31 janeiro 2008

TEORIA PROPÕE UMA NOVA VISÃO DO CENTRO DA TERRA - Por: João Ludgero



TEORIA PROPÕE UMA NOVA VISÃO DO CENTRO DA TERRA

Há anos que os cientistas sabem que os continentes vagam pela superfície da Terra como icebergs no oceano. Mas o que acontece profundamente abaixo de nossos pés? Uma nova teoria propõe cemitérios de continentes e um ciclo de vida similar ao clima.

Hilmar Schmundt

Ele dispensa o ritual de encontro japonês. Cartões apresentados com as duas mãos, reverência, chá -não há tempo para tais formalidades. Afinal, tem que explicar a história do planeta, quase cinco bilhões de anos, em apenas uma hora.

"Oi, sou Shige", diz o pesquisador, acenando com as mãos no ar. Depois, entra em seu escritório no campus do Instituto de Tecnologia de Tóquio, lotado, com pilhas de papel, botas de caminhada, cartazes, amostras de rochas e um sofá com um saco de dormir. Shige é um entusiasta sem rédeas, pioneiro e matemático brilhante.

Seu nome completo é Maruyama Shigenori. No Japão, é costume referir-se ao nome de família primeiro. Maruyama é um colecionador apaixonado que reuniu 160.000 minerais e exibiu-os em um museu. Ele também é um dos principais geofísicos do mundo. Seus artigos acadêmicos estão entre os mais citados no campo, e seus trabalhos são encontrados em muitas bibliotecas de referência em geologia.

Ainda assim, apesar de seu amplo reconhecimento, este pesquisador japonês com 50 e muitos anos provoca controvérsias continuamente no mundo acadêmico, com suas hipóteses ousadas. Atualmente, ele está agitando as coisas com uma nova teoria fascinante sobre o ciclo de vida na crosta terrestre.

Maruyama está basicamente levando as idéias de Alfred Wegener ao próximo nível. Wegener era um explorador e meteorologista alemão que acreditava em 1912 que os continentes vagavam pela superfície da Terra -uma idéia que foi ridicularizada até por seus colegas de pesquisa mais próximos como "delírio" e de "sonho maravilhoso de um grande poeta". Só nos anos 60 os estudos do fundo do oceano forneceram provas irrefutáveis que o delirante geo-poeta estivera certo o tempo todo.

O interior da Terra mergulhado em mistério

Hoje, toda criança aprende na escola que os continentes são placas enormes à deriva no manto quente da Terra, como icebergs no oceano. Essa hipótese, entretanto, ainda não conta com uma fundação lógica e convincente. Ninguém foi capaz de explicar a mecânica de fato por trás do movimento e quebra das placas continentais.

O interior da Terra continua mergulhado em mistério. Até mesmo a superfície de Marte foi explorada mais extensivamente. Como a perfuração profunda pára depois de um máximo de 12 km, os outros 6.300 km até o centro da Terra continuam inacessíveis. Os pesquisadores acabam fazendo o papel de viajantes de poltrona, que contam uma viagem de Nova York à Patagônia, mas de fato só conhecem o caminho até Nova Jersey.

Ainda assim, Maruyama está convencido que compreende o que acontece abaixo de nossos pés: "A deriva continental que observamos na superfície da Terra tem sua contraparte no manto terrestre", explica o professor, gesticulando com os braços para demonstrar o destino dos continentes.

"Placas velhas e frias são empurradas para o manto da Terra nas margens continentais", explica. "Neste ponto, elas adquirem grande quantidade de ferro. Você pode imaginar algo similar à condensação da água." Pesadas pelo ferro, as placas afundam cada vez mais na rocha quente e derretida, até que atingem o sepulcro do manto da Terra. Ali, a uma profundidade de 2.900 km, elas finalmente param sua decida e acomodam-se em "cemitérios de placas". Este é presumivelmente o limite externo do centro da Terra, onde a temperatura é de 4.000 graus Celsius.

Sobem como rolha na água

Cheio de entusiasmo, Maruyama continua: "Mas os continentes invertidos não simplesmente descansam em seus cemitérios para sempre". Em vez disso, estão prestes a vivenciar uma súbita ressurreição. O calor e a pressão nas profundidades geram processos químicos que levam as placas a depositar sua carga de elementos pesados. Uma vez liberadas desse peso, tornam-se mais leves que seu entorno, levando-as a subir como rolhas na água. Resultado: acima dos túmulos das placas, no assoalho do manto derretido da Terra, um cogumelo de magma anormalmente quente chamado de pluma do manto progride para a superfície.
Eventualmente, o fluxo ascendente de rocha derretida atinge a crosta cristalizada e corta-a como uma solda. Os vulcões se formam, como os da Big Island no Havaí. Maruyama diz que a lava quente vermelha da ilha vulcânica vem diretamente de um cemitério de placa velha a 2.900 km abaixo da superfície, onde os restos de um antigo continente que se quebrou há 750 milhões de anos volta a superfície. Sua teoria postula a incrível história de retorno da rocha antiga das profundezas.

De acordo com Maruyama, o principal fator para a química do interior da Terra é o mesmo que determina o clima na superfície: água. As placas que afundam têm água do mar antiga presa em sua estrutura mineral -somente poucas partes por milhão, mas o suficiente para drasticamente modificar as características da rocha.

Mesmo quantidades minúsculas de água no antigo assoalho do oceano podem diminuir significativamente seu ponto de derretimento -e isso acelera seu eventual retorno à superfície. A água ajuda a rocha a perder sua carga de ferro pesado, aumentando sua capacidade de boiar.
Nada diferente do clima

Maruyama compara o ciclo de vida das placas com a circulação de água, que evapora, forma nuvens e volta a chover na terra. "Os pisos oceânicos correspondem mais ou menos às nuvens", diz ele, "e os cemitérios de placas nas profundezas são como corpos de água que são alimentados pela chuva. É aí que o magma sobe para formar novas nuvens novamente."
O geofísico então pinta um retrato tridimensional do planeta Terra em que, além dos continentes vagando na superfície, há espaço para uma "tectônica anti-placa" na base do manto terrestre. Uma "anti-crosta" profunda abaixo reflete em certo grau eventos na superfície, com "lagos" e "montanhas" e "rios" de rocha viscosa derretida.

Tais teorias podem fundamentalmente mudar nossa compreensão da Terra. "Uma série de livros escolares logo terá que ser revisada ou ao menos suplementada", diz Ulrich Hansen, do Instituto de Geofísica de Münster, Alemanha. "Até agora, o movimento das placas continentais tem sido geralmente descrito como um fenômeno de duas dimensões, mas hoje os especialistas concordam que é alimentado por movimentos de convecção tridimensionais profundos abaixo da superfície."

O grupo de pesquisa de Hansen está tentando testar teorias como a de Maruyama em supercomputadores. Os programas demoram até um quarto de ano para cuspirem os resultados. "Maruyama tem duas vantagens chave em sua localização", diz Hansen. "A primeira, o Japão tem os supercomputadores mais rápidos do mundo. Além disso, há um número incrivelmente grande de terremotos e estações de monitoração de terremotos."
Os terremotos e o poder de computação são os principais requerimentos para os pesquisadores que tentam juntar as peças para obter uma imagem de raio-X do interior da Terra. O princípio é simples: em um terremoto, as ondas sísmicas correm pelo manto da Terra. Leva um quarto de hora para a onda de choque viajar da Indonésia até a Alemanha. A duração dessa viagem revela muita coisa aos pesquisadores. As ondas ficam mais lentas em regiões quentes e viscosas, como as plumas do manto, e aceleram-se em objetos sólidos ou frios.
Forças da natureza -como o terremoto que atingiu Kobe em 1995 e matou quase 5.100 japoneses- são a principal fonte de dados de Maruyama. A nação-ilha fica em cima do cruzamento do Pacifico Ocidental de três enormes placas que se chocam como carros em um acidente na estrada: as placas tectônicas do Pacifico, Austrália e Eurásia. Sob seus pés, ele assume que há um enorme cemitério de placas com os restos do piso do Oceano Pacífico.
"Novas formas de vida"

Muitos detalhes dos cemitérios de placas continuam controversos. Qual a viscosidade da rocha? Quais reações químicas são possíveis? Essas perguntas são particularmente difíceis de resolver devido às temperaturas infernais e à pressão do manto inferior da Terra -condições que não podem ser realisticamente reproduzidas em laboratório.

Enquanto os especialistas estão ocupados debatendo tais questões, Maruyama há muito partiu para outra. Está trabalhando em uma fórmula global para um vasto novo campo de estudo que incluiria dezenas de disciplinas colaborando para produzir um retrato geral da Terra.
Um novo instituto, chamado Centro da Planetologia da Bio-Terra será inaugurado em 2009, totalmente dedicado a criar um novo conceito de vida no espaço. Terá mais de 200 pesquisadores e um orçamento de mais de US$ 158 milhões (em torno de R$ 300 milhões) por nove anos. E, é claro, Maruyama será o diretor cientifico.

Ele tem metas ambiciosas. Por exemplo, quer descobrir se os continentes vão se fundir novamente em 250 milhões de anos para formar um único super-continente; como meteoritos mudam a composição química da Terra; e qual conexão entre a temperatura do planeta e seu campo magnético. "Isso", explica Maruyama, "protege as plantas e animais de serem bombardeados com radiação cósmica, o que por sua vez influencia o índice de mutações e o desenvolvimento de novas formas de vida."

Enquanto conecta os pontos entre a astronomia e as ciências da vida, surge uma imagem ampla que engloba planetas inteiros, que agora parecem super-organismos vivos.

Ele acredita que a expansão do estudo das ciências da vida até o centro de nosso mundo e as profundezas do espaço ajudará a encontrar parentes distantes de nossa própria Terra -planetas que poderão também sustentar a vida.

Ai galera, é bom lembrarmos que os conceitos estão ai para serem questionados, pois até mesmo a geologia é os geofísicos estão abandonando o POSITIVISMO.

Saudações Geográficas!

João Ludgero
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Um comentário:

  1. peço ajuda para divulgar este trabalho.

    Teorias: origem, essência, transformação da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros


    O professor e pesquisador Ancelmo Luiz Graceli apresenta a seguir teoria do universo fluxonário estruturante a partir do espaço denso, e teoria da energeticidade e radiação.

    Apresentação: São duas novas teorias dentro da física: a primeira - que trata da origem do universo, da origem da matéria, o fluxo de processos e estruturação que ocorre a partir do espaço denso; já a segunda teoria - onde dá novas respostas, causas e fundamentações para todos os fenômenos da matéria e astros com duas causas, que são a energia e radiação produzidos pelo próprio astro.

    Introdução a Origem do Universo: O Universo não surgiu de um ponto central para fora, por meio de uma grande explosão, mas sim o Universo surgiu de fora para dentro, ou seja, o espaço denso foi se aglutinando até formar a matéria e a energia, para depois se formar os astros. Segundo esta teoria, o espaço que se pensa que é um vazio, na verdade, possui densidade, e que, por aglutinação, vai sempre mais se densificando, até formar-se em bolhas, de onde vai dar surgimento à matéria, por isto que a matéria é infinitamente divisível. Assim, a Teoria do Universo Fluxonário Estrutrante consegue dar uma fundamentação à origem da matéria, da energia e dos astros.Vemos que, pela teoria da grande explosão e expansão, não é possível ser provado a quantidade de matéria que existe no Universo, sendo originado por um ponto ínfimo.

    Universo Fluxonário Estruturante - Com a matéria e a energia já densificadas, surgem as bolhas de energia que dão início à formação dos primeiros astros, às nuvens de gases, às galáxias e aos aglomerados, ou seja, o Universo tem uma origem que inicia pelo espaço denso, passa pela fase de bolhas de energia até se tornar matéria, para depois formar os astros. A partir da fase de astros, o mesmo continua o seu processo numa segunda fase, produzindo as fusões nucleares nas estrelas, aumentando o processamento de energia, temperatura e radiação, onde será expelido parte da sua energia e matéria no espaço, onde formarão a temperatura, a radiação, a atmosfera, os anéis que se reagruparão e se esferificando, formando astros menores, no caso, planetas por estrelas, satélites por planetas e outros. Por isto que o Universo é um infinito fluxo de construção, desintegração e processamento, que sempre outros astros se formarão a partir de outros maiores e com mais energia, com menos intensidades de fenômenos e com menos dinâmica. Logo, este Universo tende a ser lento, enquanto outros em outros pontos do espaço se encontram em outras fases. Por isto que é encontrado aglomerados de nuvens de gases no espaço.

    Enquanto uns se encontram numa fase mediana, que é no caso o nosso, outros se encontram mais envelhecidos e mais lentos, na fase final. E outros ainda, com mais dinâmica e mais energia, que se encontram na fase inicial.

    Universo em Rotação - O Universo não se encontra em expansão, mas sim em rotação, translação e afastamento mínimo, se considerar o afastamento anual do Planeta Terra em relação ao Sol não chega a um metro. Tal situação é provada matematicamente pela Teoria da Energeticidade e Radiação. Na verdade, o que dá o sentido aos observadores de que as galáxias estão se afastando é o efeito Doppler, onde dá uma cor vermelha, que é a cor para o afastamento, quando se observa algum objeto luminoso se afastamento, porém, esta cor é observada quando qualquer objeto luminoso se encontra em rotação e translação. Foi a partir daí que levou a concepção da formação da Teoria da Expansão do Universo, e mais tarde a concepção da grande explosão.

    Contestação - se o Universo estivesse em expansão, considerando o tempo de vida do Universo e que todo movimento inicial e maior não seria possível de ver nenhuma estrela no espaço. O outro ponto é que dá a aparência no espaço de que todos estão se afastando em relação a nós aqui na Terra, seria como se nós estivéssemos no centro do Universo, e isto seria uma grande coincidência. Outro aspecto se constitui na seguinte cogitação: como um ponto ínfimo teria tanta matéria? Como último ponto - de onde e de que surgiu a matéria? (não consegui reparar a gramática sem alterar o sentido – desenvolve você).

    A Teoria do Universo Fluxonário Estruturante defende que o Universo se encontra em fases, e, enquanto uns já estão numa fase mais avançada, outros estão iniciando, e que o Universo se encontra em afastamento mínimo, em rotação e translação.

    A Teoria da Energeticidade e Radiação - Através da procura para uma só explicação dos fenômenos da natureza que englobasse a origem das estrelas, dos planetas, dos satélites, dos cometas, dos asteróides, dos anéis, das atmosferas e dos outros fenômenos, como as órbitas, a rotação, a translação, o distanciamento, as fusões naturais, as atividades tectônicas, a origem e a evolução da matéria e da energia, dentre outros, cheguei à conclusão de que a energia é a responsável pelo processamento dos fenômenos, e que a energia e a matéria, por sua vez, se originam do espaço denso. Ou seja, o espaço denso produz a estrutura - que é a matéria, e produz o agente propulsor - que é a energia. No mais, constatei que a energia é a responsável pela dinâmica e pela órbita dos astros, porém, a dinâmica e a órbita passam por três fases, sendo elas:

    Primeira: A Inicial - ocorre quando o astro se origina do primário, no caso - o Planeta do Sol. Nesta fase, o primário tem grande influência sobre o secundário, e a translação é grande, já a rotação é mínima; a órbita tem uma excentricidade, enquanto a inclinação tem uma irregularidade média. Isto se confirma de Mercúrio a Vênus.

    Segunda: A Mediana - ocorre quando o astro já saiu de perto do primário e passa a desenvolver a sua dinâmica pela sua própria energia e radiação. Nesta fase, a translação diminui progressivamente, enquanto a rotação aumenta conforme o diâmetro e a energia do próprio astro, e as irregularidades da excentricidade, a inclinação da órbita e rotação diminuem. isto se confirma do Planeta Terra até Netuno. Ressalte-se que o menos irregular e com mais rotação é Júpiter, por ser o maior entre os planetas, conseqüentemente, ainda conserva grande quantidade de energia em processamento.

    Terceira: A Final – nesta, o astro já se encontra com pouca energia e produção de radiação, levando ao mesmo a diminuir progressivamente a sua rotação e translação, porém, o seu comando também diminui, levando a aumentar as suas irregularidades na excentricidade da elipse, na inclinação da órbita e da rotação. Isto se confirma em Plutão e em todos os satélites distantes de seus primários, como também nos cometas e asteróides distantes.

    É bom ressaltar que as duas teorias - a do Universo Fluxonário Estruturante e da Energeticidade e Radiação - são provadas matematicamente e com exatidão por fórmulas simples, onde não uso distância, massa ou gravitação para encontrar estes resultados. Na verdade, só uso o diâmetro, a radiação, a temperatura, a rotação e a velocidade equatorial.

    Por outro lado, consigo ainda provar a origem e causa da rotação e sua inclinação, bem como o afastamento entre os planetas, usando também os seus diâmetros, fenômenos esses impossíveis de serem fundamentados e calculados pela Teoria da Gravitação e Teoria da Relatividade.

    Estas duas novas teorias abrirão novas portas para a pesquisa da cosmologia, da astronomia e da micro-física.

    . Teoria da Origem da Matéria e do Cosmo, e do Universo Fluxonário Estruturante. | . Teoria da Cosmogenese da Energeticidade e Radiação.

    . Cosmogenese, Cosmologia, Cosmofísica, Astrofísica e Cosmogonia - Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

    Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus.| . O Universo é uma auto criação, porém uma obra deste porte só pode ter o poder do criador – Deus.

    Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.

    Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

    Teorias do Cosmo Fluxonário Estruturante, e Energeticidade e Radiação - Esta não é apenas uma teoria do movimento, mas sim da origem, da essência, da transformação, da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros.

    Cosmo Estruturante e Desintegrante. | . Modelo Graceliano.

    Teoria da Bolha de Espaço Denso e Energia - Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só. Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

    De nascimento na Fase Bolha de Espaço Denso – Fase Estruturante-, Na Fase de Energia, Na Fase de Matéria. E na Fase de Desintegração e Desprendimento e Afastamento no Espaço pela própria radiação da densidade da matéria. E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

    Fórmula para contração de espaço Denso - O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. Que do todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

    Espaço Denso – parte / total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria. ED - P / ED ... até chegar a ser energia e matéria. Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

    Infinitos universos em fases estruturantes e desintegrantes.

    Primeira Teoria da Origem e Natureza da Matéria - Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.

    Assim, temos aqui a primeira teoria do que a matéria possa ser formada, que é de filamentos de espaços denso.

    Cálculo formação de matéria e para cosmo estruturante - Poder de contração do espaço denso * quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo estruturante.

    Cálculo para cosmo desintegrante - Poder de desintegração * quantidade de matéria, temperatura, radiação e energia por distancia ao cubo / tempo cosmológico. Pd*[qm / d cubo ] / t c.

    Espaço Denso e Matéria, e Energia e Astros - O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

    É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

    O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começou a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

    A energia produz a radiação que produz o afastamento mínimo - Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada no interior dos astros.

    Universo de Energia Estruturante, ou Universo de Contração e Desintegração - O Universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

    O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

    . Ancelmo Luiz Graceli é professor, pesquisador teórico, com graduação em filosofia, e já apresentou pesquisas à Secretaria Estadual de Ciência & Tecnologia do Espírito Santo (SECT), juntamento com o colaborador Márcio Piter Rangel (marciopiterrangel@hotmail.com). Para contatos: Rua Itabira N° 05, Rosa da Penha, Cariacica (ES) Brasil | CEP: 29143-269 | Telefone (27) 3216-7566 | E-mail: ancelmoluizgraceli@hotmail.com


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