25 março 2019

As sempre novas emoções - Por: Emerson Monteiro


Meios a significar disposição de querer novas as possibilidades diante do passar das horas; escolher fórmulas recentes de tanger os dias. Isso a quem parar e resolver estruturar pensamentos de modo a colher sensações renovadoras do cotidiano que nunca se repete. Ainda que diante dos achincalhes das rotinas, permitir serem vistos acontecimentos de modo consciente e saboroso. Viver com alegria e surpreender em si mesmo métodos criativos de aceitar que seja assim o senso de existir, força poderosa, acessível a todos.

Bem isto, saborear o gesto de viver utilizando os recursos da sabedoria; adotar um jeito ativo de administrar os pensamentos e sentimentos que permita usufruir diariamente da arte que em tudo persiste, a depender tão só das atitudes dos viventes.

Numa consideração mais aprofundada, saber que entre o zero e o infinito moram todos os habitantes do Universo, e que somos eles, os autores atuais do processo vida, instrumento grandioso em nossas mãos. Tratar o tempo qual amigo de tudo quanto há, norma de lucidez suficiente a reconsiderar detalhes antes escuros sob as luzes esplendorosas de positividade e determinação. Praticar o momento sob a força de vencer prováveis obstáculos e dominar o inesperado. Sobreviver ao mistério do desaparecimento, porém dotados de possibilidade plena, amor e vontade.

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As perguntas chegam à medida que respondemos as anteriores, e somos quais senhores do instante, uma vez que aceitemos o fator da liberdade que bate às nossas portas do modo próprio de transformar a existência em recursos de satisfação.

Por isso, dizer que o mundo é subjetivo, que lhe damos a essência na medida em que sejamos os responsáveis pelo ofício de classificar fenômenos e objetos que se nos oferecem a conhecer. Seremos, destarte, criados a fim de dar vida às vidas e os viventes. Sejamos, pois, consciências do mundo e tudo será novo sempre e agora.

Prefeitura de Teresópolis (RJ) cria a Medalha Imperatriz Teresa Cristina


A primeira cerimônia de premiação se deu no último dia 14, data do 197º aniversário natalício de Sua Majestade, Teresa Cristina, terceira Imperatriz do Brasil
Teresa Cristina Maria, terceira Imperatriz do Brasil, 
à época do seu casamento com Dom Pedro II 

 
A Prefeitura Municipal de Teresópolis, no Estado do Rio de Janeiro (ver brasão da cidade ao lado), recentemente instituiu a Medalha Imperatriz Teresa Cristina, honraria entregue pelo Executivo Municipal a indivíduos que prestarem serviços relevantes à cidade de Teresópolis,. A comenda homenageia a terceira Imperatriz do Brasil, que deu nome à cidade de Teresópolis.
   
 Nascida Princesa Real do Reino das Duas Sicílias, na Península Itálica, a Imperatriz Dona Teresa Cristina, desde seu casamento com o Imperador Dom Pedro II, celebrado em 1843, dedicou-se inteiramente a servir e amar o Brasil. Sua bondade e generosidade lhe renderam, no consenso unânime de todos os corações brasileiros, o cognome de “Mãe dos Brasileiros”. Sua Majestade faleceu a 28 de dezembro de 1889, exilada na cidade do Porto, em Portugal, logo após o golpe que instaurou a República no Brasil, lamentando-se por nunca mais poder ver sua Pátria adotiva.

 Vista parcial da cidade de Teresópolis (RJ)