01 julho 2018

Mundo das sensações II - Por: Emerson Monteiro


Nós, esse mundo. Qual num fosso de morar este tempo desta hora na cápsula do que somos. Habitar determinada superfície, que faz parte do infinito, e sentir nela as sensações do que convencionaram de viver. Experimentar. Usufruir. Contestar. Porém senso único de ser. Um objeto que pensa, ri, fala, enjeita, procria, supervisiona, domina; tudo só nalgumas décadas, no entanto. Nós, esse lugar de viver o Universo de que somos componentes.

Espécie de células da Natureza, sofisticamos o gosto de existir a ponto de questionar o motivo da vida sem respostas claras, plausíveis, contudo inevitáveis, de preencher o vazio enorme que, na alma, transportamos vidas afora. Uns objetos que persistem nos instintos e nas experiências, quais instrumentos do destino geral em seguimento. E coexistir ao lado de outros da mesma espécie, perguntas ambulantes no mercado das ideias e das ruas.

Disso ninguém pode duvidar, de que registra sensações permanentes, sensores dalgum Ser. Desfruta da oportunidade das constantes percepções no decorrer do itinerário das histórias humanas. Só mais adiante, então, surgirão os questionamentos do quem somos, a que estamos aqui e aonde iremos. São as paredes do sistema em que habitamos que, às apalpadelas, fazemos nelas a caminhada pelos corredores do chão. Destarte, além de sensações, queremos descobrir a razão de vir a este lugar e trazer outras demais interrogações ainda que sofisticadas.

Bom, disso possuímos a segurança necessária: Vivos que sentem e pensam e fazer questionamentos. Grosso modo, eis as características principais em processo de elaboração, princípio básico do quanto produzimos de respostas ao Desconhecido. Essa a metafísica de viver com arte e dignidade, invés de meter os pés pelas mãos, virar o mistério em vulgaridade, tantas vezes. Crescer nos estados de alma, que elevarão as tendências em satisfação e consciência, disto deteremos graves segredos de revelações inexplicáveis; formamos o direito sagrado das existências, sóis dos próprios céus; isto que somos bem além dos sonhos e suprema realização das vagas em frutos bons de tudo quanto há.

Crato ganhou ontem a Praça do Sol – por Felipe Azevedo

Dia 6 de julho o governador Camilo volta para inaugurar o novo Parque da Expocrato

Dom Gilberto Pastana, Bispo de Crato, celebrou a missa
Pe. Reginaldo Manzotti abençoou o governador Camilo

    Ao lado do Padre Reginaldo, Camilo Santana cumpriu neste sábado (30 de junho) um dos últimos compromissos na cidade de Crato. O Padre Reginaldo Manzotti esteve ao lado do governador Camilo Santana (PT) para inaugurar o entorno da estátua de Nossa Senhora de Fátima, em Crato, construído pelo Governo do Ceará, no antigo bairro Barro Branco, hoje oficialmente denominado bairro Nossa Senhora de Fátima.
     No centro do entorno foi construída a Praça do Sol (lembrando o Milagre do Sol, que bailou no céu de Portugal, na última aparição de Nossa Senhora de Fátima) O evento começou com a recitação do Terço da Misericórdia. Às 18 horas aconteceu a celebração de uma missa presidida pelo bispo de Crato, Dom Gilberto Pastana e participação do Padre Reginaldo, que fez um show musical após a missa, já no fim da noite.

     A inauguração da Praça do Sol, no espaço onde fica o entorno da estátua, é uma dos últimos eventos deste tipo que Camilo poderá participar antes que o calendário eleitoral o impeça. O artigo 77 da Lei n. 9.504/97 proíbe os candidatos de participarem de inaugurações nos três meses antes de eleições.
      Haverá ainda, a entrega do novo  Parque Pedro Felício Cavalcanti – Expocrato. O antigo parque foi totalmente destruído e um novo e amplo está em fase de conclusão, incluindo uma avenida que passa ao lado e, quando concluída, dará acesso ao bairro Parque Granjeiro e adjacências.
 Uma grande multidão participou da missa na Praça do Sol, no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Crato.