16 março 2019

Para você Refletir! - Por Maria Otilia.


Temos percebido que esta nova geração é a “turma “do imediatismo Não existe planejamento para as suas conquistas, e quando não conseguem seus objetivos imediatos,  na maioria das vezes buscam  externar a sua raiva,  sua decepção,  agride os outros ou  a si próprio. Dai o grande número de suicídios entre jovens. Postamos um pequeno conto para fortalecer nossa reflexão. Boa Leitura.

“Existe um ditado árabe que diz: “Quem planta tâmaras, não colhe tâmaras”!”

Isso porque, antigamente, as tamareiras levavam de 80 a 100 anos para produzir os primeiros frutos. Atualmente, com as técnicas de produção modernas, esse tempo é bastante reduzido, porém o ditado é antigo e sábio.

Conta-se que certa vez um senhor de idade avançada plantava tâmaras no deserto quando um jovem o abordou perguntando: “Mas por que o senhor perde tempo plantando o que não vai colher?”. O senhor virou a cabeça e, calmamente, respondeu: “Se todos pensassem como você, ninguém colheria tâmaras”. Ou seja, não importa se você vai colher, o que importa é o que você vai deixar... Cultive, construa e plante ações que não sejam apenas para você, mas que possam servir para todos e para o futuro.
Autor desconhecido


Para você Refletir ! -Por Maria Otilia


Nestes últimos dias, vivenciamos fatos lamentáveis de atentados  com grande número de vitimas fatais. Um destes foi em Suzano-SP, quando jovens invadem escola e matam muitos alunos e servidores. O outro ataque a uma Mesquita na Nova Zelandia, E ficamos nos perguntando qual a causa de tanta violência. No primeiro caso, podemos perceber que falta a efetiva vigilância dos pais em relação ao comportamento dos filhos e a segunda a forte cultura da intolerância entre os povos. Vamos refletir a partir de uma fabula sobre intolerância. Pois  esta não aceitação do outro como ele é, com suas crenças, seus valores, sua forma de pensar, até parece que agride o outro. E como pais e educadores temos o dever de trazer para dentro de nossas casas e da nossa sala de sala de aula, um repensar, a construção de uma forma diferente de ver o outro. Atitudes de respeito, de compreensão, de valorização da vida, de aceitação das diversidades. etc. Boa Leitura!
                                        O Menino que Pregava Pregos
Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai dele deu um saco de pregos a ele e disse que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca. No primeiro dia, o menino pregou 17 pregos. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o número de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente… Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca. Finalmente o dia chegou quando o menino não perdeu a calma mesmo. Ele então falou a seu pai sobre isto e o pai sugeriu que o menino agora tirasse da cerca, um prego por cada dia que ele não perdesse a calma. Os dias passaram e o menininho então estava finalmente pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca. O pai então o pegou pela mão e foram até a cerca. O pai disse: ”Você fez muito bem, meu filho, mas, veja só os buracos que restaram na cerca. A cerca nunca mais será a mesma! Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como esta aqui. Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas vezes você diz ‘desculpe-me’, a ferida ainda está lá. Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico.
“Convivemos e trabalhamos com as pessoas todos os dias de nossa vida”. Como tratamos estas pessoas?
Como nos relacionamos com elas?
O que esperamos delas? O que oferecemos para elas?
Quantas vezes você cumprimenta, ou agradece, ou mesmo demonstra com um gesto de carinho, a satisfação desta convivência e troca diária?
Quer ser feliz? Então, aja para isso!
Comece a mudança por você interiormente, em atitudes, que tudo ao seu redor mudará.
Pense nisso. Autor desconhecido.

Teresa Cristina: a terceira Imperatriz do Brasil, essa desconhecida --- por Armando Lopes Rafael



   Pouca gente sabe que o nome de Teresina, capital do Piauí, foi dado numa homenagem a Imperatriz Teresa Cristina. Esta, teria intermediado junto ao seu esposo, o Imperador Dom Pedro II, a ideia de mudança da então capital so Piauí, a cidade de Oeiras, localizada no alto sertão e sempre assolada por secas periódicas, para outra cidade a ser construída ao lado do Rio Poti.     Teresina é o início do nome TERESa, com o final de CristINA. Teresina foi a primeira cidade planejada que foi construída no Brasil.

   Nascida em Nápoles-Itália, em 14 de março de 1822, no berço da família Bourbon, Teresa Cristina chegou ao Brasil em 1843, com 21 anos. O casamento com D. Pedro II ocorrera por procuração, em 30 de maio daquele ano, na Real Capela Palatina, em Nápoles.


    Para que a aureola de sua esposa não fosse trocada pela coroa de espinhos, o Imperador Dom Pedro II aconselhou-a, com prudência e sabedoria, a limitar-se à sua dupla missão de esposa e mãe, e que nunca atendesse a pedidos de favores de quem quer que fosse, pois para cada pretendente servido haveria dúzias e centenas de pretensões malogradas.

    A Imperatriz Dona Teresa Cristina assim o fez. Sempre que se atreviam a importuná-la com pedidos, dizia:
– Isso é lá com o Imperador.

     Somente em 1998, quase um século depois de sua morte, é que Teresa Cristina foi homenageada pelos brasileiros – com uma exposição no Museu Imperial de Petrópolis – quando foi tratada como “A Imperatriz Silenciosa”.

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     Por fim, encerrando esta croniqueta, faço minhas, as palavras de uma postagem do Face Book da Pró Monarquia (https://www.facebook.com/promonarquia/):

“A Mãe dos Brasileiros
   Nos quarenta e seis anos em que viveu entre nós, realizou a Augusta Senhora Dona Teresa Cristina, terceira Imperatriz do Brasil, o perfeito protótipo de virtudes cristãs, pelo que lhe coube o título de “Mãe dos Brasileiros”, no consenso unânime de todos os corações do nosso povo. A Imperatriz, nascida Princesa Real das Duas Sicílias e criada naquele Reino italiano, rapidamente se adaptou ao novo ambiente. Seu completo alheamento em relação à política, sua generosidade para com os necessitados, seu sorriso terno e o trato sempre amável que ganharam a admiração do povo. A Mãe dos Brasileiros foi, sem sombra de dúvida, a mulher mais popular e respeitada em todo o Império."

(Baseado em trechos do livro “Revivendo o Brasil-Império”, de Leopoldo Bibiano Xavier).