontem, Ayres Britto respondeu: "Ainda que seja por 11 dias, não se pode perder um minuto sequer para a gente afirmar a liberdade de pensamento, de informação".

Fonte: Folha On Line - 27/06/2008
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Decisões contra jornais representam "censura de toga", diz especialista - Folha de São Paulo

CENSURA DE TOGA

Da Folha Online:

As recentes decisões da Justiça Eleitoral contra jornais e revistas que publicaram entrevistas com pré-candidatos a prefeito de São Paulo representam a "censura de toga". A avaliação é da professora de Ciências da Comunicação Maria Cristina Costa, da USP (Universidade de São Paulo), em referência ao traje utilizado pelos juízes. Especialista em censura, a professora diz acreditar que a Justiça deve existir para que as pessoas usufruam dos seus direitos e não para fazer censura prévia.

"A Justiça está facultando o direito de uma pessoa de avaliar o que pode ir a público. Como é que um juiz pode saber o que se pode dizer a respeito de uma pessoa? [...] A Justiça está sendo usada como censura prévia, antes das coisas acontecerem, antes de se verificar os fatos", afirmou a professora.

Ontem, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) liberou a publicação de entrevistas com candidatos e pré-candidatos.

Para Maria Cristina, a decisão é um "recuo muito bom". "É uma forma de a Justiça Eleitoral se redimir e colocar em discussão qual é o papel da Justiça: assegurar o direito de liberdade de expressão e ao mesmo tempo garantindo às pessoas o direito à resposta ou uma indenização em caso de danos", disse.

A publicação de entrevistas com pré-candidatos a prefeito entrou em discussão no último dia 17, quando a Justiça Eleitoral acolheu duas representações propostas pelo Ministério Público Eleitoral e multou a pré-candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, a Folha e a Editora Abril. A Justiça considerou as entrevistas realizadas com a ex-prefeita como "propaganda eleitoral" antecipada.

Em uma outra decisão, Editora Abril foi novamente foi multada por publicar entrevista com o prefeito Gilberto Kassab (DEM), também multado.

Com a decisão de ontem do TSE, candidatos e pré-candidatos às eleições municipais podem conceder entrevistas jornalísticas e participar de debates e encontros antes do dia 6 de julho, quando começa a propaganda eleitoral. Com a mudança, os entrevistados podem falar sobre suas propostas de governo sem que as entrevistas sejam consideradas propaganda eleitoral antecipada.

"A entrevista de um candidato em um período pré-eleitoral é extremamente esclarecedora, porque é na entrevista que o candidato vai falar aquilo que o público quer saber e não aquilo que ele quer dizer. E nós não ficamos numa posição passiva aceitando tudo o que eles querem falar, da maneira que querem falar e quando querem falar", disse Maria Cristina.

Retorno à ditadura

Para o advogado Everson Tobaruela, presidente da Comissão de Direito Político e Eleitoral da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo, a proibição de publicação de entrevista com candidatos é uma forma de retornar à ditadura que existiu durante o regime militar.

"Nós não temos liberdade de imprensa, nós temos obrigação de informar o eleitor. E a informação que interessa o eleitor é quais são as propostas de governo. Isso [o momento atual] não é mais ditadura e nós estamos voltando para o regime militar, só que tecnicamente nas mãos de alguns juizes do tribunal eleitoral. Isso é muito ruim", afirmou.

Na avaliação de Tobaruela, o TSE "choveu no molhado" ao liberar que candidatos falem de seus programas de governo em entrevistas, pois a resolução que trata sobre propaganda eleitoral já permitia a "manifestação" dos políticos.

"Teoricamente, o TSE repetiu aquilo que já estava na resolução. A única mudança é que falava em 'manifestação' e eles inseriram 'entrevista'. Mas, tecnicamente, se você pode fazer a manifestação que é um ato unilateral é claro que a entrevista tem muito menos propósito [de propaganda], porque é muito mais de cunho jornalístico", afirmou.

Para o presidente nacional da OAB, Cezar Britto, a decisão do TSE de distinguir entrevista jornalística de propaganda eleitoral repõe o princípio democrático e constitucional de liberdade plena de expressão.

"A decisão do TSE afasta as nuvens sombrias de autoritarismo que ameaçavam ofuscar a campanha eleitoral e a gerar jurisprudência nociva e obscurantista. A vitória é da democracia e do povo brasileiro", afirmou Britto, por meio de nota.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 27/06/2008

Roubei a bicicleta do Dihelson com paisagem e tudo


Andava de bobeira quando vi esta bicicleta dando sopa. Perfeita. Na moda. Aquele mito consumista que todo coitado deseja. Sem ninguém perto, apenas o porto e a ponta do mucuripe juntando dois séculos de Fortaleza. Bicicleta de marchas, selim anatômico, a cor rubra dos desejos, o garfo preto, uma verdadeira oferta para este transeunte anêmico. Desprovido de bens e rico de vontades. A bicicleta dando sopa.

Mas o ato não se consumia. A paisagem dispersava o a fazer. O porto do mucuripe, seus moinhos, sua porta para o mar, por onde as primeiras janelas do distante mundo se abriram. Por onde os mascates da beira mar traziam o contrabando de bar em bar. Cigarros americanos, whisks escosês, perfume francês, isqueiro, gravatas e sedas. Naqueles prédios do horizonte as fantasias meretrizes, as dunas escorregadas e o futuro na praia que assim denomiram.

A ponta do mucuripe, sua colônia de pescadores. As velas que carregaram o Ceará pelo cancioneiro popular brasilerio. Os pescadores heróis do dia-a-dia e da história, que de lá partiram como um Odisseu por mares bravios. Aportaram no centro da capital brasileira para a conquista dos direitos sociais dos pescadores. Aquela mesma odisséia que o grande Orson Welles tentou filmar.

Então na dispersão que me encontrava, na confusão em que me encontrava, roubei a bicicleta com paisagem e tudo.

Pedro

O ritual repetia-se quase que diariamente. Um pobre verdureiro, geralmente no horário do almoço, deslocava-se penosamente até a igrejinha do Pimenta. Galgava a rampa do templo fechado àquelas horas e, na entrada da capela, improvisada de púlpito, solenemente retirava de uma tosca sacola, nobres vestes que ele mesmo fabricara. Paramentava-se, cuidadosamente, com toda solenidade que o momento exigia. De início, se enfronhava numa alva talar que lhe cobria os pés, perceptível a forma artesanal da fabricação pela sujidade em alguns pontos da indumentária e pelo amarrotado do tecido. Encilhava depois um cíngulo branco à cintura e apunha uma estola vermelha sobre os ombros, que lhe caía delicadamente sobre o peito. Tomava, então, às mãos um livro antigo e punha-se a pregar numa linguagem intraduzível, talvez um dialeto do sânscrito, para uma platéia completamente imaginária. Terminado o culto, recolhia os paramentos e voltava ao trabalho, com um ar feliz, renovado , como se imerso em gotículas do sagrado.

Vi-o diversas vezes nas suas atividades sacerdotais, tantas que terminei por embotar os olhos com as sombrias tintas da normalidade. Hoje, soube que nosso padre já não prega nas paragens terrestres e, estranhamente, senti o meu dia oco e a paisagem do Pimenta sem o seu habitual verdor. Nem sequer sei o seu nome. Vou batizá-lo de Pedro, em homenagem àquele primeiro sacerdote que de pescador de peixes, viu-se na complexa missão de transformar-se em pescador de almas.

Os transeuntes sequer lhe davam atenção, o tinham por louco. Anestesiados pelo curare do cotidiano , crucificados nos ponteiros do relógio, passavam sem perceber o mundo que palpita e ferve à sua volta. Por outro lado, o nosso Pedro sequer olhava a inexistente multidão que deveria atentar para seu sermão, compenetrado, olhos analfabetos fitos no livro, continuava a celebrar o rito com uma aparência de plácida gravidade. Como se todos os fiéis deste mundo ouvissem devotos, e hipnotizados sorvessem sua pregação. Havia algo de profético naquela figura excêntrica que passava a manhã enchendo de verde o mundo e ainda se via impelido em semear o sagrado e difundir o mágico. Como um João Batista redivivo fez-se mais uma voz que clamava no deserto. Pregando fora do templo, como que buscava endireitar os caminhos do Senhor: fugir da pompa e da gala e procurar Deus no irmão que sofre na manjedoura e na criança faminta que chora na favela. Pregava de costas para o templo e de frente para o misterioso e enigmático mundo que se abria à sua frente.

Pedro talvez nem tenha percebido como são ínvias e espinhosas as veredas da profecia. João Batista simples, vestido em pele de animais, decapitado sem piedade por Salomé; Elias perseguido sem trégua e misteriosamente desaparecendo na sua carruagem de fogo e Isaías desacreditado e serrado ao meio com seus serafins. Todos encorpando o destino inflexível dos profetas: a incompreensão, a fama de louco, o martírio. Todos cientes também que montados no corcel do futuro falavam a incompreensível língua do porvir. E mais, que há bem mais verdade na sua pregação visionária do que nas palavras jogadas boca para fora por muitos filisteus travestidos de pastores. Aqueles mesmos que um dia já foram expulsos a chicotadas do templo, por venderem abertamente uma mercadoria que simplesmente não possuíam: a esperança.

J. Flávio Vieira

Coletivo Camaradas solicita posicionamento de Vereadores

Reunião do Coletivo Camaradas será dia 30, na Câmara dos Vereadores do Crato, às 18h30.

Continua a luta dos artistas do Cariri contra a exclusão no Palco Principal da Expocrato e pela moralização e criação de políticas públicas para o segmento da música em eventos financiados pelo Poder Público. O movimento iniciado pelo Coletivo Camaradas solicitou formalmente a Câmara Municipal do Crato o posicionamento dos Vereadores em relação a discussão. Circula na Internet e entre os artistas uma carta aberta ao Governo do Estado do Ceará exigindo a abertura imediata de seleção pública ( Edital) para contratação de bandas e artistas. Mais que a participação dos artistas locais na Expocrato, o Coletivo Camaradas propõe a criação de políticas publicas para o setor pautada pela diversidade musical, contrapondo-se ao monopólio da indústria cultural que oferece ao grande público repertórios de degradação e alienação cultural que fazem a apologia ao machismo, a homofobia, vulgarização sexual, a violência e as drogas.
Os artistas se reunirão novamente na próxima segunda-feira, dia 30 de junho, as 18h30, no Plenário da Câmara de Vereadores do Crato. A reunião é aberta para todos que queiram contribuir com o movimento.

Serviço:
www.coletivocamaradas.blogspot.com

Nota da AFAC ao Blog do Crato - Por Wilton Dedê

"Em Solidariedade à Luta dos Artistas Locais para a Expocrato."


Amigo Dihelson,

Vimos acompanhando de perto a árdua luta dos artistas cratenses por espaço na maior festa popular do nosso município. Observamos que al longo dos anos a nossa festa se enche de motivos alheios à nossa história, à nossa cultura e ficamos a nos perguntar: Ainda somos a “Terra da Cultura”? Se formos, onde ela andará?

Nós que fazemos a AFAC - Associação dos Filhos e Amigos do Crato temos uma opinião muito clara à chegada desses motivos estranhos aos nossos valores: eles são bem vindos e até certo ponto necessários, desde que não tomem o lugar dos nossos motivos culturais. São bem vindos porque a nossa festa é regional como o próprio nome diz – EXPOSIÇÃO CENTRO NORDESTINA DE ANIMAIS E PRODUTOS DERIVADOS, mas não podemos substituir aquilo que é nosso.

No entanto, ao longo do tempo, assistimos o sufocar de muitas de nossas tradições as quais sempre estiveram presentes à festa. Aqui falamos especificamente da situação dos músicos e dos grupos populares como chamam as elites. Quer seja pelo curto e mal aparelhado espaço dado a estes artistas, quer seja pelo curto e desrespeitoso aparelhamento e espaço cedido aos músicos da região.

O protesto que ora vemos, embora heróico, veio com muito atraso. Talvez fruto da passividade do cratense, pois somos gente ordeira e responsável. Porém, já devíamos ter levantado essa bandeira muitos anos antes, pois sabemos que esse problema e essa pendenga são antigos. Mesmo assim somos da opinião de que “ANTES TARDE DO QUE NUNCA”.

É necessário destacar que a cidade de Crato é conhecida nacionalmente pelo talento e qualidade profissional dos nossos artistas e pela beleza e singularidade das nossas manifestações populares. São eles que levam o nome do Crato aos mais longínquos recantos desse país, e do mundo. A Banda Cabaçal dos Irmãos Anicetos se apresentaram em Paris, capital mundial da cultura, ano passado. Os nossos artistas são os grandes responsáveis pelo título que temos de “TERRA DA CULTURA”. Portanto, esse desrespeito é injusto e descabido.

Por esse motivo, nós que fazemos a AFAC – ASSOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO CRATO, entidade que congrega filhos e amigos do Crato residentes em Fortaleza-Ceará, queremos neste ato, unir forças com todos aqueles que direta ou indiretamente conjuminam da idéia de que a comissão organizadora da EXPOCRATO tem o dever de assumir o compromisso e a responsabilidade de abrigar de forma respeitosa e profissional atrações regionais e, principalmente, shows e apresentações de artistas da cidade de Crato, no palco principal da festa da Exposição (EXPOCRATO). Não queremos exclusividade no espaço, queremos somar. O Crato merece ver os seus filhos participarem da sua festa maior.


AFAC – ASSOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO CRATO
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AFAC apoia movimento em defesa dos artistas

Amigo Dihelson,

Vimos acompanhando de perto a árdua luta dos artistas cratenses por espaço na maior festa popular do nosso município. Observamos que ao longo dos anos a nossa festa se enche de motivos alheios à nossa história, à nossa cultura e ficamos a nos perguntar: Ainda somos a “Terra da Cultura”? Se formos, onde ela andará?

Nós que fazemos a AFAC - Associação dos Filhos e Amigos do Crato temos uma opinião muito clara à chegada desses motivos estranhos aos nossos valores: eles são bem vindos e até certo ponto necessários, desde que não tomem o lugar dos nossos motivos culturais. São bem vindos porque a nossa festa é regional como o próprio nome diz – EXPOSIÇÃO CENTRO NORDESTINA DE ANIMAIS E PRODUTOS DERIVADOS, mas não podemos substituir aquilo que é nosso.

No entanto, ao longo do tempo, assistimos o sufocar de muitas de nossas tradições as quais sempre estiveram presentes à festa. Aqui falamos especificamente da situação dos músicos e dos grupos populares como chamam as elites. Quer seja pelo curto e mal aparelhado espaço dado a estes artistas, quer seja pelo curto e desrespeitoso aparelhamento e espaço cedido aos músicos da região.

O protesto que ora vemos, embora heróico, veio com muito atraso. Talvez fruto da passividade do cratense, pois somos gente ordeira e responsável. Porém, já devíamos ter levantado essa bandeira muitos anos antes, pois sabemos que esse problema e essa pendenga são antigos. Mesmo assim somos da opinião de que “ANTES TARDE DO QUE NUNCA”.

É necessário destacar que a cidade de Crato é conhecida nacionalmente pelo talento e qualidade profissional dos nossos artistas e pela beleza e singularidade das nossas manifestações populares. São eles que levam o nome do Crato aos mais longínquos recantos desse país, e do mundo. A Banda Cabaçal dos Irmãos Anicetos se apresentaram em Paris, capital mundial da cultura, ano passado. Os nossos artistas são os grandes responsáveis pelo título que temos de “TERRA DA CULTURA”. Portanto, esse desrespeito é injusto e descabido.

Por esse motivo, nós que fazemos a AFAC – ASSOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO CRATO, entidade que congrega filhos e amigos do Crato residentes em Fortaleza-Ceará, queremos neste ato, unir forças com todos aqueles que direta ou indiretamente conjuminam da idéia de que a comissão organizadora da EXPOCRATO tem o dever de assumir o compromisso e a responsabilidade de abrigar de forma respeitosa e profissional atrações regionais e, principalmente, shows e apresentações de artistas da cidade de Crato, no palco principal da festa da Exposição (EXPOCRATO). Não queremos exclusividade no espaço, queremos somar. O Crato merece ver os seus filhos participarem da sua festa maior.

AFAC – ASSOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO CRATO

Conselho da Mulher

Caro amigo Dihelson,

Sei que você é um homem consciente e preocupado com as causas sociais, venho por meio deste lhe pedir uma ajuda.
O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher Cratense, entidade que existe há 14 anos, passa por muitas dificuldades, mas nunca deixamos de ajudar nossas mulheres, todos sabem como nossa região e extremamente violenta contra as mulheres, mas não deixamos as amarguras, problemas, a falta de verbas impedir nosso trabalho.
Temos um convênio com a prefeitura de R$ 300,00, que recebemos sempre em atraso.
O que queremos te pedir é que você ,que tem um canal aberto com o prefeito, intercedesse num oficio que foi entregue há quase 2 meses e até agora não obtivemos resposta, neste ofício
pedimos um computador completo c/ impressora e um sofá, mas parece que a prefeitura não se preocupa com a nossa realidade, está mais preocupada em fazer festas.Precisamos do computador para fazer nossos encaminhamentos, oficios, etc.
Será que realmente a prefeitura não pode dispor disso para uma entidade que luta pelos direitos da mulher?
Sendo que somos 52% da população do Crato.
É uma vergonha esse descaso.
Será que nem a primeira dama se preocupa com a realidade dura e cruel que passamos?
As mulheres que fazem parte do conselho trabalham de graça, voluntariado.
Não queremos muita coisa so queremos que a prefeitura dê um computador c/ impressora , de preferencia com entrada usb, e um sofá .
Dihelson, será que você, um ser preocupado com nosso município, pode nos ajudar nesta luta?

Agradecemos muito.

Seminàrio Direitos Humanos, Sexualidade e Orientação Sexual

A Galosc ( Grupo de Apoio a Livre Orientação Sexual do Cariri) convida a todas e a todos para Seminário "Direitos Humanos, Sexualidade e Orientação Sexual - Construindo a Igualdade de Gênero" que acontecerá nos dias 01º e 2 de julho , no SESC de Juazeiro do Norte.
Este evento faz parte da Parada do Orgulho GLBT do Cariri da Diversidade , que acontecerá dia 04 de julho de 2008, em Juazeiro do Norte, a partir das 15h na praça do Triangulo Crajubar.


PROGRAMAÇÃO

Dia 01º de julho de 2008
Primeira Noite
Tema :Direitos Humanos , Sexualidade e Orientação Sexual.

18:00h
credenciamento
19:30
Abertura com Composição de Mesa
20h
Palestra de Abertura : Drª Salete Maria- URCA
20:30h
Debate sobre sexualidade e orientação Sexual : Ms Roberto Marques- Antropologo- URCA
Ana Paula Macêdo - Assistente Social
21:30
Encerramento


Dia 02/07/08
Segunda Noite
"Construindo a Igualdade de Gênero"

Palestrantes/ debatedores
Dr. Fabio Rodrigues- URCA
Orlando Pereira- Colaborador Voluntário da Galosc
Gorett Gomes - Presidente da Liga Brasileira de Lésbicas -Seção Nordeste

21h
entrega dos Certificados
21:30
Coquetel de Encerramento


Esperamos Contar com a sua presença nesse momento tão importante para os GLBTs.

EM DEFESA DA EXPOCRATO

O Coletivo Camarada é a forma organizada de luta dos artistas caririenses por um espaço de sua arte na Exposição Agropecuária do Crato (EXPOCRATO). Evento relevante da atual cultura nordestina. Especialmente a cultura interiorana que se manifesta com muita força nos meses de junho e julho. A EXPOCRATO é um exemplo clássico da "USURPAÇÃO" da coisa pública por grupos privados em associação com "REPRESENTANTES" do governo.

A EXPOCRATO tornou-se uma festa que depende do Governao Estadual. Ele é o principal meio balizador da programação e da aplicação dos recursos da festa. Em síntese por via indireta, pois tudo é terceirizado, o governo é quem define quem se apresentará e quem não o fará.

Aliada ao fato, para estranhamento maior ainda, surgiu nos jornais do Brasil inteiro, inclusive aqui no Rio, que o sogro do Governador do Ceará tinha como "sonho" ser indicado para conduzir a EXPOCRATO. E o sonho realizou-se. Ele, portanto gente da família do governador é aquele que dirige a festa. NESTE CASO O RESPONSÁVEL PELA EXCLUSÃO DOS ARTISTAS LOCAIS.

Toda a luta do Coletivo Camarada tem o maior sentido. A EXPOCRATO não é uma invenção de uma geração apenas, não é uma promoção de grupos empresariais e menos ainda uma coisa de governo. A EXPOCRATO é um patrimônio cultural e econômico do povo do Cariri, construído ao longo de várias gerações sobre a base real de sua vida coletiva.

Assim como os candidatos às próximas eleições costumam ampliar o debate sobre temas relevantes, é bom que todos repercutam e tratem de corrigir o desvio da programação cultural do evento. Os atuais prefeitos e vereadores da região têm que emitir notas solidárias com a mudança na programação e a favor da inclusão dos artistas regionais na programação do palco principal.

A mídia regional tem uma grande tarefa ao dar voz ao Coletivo Camarada e que esta repercuta na política estadual. Os blogs da região poderiam escolher um mesmo dia e todos postarem uma mesma nota, construída conjuntamente sobre esta questão.

Por último: é importante mostrar a cara. Fazer faixas, soltar notas, distribuir panfletos. É preciso criar uma voz popular para que este conluio deletério da cultura loca se desfaça e no seu lugar se crie algo mais democrático.

Hoje no DN - ELEAZAR DE CARVALHO - O festival do clássico

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Apresentação realisada o ano passado na nona edição do Festival Eleazar de Carvalho, na Universidade de Fortaleza: concertos, recitais e oficinas (Foto: Gustavo Pellizzon)

A Unifor sedia, mais uma vez, a nova edição do Festival Eleazar de Carvalho

A música “Aleluia”, de Randall Thompson (1899-1984), abre o Festival deste ano, no próximo domingo, no Teatro Celina Queiroz. Será a trilha sonora para o desfile de professores, uma tradição no evento. Em seguida, é a vez da apresentação do trio de cordas da Escola Maestro Eleazar de Carvalho, de Iguatu. O violinista Everton Praxedes de Souza, o violista Hemerson Praxedes de Souza e o violoncelista Ítalo Rafael Nogueira vão executar músicas do repertório de Joseph Haydn (1732 - 1809), incluindo “Divertimento nº 113 em “D” maior”, “Hoboken XI: 113”, “Adágio”, “Allegro di molto” e “Menuetto” (Allegreto).

Na solenidade de abertura, assim como na edição passada do Festival, vai ser exibido o filme “Tributo ao Maestro Eleazar de Carvalho”, que passeia sobre um pouco da vida e da obra do ilustre cearense. “É uma homenagem pelo trabalho e a herança que ele deixou. É importante esta nova exibição do filme, até porque tem alunos novos que ainda não conhecem a trajetória do Eleazar”, justifica Sonia Muniz de Carvalho, diretora Artística do evento e viúva do maestro.

Uma extensa programação marca a décima edição do Festival. O evento deste ano contempla apresentações de concertos sinfônicos, recitais, cursos de instrumentos musicais (violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarinete, fagote, oboé, trompa, trompete, trombone, Percussão), cursos de dança e coreografia, canto e técnica vocal, regência de coro, regência de banda, música de câmara, história da música e história da arte. Além disso, mais um grande espetáculo a céu aberto marca o encerramento do Festival, que este ano acontece no dia 20 de julho.

Esta edição do Festival promove uma comemoração do centenário da imigração japonesa no Brasil, com a participação do maestro Daisuke Nagamine. Ele faz parte da programação na terceira semana do Festival, dando continuidade ao trabalho do maestro Lanfranco Marcelletti, ministrando as aulas na oficina de Regência de Orquestra. No encerramento do Festival, o maestro japonês também vai assumir a regência do concerto dos estudantes do evento.

Os 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil também serão lembrados este ano, com a utilização de músicas de alguns compositores que desembarcaram no país a convite de D. João VI. E, pelo quarto ano consecutivo, o Festival Eleazar de Carvalho acontece no Campus da Universidade de Fortaleza. “A Unifor é um cartão de visitas do nosso Festival. Além de adequado para todas as atividades, o local é muito bonito”, diz a diretora. “A Unifor também nos dá o maior apoio, todos vibram com evento. E, como resultado desta torcida, o Festival Eleazar de Carvalho tem tido um eco muito positivo”, completa. Depois de dez anos de estrada, o Festival já colhe bons frutos deste trabalho de formação, do investimento no talento dos músicos brasileiros. “Um de nossos alunos, o Francisco Daniel, se tornou exemplo para nossa juventude. Ele participou das todas as edições do Festival, como aluno de Robert Black. Destacou-se ao longo do tempo, passou um ano como professor da Escola de Iguatu e, em seguida, foi aprovado no concurso para primeiro contrabaixista da Orquestra Profissional da Bahia”, informa. Francisco Daniel volta para o Festival deste ano, participando dos dois concertos - dentro da programação do evento - que serão realizados no Theatro José de Alencar, sob a regência do maestro Franco Marcelletti.

Bolsas de estudo

Segundo Sonia Muniz, assim como Francisco Daniel, muitos outros alunos conseguiram progressos a partir do Festival Eleazar de Carvalho. “O que eu esperava aconteceu: todos evoluíram bastante”, avalia. Recentemente, a diretora artística acompanhou, em Nova Iorque, a apresentação do flautista cearense Tiago Alves. Depois de passar pelo Festival, o flautista conseguiu, no ano passado, uma bolsa para estudar nos Estados Unidos, onde vem alcançando grande destaque.

Além de Tiago Alves, outros dois alunos da edição passada foram contemplados com bolsas de estudo no exterior, o oboísta paraense Moisés Pena e o regente paulista Rafael Palace Luz. “O Festival oferece muitas oportunidades”, conclui a diretora. Só no ano passado, o evento contou com 380 alunos inscritos, de todos os lugares do país. Mas o número de estudantes é ainda maior quando se considera uma categoria especial, a dos alunos-ouvintes, aqueles que, mesmo sem estarem inscritos no evento, participam de algumas apresentações específicas.

Raízes americanas

O modelo do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza, vem de Tanglewood, um pitoresco recanto na cidade de Lenox, Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, onde Eleazar de Carvalho estudou na década de 40 e foi sucessor de seu mestre Sergei Koussewitzky. Depois, Eleazar trouxe a semente para outro pitoresco recanto, Campos do Jordão, onde a semente germinou. A mesma semente foi levada para Gramado, no Rio Grande do Sul; Itu, em São Paulo; e João Pessoa, na Paraíba.

Com a morte de Eleazar de Carvalho, Sonia Muniz de Carvalho fez a semente germinar também na capital cearense, uma maneira de atender um antigo sonho do marido, que era natural do Ceará. “Esta é uma homenagem que fiz através da Fundação Eleazar de Carvalho aos conterrâneos cearenses e nordestinos, que sempre tiveram um lugar especial no coração do grande Mestre”, explica.

O modelo do Festival se inspira na dicotomia festa e aprendizado. “Festa é o próprio Festival. É a festa musical constituída por eventos que são realizados em teatros, ao ar livre e igrejas, compreendendo apresentações de orquestras, conjuntos de câmara, óperas, recitais, corais e bandas”, comenta. Já o aprendizado, segundo ela, fica por conta do curso de extensão ministrado aos bolsistas durante o Festival, por 40 professores de diversos países, perfazendo uma carga horária de 120 horas.

“Aprendizado é também um acontecimento paralelo à festa musical, no qual se reúnem jovens estudantes numa ação comunitária de amizade e amor comum pela arte e tem a privilegiada oportunidade de dialogar com mestres e artistas executantes de reputação internacional”, completa a diretora. Segundo ela, os bolsistas também farão sua própria festa Festival, realizando seus próprios concertos.

FIQUE POR DENTRO

Trajetória do mestre Eleazar de Carvalho

Eleazar de Carvalho nasceu em Iguatu, em 1912. Ainda jovem, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi tocar tuba na Banda do Batalhão Naval. Mais tarde, quando estava com 27 anos, estreava sua primeira ópera, ´O descobrimento do Brasil´, no Teatro municipal do Rio. Um ano depois, receberia o diploma de maestro. Em 1946, uma nova mudança em sua vida, desta vez para os Estados Unidos. Lá, tornou-se doutor em música (1963) pela Washington State University. E fez doutorado em Letras e Humanidades, pelo Hofstra College, em Hempstead.

Nos Estados Unidos, Eleazar de Carvalho estudou regência com Sergey Koussevitzky, no Berkshire Music Center, em Massachusetts. Em 1947 dividiu com Leonard Bernstein a função de assistente do maestro Koussevitzky, que o sucedeu após sua morte, ficando até 1965. Também fez apresentações na Europa, estreando, em 1950, no Palais Beaux-Arts, em Bruxelas. No Brasil, atuou longamente como regente titular na Orquestra Sinfônica Brasileira, no Rio de Janeiro. Foi diretor artístico e regente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e fundador da cadeira número 32 da Academia Brasileira de Música.

Teve relevante atuação pedagógica tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, onde seu nome está intimamente ligado ao do Festival de Inverno de Campos do Jordão. Em seu tempo de vida, Eleazar de Carvalho era conhecido por seu temperamento forte e pelo vigor de seu fazer musical, respeitado tanto no repertório tradicional quanto em dois campos que ele sempre se empenhou divulgar: a música contemporânea e a brasileira.

Délio Rocha
Repórter


Mais informações:

Abertura do Festival Eleazar de Carvalho, neste domingo, às 18 horas, no Teatro Celina Queiroz (Unifor). Entrada gratuita. Informações: (85) 3477.3239.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste

O ANO EM QUE O “MILAGRE” ACONTECE: DINHEIRO E OBRAS NAS ELEIÇÕES


No ano das eleições um “milagre” acontece. Dinheiro e obras surgem do “nada” e começam a fazer realizações. Nesse sentido, as ruas e estradas são asfaltadas, as universidades recebem mais dinheiro para custeio, restaurantes populares são criados, escolas são reformadas etc. E tudo muito perto da data da eleição. O povo, coitado, ainda acredita que tudo isso é verdade e que as intenções são sinceras e puras. Mas, com um olhar crítico nos perguntamos: por que será que esse “milagre” não aconteceu antes? É verdade! A política moderna vem substituindo o planejamento estratégico. Em outras palavras, diria um crítico: “que plano que nada o que vale é a “estratégia” do voto”. Os recursos são aplicados (e/ou atrasam propositalmente) segundo a perspectiva de se ganhar o apoio das comunidades e de indivíduos influentes antes e bem próximo das eleições. E assim, durante vários anos o povo não vê a cor do dinheiro e nem das obras importantes. Mas, quando se aproxima as eleições, uma multidão se engaja em servir aos senhores da política e da politicagem. É dinheiro rolando em cascata e enchendo o pequeno recipiente (bolsos) de pobres criaturas esperançosas de um lugar ao sol (ninguém quer ficar excluído!).
Nesse contexto, as almas receptoras ficam “felizes” mesmo que iludidas. O imediatismo é a lógica que atrai multidões e faz manter o mundo ilusório da politicagem. Raros são aqueles que cobram projetos baseados em planos bem elaborados e estratégias viáveis. A maioria quer resolver imediatamente a sua necessidade sem importar se essa solução afetará ou prejudicará mais tarde uma população maior. E o dinheiro de onde vem? Poucos sabem de fato a sua origem. Será que vem dos cofres das políticas públicas que foram “acumuladas” pelas burocracias e espertezas administrativas de governantes inescrupulosos? Ou será que vem de financiamentos externos de cunho ideológico ou empresarial? É preciso nesse mundo ser bonzinho como uma pomba, mas prudente como uma serpente. A vida social raramente é governada pela intenção e planejamento de mentes brilhantes, mas por mentes astutas e negociadoras de interesses escusos. Um ou outro governante ou administrador segue a linha reta da ética e da boa intenção. Uma boa parcela faz alianças de interesses ideológicos ou financeiros. E as necessidades dos indivíduos governados são partes desse jogo frio e anti-ético.
O enriquecimento ilícito “com prosperidade para todos” é a intenção que acalma a frieza das decisões políticas inescrupulosas. Nesse sentido, a idéia de que “a política é a arte de governar” é uma bela retórica. Pois, a verdadeira política (a original) caminhava lado a lado com a ética. Hoje, a política é antagônica a ética. Elas não se conversam, não se combinam. Vivem em mundos diferentes e distantes. O povo é apenas uma peça no jogo de xadrez dos poderosos (?).

Prof. Bernardo Melgaço da Silva – bernardomelgaco@hotmail.com

Carta do leitor - O Blog do crato tá muito Pesado !

Caro Dihelson.Tenho acompanhado o Blog do Crato sempre, está nos meus favoritos. Só que já faz algum tempo que venho percebendo que ele está ficando muito pesado, e olha que minha conexão é de 1MB.Esse problema pode ser um template mal planejado, pode ser um código CSS não otimizado, ou muitas widgets na sidebar, imagens com tamanho de arquivo grande, javascript, etc. Desse assunto você entende mais do que eu. Eu como leitor assíduo so estou sugerindo algumas mudanças, você poderia por exemplo tirar aquele horário que tem ao lado, aquele auxílio a lista,dentre outras coisas. Espero que avalie com carinho, não é nada pessoal. Abraço.

* Se quiser fazer o teste de velocidade do seu blog clique no endereço abaixo:

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João Paulo Fernandes

Resposta:

Prezado João Paulo, concordo plenamente contigo. São as muitas widgets multimídia que fazem o Blog ficar tão pesado, e as inúmeras fotos da primeira página. Eu normalmente deixo as postagens de 1 semana na primeira página, porque as pessoas têm preguiça de ir para a segunda página lá em baixo. Acontece que tem semana que tem muito assunto, muita foto... e pra carregar isso tudo demora. Minha conexão também é de 1mb e se demorar muitos dias pra acessar demora. Só nao demora se vc acessar todo dia, porque aí forma cache no browser.

Amigo, infelizmente esse é o preço da qualidade. Ao acrescentar multimídia, fotos, vídeos, flash, etc, etc...vai começando a pesar. Os outros Blogs não tem muito isso, mas o Blog do crato é feito pensando no futuro, quando todos terão conexões de alta velocidade, o que se dará em muito breve.

Vai aguentando um pouco aí, e eu vou tentar reduzir os dias na página principal.

Um grande abraço, e obrigado pela dica!

Dihelson Mendonça