09 abril 2019

Jesus qual salvador da Humanidade - Por: Emerson Monteiro


Após reconhecer a sua desobediência, Lúcifer foi abordado por Deus a seguir o caminho do Bem, no que recusou terminantemente, achando-se superior ao nosso Superior. Disso, dessa posição de rebeldia, decidiu confrontar as leis de Deus e quis determinar a si um território na existência donde pudesse fazer frente aos poderes maiores e reinar conjuntamente. No entanto, face à total impossibilidade daquela pretensão, e diante da bondade do Poder, Lúcifer viu-se na condição única de enfrentar as determinações que os fatores do equilíbrio determinam, portanto seria, por isso, chamado a campo de batalha e ter de enfrentar as hostes do Bem numa grande e extrema batalha, levando ao confronto os exércitos de anjos decaídos que consigo trazia. Alegou, porém, a desigualdade, consignada pela desproporção das forças, conquanto o poder de Deus é infinito, o tanto não acontecendo com as forças do Mal.

Visto o senso de justiça que predomina junto ao Bem, foi proposta o teste da vinda de Jesus a viver as mesmas contradições da vida material, a fim de experimentar de igual para igual as condições vividas por Lúcifer e seus anjos, desafio proposto por ele. Decerto aceita essa condição, vista a bondade do Pai e sua infinita Misericórdia, Jesus veio a enfrentar, pois, todos os limites da vida na matéria, inclusive submetendo-se às tentações sucessivas de Lúcifer, senhor do reino da Terra, que o seguiu durante a passagem neste chão.

Nisso, Jesus trouxe consigo a Salvação, isto é, salvar pelo exemplo de sua história viva a incorrer nas circunstâncias humanas no mundo material e suas fragilidades, com isso demonstrando a fórmula exata de se libertar das condições terrenas e ganhar os níveis superiores, conquista obtida em definitivo no plano espiritual pelos seus seguidores que quiserem largar os apegos da matéria e o segmento de Lúcifer. Eis o modo pelo qual significa a Salvação que veio aqui propagar entre nós seres humanos, de vencer o mundo e resgatar os espíritos a Deus. Daí dizer-se que Jesus morreu por nós e resgatou nossos pecados na Cruz, sem, mesmo assim, dispensar que devamos, também, fazer a nossa parte e seguir os seus passos, seus ensinos, na vida material através das práticas da virtude e do Bem. Do jeito que precisou aceitar as condições de ter de vir à Terra e confrontar as fraquezas da matéria e vencer o mundo, os espíritos carece de renunciar ao eu velho e permitir que nasça em si Jesus, o Eu Maior. Não existe salvação sem a aquiescência e o entrega total dos humanos. Vencer o eu inferior e despertar o Eu Superior, o divino Espírito Santo, em nós, esta a missão das existências humanas que representa todas as oportunidades reencarnatórias a que vêm os espíritos nas suas tantas vezes que recebem o corpo físico, a fim de resgatar a si mesmo para Deus. Fazes por ti que os Céus te ajudarão, no dizer da linguagem popular.

Destarte, que cada um de nós faça sua parte a seguir Jesus no seu empenho que de vencer o mundo físico e ganhar a vida definitiva, razão essencial de todos os momentos enquanto aqui estivermos. Somos o campo das transformações do tanto espera a grande família humana por meio de todos os seres humanos, à luz da Eternidade, a aceitação da Salvação propiciada por Jesus.

CRATO: Oposição ao prefeito Zé Ailton Brasil - Grupo se prepara para 2020



O grupo de oposição ao prefeito do município do Crato Zé Ailton Brasil intensifica as ações na cidade e se reúnem para discutir um projeto futuro para o município.

Nesse final de semana quem esteve visitando o grupo foi o deputado federal Capitão Wagner ( PROS ). Na oportunidade, o deputado parabenizou o grupo que por sua vez é liderado pelo jovem médico Aloísio Brasil. No encontro, estiveram presentes os vereadores Jales Veloso, Nando Bezerra e o ex-vereador Darcio Luís. De acordo com Aloísio Brasil, um forte grupo está sendo montado para apresentar outro modelo de gestão para a cidade. O médico espera a vinda do ex - prefeito Samuel Araripe, que dará outra estruturação e rumos a esse grupo.

Fonte: Badalo
Via Blog do Crato


Abraham Weintraub, defensor do combate ao "marxismo" nas universidades, toma posse como Ministro da Educação nesta terça-feira


Fonte: “Diário do Nordeste”, 09/04/2019.

  O Governo Bolsonaro deu carta branca para o novo ministro da Educação e espera que a troca de comando retire o MEC da berlinda. Como sinalizado desde o fim de março, o filósofo colombiano naturalizado brasileiro Ricardo Vélez Rodríguez foi demitido, nesta segunda-feira (8), e Abraham Weintraub, economista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), assumirá o cargo.

     Em seu currículo Lattes, na plataforma CNPq, o novo ministro informa que já atuou como CEO da Votorantim Corretora no Brasil e que atua há 20 anos no mercado financeiro. Abraham é especialista em Previdência e tem 15 livros publicados. Ele se define como liberal, seguidor da Bíblia. Quando indagado sobre o fato de ser nome desconhecido, responde que ele e o irmão são conhecidos no exterior. O irmão já foi pesquisador em Harvard, nos EUA. O novo ministro da Educação contou por diversas vezes que começaram a ser perseguidos dentro da universidade depois que o vínculo com Bolsonaro se tornou público.

Perfil

    Abraham já defendeu combater o "marxismo cultural nas universidades". Foi justamente esse perfil ideológico do ex-secretário-executivo da Casa Civil que fez com que o presidente Jair Bolsonaro o confirmasse para o cargo, apurou a reportagem com uma fonte do Palácio do Planalto. "Foi uma das pessoas que muito cedo acreditou na candidatura de Jair Bolsonaro.

     Foi, junto com muitas outras pessoas, um dos formuladores do plano de governo de Bolsonaro e é uma pessoa muito importante nas tomadas de decisões de rumo do nosso Governo", disse o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). 

    Para o ministro, o presidente ganha com um "aliado leal" e capaz no MEC, "um administrador competente e honesto que sabe que a educação brasileira precisa ser transformada para verdadeiramente ser o caminho para que crianças e adolescentes possam construir uma vida melhor para si e para suas famílias".

Liberdade de Expressão nas Universidades

Por Roger Scruton

Religiões oferecem certa comunidade. Elas preenchem o vazio do coração humano com a presença mística do grupo, e se elas de fato não fornecerem esse benefício, elas murcharão e morrerão, como as religiões do mundo antigo durante o período helenístico. Portanto, é da natureza de uma religião proteger-se de grupos rivais e das heresias que os promovem.

Os estudantes universitários de hoje têm pouco tempo para religião e tempo algum para grupos exclusivos. Eles são particularmente insistentes nessas distinções associadas à sua cultura herdada – entre sexo, classes, e raças; entre gêneros e orientações; entre religiões e estilos de vida – tudo deve ser rejeitado, em prol de uma igualdade que compreenda e permita que cada um seja quem realmente é. A “não discriminação” é a ortodoxia dos nossos dias. No entanto, essa aparente abertura da mente é tão determinada a silenciar o herege quanto qualquer religião estabelecida.

Pode não haver conhecimento prévio de como novas heresias podem ser cometidas, ou o que exatamente elas são, já que a ética da não-discriminação está constantemente evoluindo para desfazer as distinções que eram apenas ontem parte do tecido da realidade. Quando Germaine Greer fez a passageira observação de que, em sua opinião, as mulheres que se consideravam homens não eram, na ausência de um pênis, reais membros do sexo masculino, isso foi considerado tão ofensivo que uma campanha foi montada para impedi-la de falar na Universidade de Cardiff. A campanha não teve sucesso, em parte porque Germaine Greer não é qualquer pessoa. Mas o fato de ela ter cometido uma heresia era desconhecido para ela na época e, provavelmente, isso só ocorreu aos ouvidos de seus acusadores durante a prática do “ódio de dois minutos” daquela manhã.

Mais bem-sucedida foi a campanha para punir Sir Tim Hunt, o biólogo vencedor do Prêmio Nobel, por fazer uma observação indelicada sobre a diferença entre homens e mulheres no laboratório. Uma caça às bruxas em toda a mídia levou Sir Tim a se demitir do seu cargo de professor na University College London; a Royal Society (da qual ele é um membro) quando a denúncia se tornou pública, e por conta disto foi isolado pela comunidade científica. Uma vida de distinto trabalho criativo terminou arruinada.

A ética da não discriminação nos diz que as mulheres são tão adaptadas a uma carreira científica quanto os homens. Não sei se isso é verdade, mas duvido que seja, e o comentário indelicado de Sir Tim sugeriu que ele também não acredita. Como eu descobriria quem está certo? Certamente, pesando as opiniões concorrentes no balanço de uma discussão ponderada. A verdade surge por uma mão invisível sob nossa variedade de erros, e tanto o erro como a verdade devem ser permitidos para que o processo funcione. A heresia surge, no entanto, quando alguém questiona uma crença que não deve ser questionada dentro do território favorecido de um grupo. O território favorecido do feminismo radical é o mundo acadêmico, o lugar onde carreiras podem ser feitas e alianças formadas através do ataque ao privilégio masculino. Um dissidente dentro da comunidade acadêmica deve, portanto, ser exposto, assim como Sir Tim, à intimidação pública e ao abuso; e na era da Internet essa punição pode ser ampliada sem custo para aqueles que a infligem.

Este processo de intimidação deve lançar dúvidas, na mente de pessoas razoáveis, sobre a doutrina que a inspira. Por que proteger uma crença que está em seus próprios pés? A fragilidade intelectual da ortodoxia feminista está aí para todos verem, no destino de Sir Tim. De fato, a University College London e a Royal Society demonstraram, em sua recusa em proteger Sir Tim da chocante nuvem de idiotas, o triste estado do mundo acadêmico que hoje está perdendo todo o sentido e o papel como guardião da vida intelectual. Como Jonathan Haidt argumentou com louvor, no exato momento em que as universidades defendem a diversidade como um valor acadêmico fundamental – significando por “diversidade” tudo o que incluí sob o termo “não discriminação” – a verdadeira diversidade pela qual uma universidade deveria ter uma posição, ou seja, a diversidade de opinião que tem sido constantemente corroída, e, em muitos lugares, completamente destruída.

A educação tradicional tinha muito a dizer sobre a arte de não ofender. A educação moderna tem muito mais a dizer sobre a arte de se ofender. Isso, em minha experiência, tem sido uma das conquistas dos estudos de gênero, que mostra aos alunos como se ofender com o comportamento, com as palavras, os pronomes, as instituições, os costumes, e até os fatos, sempre que a “identidade de gênero” é questionada.  Não foi preciso muita educação para que as mulheres antiquadas se ofendessem com a presença de um homem no banheiro feminino. Mas é preciso muita educação para ensinar uma mulher a ver como ofensivo um banheiro feminino onde os homens que se “identificam” como mulheres são excluídos.

Semelhantemente, os estudantes de hoje são encorajados a exigir “espaços seguros“, onde suas vulnerabilidades cuidadosamente nutridas não serão “inseridas” em algum tipo de crise. A resposta correta para isso, é convidar os alunos a procurar um espaço seguro em outro lugar que não aquele que as universidades parecem considerar, visto que, afinal, cada aluno é um ativo nas contas e censura é de graça.

Acredito que uma instituição na qual a verdade possa ser procurada imparcialmente, sem censura, e sem quaisquer penalidades impostas a quem discordar da ortodoxia vigente, é um benefício social além de qualquer um que possa ser alcançado por meio do controle sobre opiniões alheias. Se a universidade renunciar a seu chamado quanto aos argumentos direcionados à verdade, corre o risco de se tornar um centro de doutrinação sem doutrina, um modo de fechar as mentes sem o grande benefício conferido pelas religiões, que embora também fechem a mente, o fazem em torno de uma comunidade moral e real.


Artigo Original: Free Speech and Universities
Tradução de Natan Falbo
Fonte: http://contraosacademicos.com.br/