07 abril 2019

Irmã Edeltraut, um exemplo de vida – por Armando Lopes Rafael


 
  Faz mais de nove anos, no dia 16 de janeiro de 2010, participei, à noite, de uma solenidade – no Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha – de lançamento do livro de Irmã Edeltraut, “Um pouco de perfume”. Aliás fiz a apresentação daquele livro, editado pela Realce Editora e Ind. Gráfica, Fortaleza (CE), 242 páginas, que resgatou alguns escritos de Irmã Edeltraut Lerch. A obra teve como editor, coordenador e revisor, o advogado e escritor Emerson Monteiro. E  recebeu apoio cultural dos empresários Raimundo Tadeu e Luiziane Alencar.

         Àquela época eu ainda não trabalhava na Cúria Diocesana de Crato, mas Dom Fernando Panico – então Bispo Diocesano de Crato – convidado especial para o evento, pediu-me para representá-lo, já que tinha um compromisso assumido antes e não podia ir à solenidade.

           Dois trechos do livro “Um pouco de perfume” que anotei:

       “Um japonês de 18 anos jogou-se de um rochedo, deixando como despedida este bilhete lacônico:
“Suicidei-me por não saber o sentido de minha vida”.
O que é afinal a vida?
        A vida é o que dela fazemos. Cada pessoa recebe de Deus uma chance. Livres, podemos valorizar ao máximo, ou jogar fora essa oportunidade que o Criador nos enseja.
Definimos a vida de acordo com a nossa filosofia existencial, segundo nosso lucro de valores. É a nossa mentalidade que empresta as dimensões a tudo. Somos o que pensamos”.

***   ***   ***

      “Torna-se velho quando se deixa de progredir na vida. Cabe a cada um interrogar-se. Não passamos a ser velhos por ter vivido certo número de anos. “Passamos a ser velhos quando abandonamos o nosso ideal de vida” (General MacArthur)
         Alguém é velho quando os pesares tomam nele o lugar dos sonhos…”

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