13 novembro 2020

Mais um aniversário do golpe de 15 de novembro

 

A república brasileira, em 131 anos de sua existência, ainda não conseguiu produzir um estadista com o mesmo nível de Dom Pedro II. Por isso, 129 anos passados da morte do nosso último Imperador, este ainda sobrevive   – no imaginário popular - como “O maior dos brasileiros”.

    Dom Pedro II gostava de escrever sobre suas atividades. Ao todo ele escreveu 43 cadernetas com anotações pessoais. Atualmente, esses diários fazem parte do Museu Imperial, em Petrópolis, e estão disponíveis ao público, até pela Internet. Em 2010, os diários escritos por Dom Pedro II foram considerados Memórias do Mundo pela Unesco.

    Poucos dias antes da sua morte, ocorrida em 5 de dezembro de 1891, durante o seu banimento e exílio forçado, na França, Dom Pedro II escreveu numa dessas cadernetas:

          “No alto de uma folha de papel escrevam a data do meu nascimento e o dia que subi ao trono; no fim, quando faleci. Deixem todo o intervalo em branco, para o que ditar o futuro; ele que conte o que fiz, as intenções que sempre me dominaram e as cruéis injustiças que tive de suportar em silencio, sem poder jamais defender-me”.

(Texto e postagem: Armando Lopes Rafael)
 

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