10 fevereiro 2019

Barbalha e Missão Velha estão se redescobrindo economicamente


Fonte: http://www.caririeisso.com.br/


   Alguns dias atrás, conversando com o amigo Givaldo Sisnando que é do Cariri, mas que muito cedo voou para a nossa Capital em busca de ganhar a vida. E ganhou, hoje é um homem realizado profissionalmente, materialmente e familiarmente. Givaldo se tornou um baita de um investidor financeiro e já emprestou seus serviços a grupos grandes como os do senador Tasso Jereissati, do João Melo (Mercadinhos São Luís), do Luís Cidrão e hoje se encontra no grupo José Carlos Pontes, da Marquise.

   Givaldo veio passar um fim de semana conosco e em uma de nossas conversas, adverti-lhe que Barbalha e Missão Velha estão se redescobrindo economicamente, através do agronegócio que atualmente recebe o nome de agrobusiness (agronegócios em inglês), e que corresponde à junção de diversas atividades produtivas que estão diretamente ligadas à produção e subprodução de produtos derivados da agricultura e pecuária.

   Percebi que o mesmo ficou espantado com a minha afirmação, como se estivesse escutando algo impossível de acontecer. Expliquei-lhe então que tinha as minhas razões para assim me posicionar. Explicações postas, acredito que consegui convencê-lo de tal assertiva.

   Pois bem, foi com satisfação que recebi ontem a noite da parte do amigo economista Boanerges Custódio a seguinte boa nova e que respalda por completo a minha análise sobre o fortalecimento econômico das cidades de Barbalha e Missão Velha:

   “O Sitio Barreiras, empresa localizada em Missão Velha- (Cariri-CE) e no Estado do Maranhão, maior produtora de banana do Nordeste, ganhou o segundo lugar em inovação tecnológica (pelo sistema de amadurecimento de bananas) na Fruit logistic em Berlim, Alemanha, maior feira do mundo em logística de frutas. Concorreram 380 empresas. O Sítio Barreiras é uma empresa com gestão financeira exemplar.”
    Honra ao mérito!

Falta de continuidade: o grande mal da república



Brasão do Império do Brasil em metal dourado
encontrado na capa da constituição nacional de 1824

   A República – pode-se afirmar com plena certeza – sofre de um problema sério de legitimidade. A cada quatro ou oito anos, o novo Presidente se esforça para desfazer as medidas, boas ou ruins, adotadas por seu antecessor. E antes que ele possa por em prática todo o seu programa – ou ao menos as promessas mais factíveis –, seu mandato termina, e o ciclo republicano se repete.

   Nosso País tem sofrido com uma decadência nunca antes vista em sua História. A moralidade pública desapareceu por inteira, o descrédito da classe política não poderia ser maior, com os homens e mulheres públicos acumulando escândalos de corrupção, e vê-se apenas desesperança e desânimo em nossas instituições. Até os mais otimistas se veem obrigados a reconhecer que mesmo o melhor dos paliativos não pode durar para sempre – dura pouquíssimo, aliás!

   Então qual seria a solução real para a crise brasileira?

   A solução não se encontra em salvadores da pátria, modelos utópicos ou sistemas de inspiração estrangeira, mas sim no regime de governo que melhor funcionou no Brasil: a Monarquia Constitucional, que trouxe grandeza interna, respeito e admiração no exterior para o nosso País, sobretudo durante o longo e próspero reinado do Imperador Dom Pedro II, e que necessitaria apenas de algumas poucas adaptações para o século atual.
Bandeira do Brasil Imperial

Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia/