24 novembro 2008

Relembrando San Remo 1968 - Para José do vale Feitosa

Já que o Blog nesses últimos dias está meio "spaghetti", após a postagem de Zé do Vale logo abaixo, em que ele falou do festival de San Remo, Itália, 1968, eu me lembrei de uma música que faz um bom tempo que não escuto, e que acho uma boa composição, eternizada também por Roberto Carlos e que na época, foi muito querida pelo povo do Crato. Meus tios tinham esse compacto do "Rei" em San Remo... e quem não tem ? rs rs. Então, esta vai dedicada a todo mundo do Crato que viveu naquela época maravilhosa também, e assim como eu, adorava ver os discos do miolo laranja da CBS que tinha um rodarem na Radiola/Vitrola.



CANZONE PER TE


Composição: Sergio Endrigo

La festa appena cominciata è giá finita
Il cielo non è piu con noi
Il nostro amore era l'invida di chi è solo
La mia ricchezza la tua allegria
Perché giurare che sarà l'ultima volta
Il cuore non ti crederà
Qualcuno ti darà la mano
E com un bacio un'altra storia nascerà

E tu, tu mi dirai
Che sei felice come non sei stata mai
E a un'altra io dirò
Le cose che dicevo a te
Ma oggi devo dire che ti voglio bene
Per questo canto e canto te
La solitudine che tu mi hai regalato
Io la coltivo come um fiore (estribilho)

E tu, tu mi dirai
Che sei felice come non sei stata mai
E a un'altra io dirò
Le cose che dicevo a te
Ma oggi devo dire che ti voglio bene
Per questo canto e canto te
La solitudine che tu mi hai regalato
Io la coltivo come un fiore
Ma oggi devo dire che ti voglio bene
Per questo canto e canto te

Por: Dihelson Mendonça

3 comentários:

  1. Dihelson: este blog só é assim por tua causa. Animado, dado a polêmicas, versátil, uma verdadeira seleção do tempo. Ao mesmo tempo que construías a rede de blogs, tornavas o Blog do Crato numa praça de encontro. E fico cada vez mais vendo estes "jovens" das bandas entre 30 e 50 anos já caindo de saudades pelos seus tempo comprovadamente bem vividos. Certamente que o segredo não é a saudade, mas viver o minuto com todo a surpresa que ele nutre e com toda a realização com a qual nós, também, surpreendemos o tempo.

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  2. Dihelson, o momento é o espanto! É a surpresa de cada instante.
    A música é tudo isso ao mesmo tempo.
    Agradeço a você e a muitos aqui toda essa revolução que me trouxe a oportunidade de vibrar nas cordas do violão da saudade.

    Abraço.

    Claude

    P.S. E antes que eu me esqueça: sou noctívaga. Produzo à noite, penso melhor à noite e gosto de estar comigo à noite (já que não há como dividir de outra forma este meu momento de introspecção)...

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  3. Dihelson.

    Conzone per te e O gato ne blu.

    Guardei o compacto tão bem escondido que depois não soube onde foi. Amigo velho, pra quem como eu, andou nos corredores do Crato Tenis Clube ouvindo o Peixoto cantar acompanhado do Hildegardo e seu conjunto é um teste para o velho coração.
    Parabens Dihelson.

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