05 maio 2019

Até onde chega a destruição da Venezuela – por Luiz Roberto da Costa Jr.(*)



    
A Guarda Nacional Bolivariana atacou a igreja de Nossa Senhora de Fátima, da diocese de San Cristóbal, capital do Estado de Táchira, que foi invadida durante uma missa. Bombas de gás lacrimogêneo foram atiradas de motos dentro do templo. Esse ataque, dia 1.º de maio, configura-se como um total desrespeito à dignidade humana, aos fiéis, às autoridades eclesiásticas e ao próprio Vaticano.

  Em seguida, cerca de 40 membros da Guarda Nacional tentaram invadir a igreja, sob o comando de um general (de sobrenome Ochoa). Mas foram impedidos pelo pároco (padre Jairo Clavijo), depois de intensa discussão e da evacuação do recinto sagrado.

(*) LUIZ ROBERTO DA COSTA JR. – e-mail: lrcostajr@uol.com.br

Um comentário:

  1. A opinião abaixo, de Marcos Lefevre, foi publicada neste domingo no jornal “Estado de S.Paulo”. Sim, este mesmo jornal que faz uma absurda perseguição ao Presidente Jair Bolsonaro:

    “Sabem aquela história de que se jogarmos um sapo numa panela de água fervendo ele salta fora e escapa, mas se a água estiver morna e gradualmente elevarmos sua temperatura ele acaba morrendo? Tudo que ver com a Venezuela. Lá existem vários tipos de sapos. Há os sapos gordos, que vivem no ar-condicionado, desfrutando altas mordomias e completamente alienados das dificuldades dos demais.
    Eles comandam uns sapos musculosos, que têm algumas benesses e atuam em bando (coletivos) contra os demais. Existem outros que, ao notarem que a temperatura da água estava aumentando, optaram por pular da panela e procurar territórios vizinhos. Por fim, a grande maioria: a dos sapos que estão sofrendo.
    A temperatura da água continua a aumentar, cada dia é pior que o outro. Para estes, o melhor a fazer é se unirem, saltarem todos juntos da panela e enfrentar os sapos gordos. Alguns vão perecer nessa ação, mas não há alternativa. Destaquem-se ainda, por mais absurdo que pareça, alguns poucos que são conhecidos como sapos canhotos, residem em outros territórios e defendem os sapos gordos, não reconhecendo as barbaridades que eles impõem aos demais.
    MARCOS LEFEVRE”

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