15 novembro 2018

BOLSONARO = ELEIÇÕES E IDEOLOGIA


1ª PARTE


EM  1962 O BRASIL ESTAVA UMA VERDADEIRA BADERNA.

OS SINDICATOS SITUADOS ESPECIALMENTE NA REGIÃO SUL, FAZIAM O QUE QUERIAM.

FECHAVAM FÁBRICAS, ERA GREVE EM CIMA DE GREVE, INVADIAM FAZENDAS, E A POPULAÇÃO, ERA QUEM MAIS SOFRIA COM OS  ACONTECIMENTOS. ATÉ QUE EM DETERMINADO DIA CERCA DE UM MILHÃO DE PESSOAS SAÍRAM AS RUAS DO RIO JANEIRO PROTESTANDO, MUITOS CONDUZINDO A BANDEIRA DO BRASIL. AQUELES POLÍTICOS SÉRIOS E TRADICIONAIS,COMO : TANCREDO NEVES E WLISSES GUIMARÃES, ENTRE OUTROS MUITOS, COMANDAVAM A MULTIDÃO. DIAS APÓS O GENERAL MOURÃO FILHO, NO DIA 30 DE MARÇO DE 1964 SE  REBELOU E DESCEU COM SUAS TROPAS, SAINDO DE MINAS GERAIS, NO RUMO DE SÃO PAULO, ONDE O SEGUNDO EXÉRCITO TAMBÉM JÁ SE REBELARA, E AMBOS JÁ IAM NO INTUITO DE DERRUBAR  O GOVERNO DE JOÃO GOULART, QUANDO O MESMO RENUNCIOU, E FUGIU PARA  O URUGUAI.

EU ERA JOVEM TINHA 24 ANOS, E ACOMPANHEI TODO O OCORRIDO. AGORA EM 2018 EU JÁ COM 80 ANOS, ACOMPANHEI MUITO MAIS  APREENSIVO, O QUE ESTAVA ACONTECENDO EM  NOSSO  QUERIDO  PAIS.

INVASÃO DE CASAS E APARTAMENTOS NAS GRANDES CIDADES, INVASÃO DE FAZENDAS PRODUTIVAS NO PARÁ, MATO GROSSO, ETC SOB O COMANDO DO SR. PEDRO STEDILE, ANTES ERA O SR. JOSÉ RAINHA E AGORA MESMO AQUI NO NORDESTE, MESMO AQUI BEM PERTINHO,  EM SANTANA DO CARIRI, SIM TENHO UM PEQUENO SÍTIO NA REFERIDA CIDADE QUE ESTÁ SENDO INVADIDA POR VÁRIAS PESSOAS.

COMPREI HÁ 20 ANOS, É UMA REGIÃO DE PRESERVAÇÃO; MAS MESMO ASSIM OS INVASORES ESTÃO DESMATANDO,SEGUNDO FUI INFORMADO, POIS NÃO TIVE ÂNIMO PARA IR VER PESSOALMENTE. ASSIM ESTOU AGUARDANDO A POSSE DO NOVO PRESIDENTE, QUE ASSEGUROU QUE NÃO PERMITIRÁ QUE NENHUMA FAZENDA DE  QUALQUER TAMANHO, SEJA INVADIDA.

ASSIM ESTOU AGUARDANDO O TEMPO PASSAR, PARA DEPOIS QUE AS COISAS MUDAREM, TOMAR AS PROVIDÊNCIAS DEVIDAS PARA RECUPERAR O QUE ME PERTENCE.

A TODOS OS AMIGOS DO BLOG, UM GRANDE ABRAÇO.

VALDEMIR CORREIA DE SOUSA


Essas lembranças vagas - Por: Emerson Monteiro


Fragmentos do tempo espalhados no sol da manhã que canta alto as canções e refaz os sentimentos. Espécies de montanhas de recordações, a melodia toca os silêncios da gente. Então, regressam horas que sumiram entre horas outras, tralhas e momentos. Todos as temos flutuando o íntimo desses espaços reais guardados de infinitos. Pessoas. Ocasiões. Lugares. Luas. Enquanto a fita do instante percorrerá as catracas do firmamento. Quanto de vontade que ficassem eternas nos estios daqueles destinos alegres que logo iriam embora vadios, na ingratidão de nem permanecer ou explicar motivos de esquecer.

Chances outras e bons fluidos, abraços apertados, beleza de tantas e perfumadas flores. Livros saborosos, filmes inigualáveis, passeios, amigos. Quanta gargalhada em cavernas longínquas do espírito humano. As baladas dos Beatles, as ruas largas abertas aos ventos da liberdade. Promessas de paz durante a Guerra do Vietnam. Ideais intensos de possibilidades que ainda persistem de a imaginação um dia chegar ao poder...

Os corações, a pulsar forte no transcorrer das velhas ilusões, viram pedra tosca, contudo em forma de novos desejos. Luzes. Palavras. Sonhos. Nisso, os rios correm lentos nos amores que permaneceram dentro das pessoas, pois prosseguem aonde formos e teremos, outras vezes, que descobrir a razão de ser, estar e permanecer. Tais pedaços de nós mesmos, a luz do dia rebrilhará nas entranhas das nossas consciências à procura de céus.

Eram os anos 60, no calendário de séculos. Assustados pelas notícias, andávamos à busca do tom das fantasias, atores de dramas e senhores das lendas. Épocas que deslizaram soltas no mecanismo da existência e formaram as nuvens do panorama visto da ponte desta vida. Sós, donos de si, percorremos o trilho das visões e sustentamos o dever continuar a qualquer custo, livres do desaparecimento. São elas, as florestas do inesperado em que, imortalidade à parte, as receberemos a troco de quase tudo, ou nada...

(Ilustração: Colagem de Emerson Monteiro).

Na maior cidade do Brasil: Praça da República de São Paulo tem estátuas de todos os tipos, mas nenhuma da República


Sorte de monumentos vai de busto de escoteiro a estátua de deus romano

Fonte: "Folha de S.Paulo", 15-11-2018 -- por Thiago Amâncio
Fundador do movimento de escoteiros, deus romano, índio caçador,ornamentam a Praça da República de São Paulo.

A praça da República, na região central de São Paulo, reúne pelo menos 12 monumentos que homenageiam as mais diversas personalidades, de celebridades mundiais a figuras importantes da história da cidade. Nenhum busto, estátua ou placa, no entanto, homenageia o que dá nome à praça e o que se comemora neste 15 de novembro: a Proclamação da República.

Entre moradores de rua, trabalhadores que usam o wi-fi livre, cartomantes, prostitutas, michês, engraxates e mais um sem-número de tipos que compõem a fauna do centro paulistano, uma das maiores concentrações de monumentos da cidade padece com falta de limpeza e manutenção —boa parte das esculturas estão sujas e desgastadas.

Um balanço sobre a República

Que República é essa?
Fonte: jornal O POVO, 15-11-2018.
 
O Brasil que vive hoje o 129º aniversário da Proclamação da República é muito mais parecido com o país em que o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou o início do período republicano brasileiro do que seria desejável.

"Parcelas expressivas da população brasileira anseiam pela chegada dos benefícios que a República mandou colocar na bandeira, Ordem e Progresso. Essa ainda é uma questão em aberto para boa parte da população", afirma Marcus Dezemone, professor de História do Brasil Republicano da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universidade Federal Fluminense (UFF).
O cientista político e professor da Universidade de Brasília, Lúcio de Brito, concorda que a República brasileira ainda não conseguiu atingir os objetivos almejados. "No Brasil, essa república tem sido expropriada da sua essência e isso é a própria base da corrupção, de todos os desvios", defende ele. 

Um das principais questões, explicam os especialistas, é a falta de uma democracia fortalecida dentro da República. "Nós temos uma tradição de uma cultura política golpista, que não respeita as instituições e o regime propriamente estabelecido. A gente tem uma cultura de não dar prosseguimento ao jogo democrático", argumenta João Júlio Gomes, professor do Departamento de História da Universidade Estadual do Ceará (UECE). "Na maior parte da vivência republicana, tivemos experimentos autoritários. (...) E essa mentalidade autoritária permanece arraigada para muitos setores da sociedade", completa Marcus Dezemone. 

A democracia representativa, modelo adotado pela república brasileira, vem dando sinais de desgaste em diferentes países. Para o professor Lúcio de Brito, no entanto, ainda não há saídas democráticas para essa problemática. "Não há ainda nenhuma alternativa. A democracia representativa sofre os impactos, (mas) não há alternativa. A não ser a ditadura ou então a democracia plebiscitária cotidiana, que é a essência da ditadura", explica ele.

Dezemone aponta outros caminhos que podem ser uma solução possível para uma população que exige maior participação no sistema político. "Ampliar a participação política democrática se valendo das inovações tecnológicas, mas impedir que essas mesmas inovações possam produzir efeitos nefastos", projeta. 

O feriado da Proclamação da República é momento de reflexão sobre qual "república construímos até aqui e sobre a necessidade de associar a república sempre à democracia, deixando claro o seguinte: a democracia não é o regime da vontade das maiorias apenas, pois as maiorias podem ser tirânicas. A democracia é o regime no qual a vontade das maiorias é respeitada, garantindo os direitos das minorias. Esse é o risco maior que a gente corre hoje", acredita Dezemone.

É necessário também pensar o caminho a seguir. "A gente tem que ter cuidado com aspectos da democracia, seja o exercício da cidadania política, o direito ao voto. Isso não é uma conquista que está consolidada, infelizmente não está. Isso é algo que a gente tem que estar cotidianamente cuidando da nossa democracia para que a gente possa de fato usufruir dela por muitos anos", alerta Gomes.

Um epitáfio para a república brasileira



    Nos claustros da Igreja de Santana, em Augsburgo (cidade da Alemanha), ergue-se o sepulcro de família antiga que o negócio com venda de pimenta enriqueceu e a pompa e fausto foram companheiras dessa família, por fim reduzida à miséria. É o seguinte o  seguinte Eeitáfio: “P.P.P”, o qual, desdobrado, vem a ser: "Piper péperit pecuniam. Pecunia péperit pompam. Pompa péperit paupertatem. Paupertas péperit pietatem.

    Traduzido para o português resulta no seguinte: "A pimenta deu-nos dinheiro. O dinheiro trouxe a pompa. À pompa seguiu-se a pobreza. A pobreza levou a Deus".
O negócio da pimenta os enriquecera. Com o fausto tudo esbanjaram. Sobreveio a pobreza que lhes abriu os olhos para verem a Deus. 
 
***   ***   ***

   Em quantas sepulturas não se poderia colocar o mesmo epitáfio!
   Mas esse cai como uma luva nos destinos do Brasil pós 15 de novembro de 1989, data oficial da “proclamação” da república na nossa pátria.No caso da república brasileira, a pimenta poderia ser substituída pelas promessas falsas de que a introdução do regime republicano traria prosperidade, novas oportunidades e igualdade para todos. Algo semelhante aos que nos foi prometido caso o Brasil, em 2002, elegesse Lula e levasse o PT ao Poder, como efetivamente ocorreu.

     Deu no que deu.
    
    Tendo em vista o desastre que tem sido o modelo republicano brasileiro, veteranos e jovens monarquistas irão – neste 15 de novembro de 2018 –  às ruas de norte a sul do País, levando suas Bandeiras do Império, a fim de não só protestar contra a República e seus males, mas também apresentar aos nossos compatriotas a restauração da Monarquia Constitucional como solução natural para os problemas nacionais.


Onde vai haver o “Bandeiraço” no Brasil.
RIO DE JANEIRO
Posto 3 da Praia de Copacabana, às 10h00, com a presença de S.A.R. o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança.
Cabo Frio: Praça da Cidadania, às 17h00.

ALAGOAS
Maceió: Praça Gogó da Ema, Ponta Verde, às 15h00.

AMAZONAS
Manaus: Ponta Negra, às 08h30.

BAHIA
Salvador: Farol da Barra, 10h00.
Campo Formoso: Praça Dr. José Gonçalves, Centro, às 10h00.

CEARÁ
Fortaleza: Boteco Praia, Beira-Mar, às 16h00.
Juazeiro do Norte: Estátua do Padre Cícero, às 09h30.

DISTRITO FEDERAL
Brasília: Catedral Metropolitana, às 10h00.

ESPÍRITO SANTO
Vitória: ALES, às 14h00.
Guaçuí: Praça Matriz, às 08h00.

GOIÁS
Anápolis: Parque Ipiranga, às 09h30.

MARANHÃO
São Luís: Palácio dos Leões, às 15h30.

MATO GROSSO
Cuiabá: Parque das Águas, às 18h00.

MINAS GERAIS
Belo Horizonte: ALMG, às 11h00.
Carangola: Praça Cel. Maximiniano, às 08h00.
Espera Feliz: Praça Central, às 08h00.
Governador Valadares: Praça dos Pioneiros, às 15h00.
Montes Claros: SENAC, às 16h00.
Patos de Minas: Parque Municipal do Mocambo, às 14h00.
Uberlândia: Parque do Sabiá (sentido Mundo da Criança), às 16h00.

PARÁ
Belém: Praça da República, às 08h30.

PARANÁ
Curitiba: Jardim Botânico, às 11h00.
Foz do Iguaçu: Praça do Mitre, às 09h00.

RIO GRANDE DO SUL
Gravataí: Praça Barão de Gravataí, às 16h00.

SANTA CATARINA
Florianópolis: Trapiche da Beira Mar Norte, às 15h00.
Itajaí: Praça Genésia Miranda Lins, às 16h00.

SÃO PAULO
São Paulo: Shopping Cidade São Paulo, às 10h00.
Guarulhos: Bosque Maia, às 10h00.
Itu: Eixo Histórico, às 10h00.
São José dos Campos: Orla do Banhado, às 10h00.

SERGIPE
Aracaju: Parque da Sementeira, às 15h00.

Postado por  Armando Lopes Rafael