24 maio 2018

Comemorações pelo centenário de nascimento de Dom Vicente Matos começarão no próximo 1º de junho

   Algumas das instituições e segmentos mais importantes da Região do Cariri – Diocese de Crato/ Prefeitura Municipal de Crato/Câmara de Vereadores de Crato/Universidade Regional do Cariri/Fundação Padre Ibiapina/ Instituto Cultural do Cariri/ Academia de Cordelistas de Crato, Sindicato dos Trabalhadores de Crato/ Seminário São José de Crato, mídia escrita, radiofônica e televisiva, colégios e escolas, dentre outros–  organizaram uma programação de festejos para comemoração do centenário de nascimento de Dom Vicente de Paulo Araújo Matos, terceiro Bispo Diocesano de Crato, a ocorrer no próximo dia 11 de junho de 2018.

URCA poderá conceder, post mortem,  Medalha Martins Filho a Dom Vicente
       A Comissão organizadora dos eventos e festejos – compostas por representantes das instituições acima sugeriu à Universidade Regional do Cariri–URCA, a possibilidade de conceder a Medalha Martins Filho a Dom Vicente de Paulo Araújo Matos (post mortem).
       Para justificar a concessão, a Comissão entregou pedido à URCA onde diz que  bastaria citar que o ensino superior, na cidade de Crato e na Região do Cariri, só se tornou realidade graças ao pioneirismo de Dom Vicente de Paulo Araújo Matos. Com efeito, se temos hoje temos a Universidade Regional do Cariri, devemos reconhecer que esta instituição  adveio da criação do Instituto de Ensino Superior do Cariri, mantenedor da Faculdade de Filosofia de Crato, criada em 1959, por Dom Vicente Matos, e que este Instituto foi o embrião da atual Universidade Regional do Cariri.


Projeto republicano da Constituição de 1988 "caducou" em apenas 30 anos


   Greve dos caminhoneiros. Grandes contingentes das populações das capitais de estado sem transporte público. Alta do dólar. Estatais como os Correios e Petrobrás reconhecem sua impotência e entram na lista das privatizações. Deputados e senadores chegam ao píncaro da falta de credibilidade. Segurança Pública do Rio de Janeiro sob intervenção militar... e tantos outros fatos, atestam a falência da república brasileira.

    Em encontro no Rio de Janeiro, em junho do ano passado, o analista político português radicado no Brasil, o Sr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca iniciou o ciclo de palestras com o tema “Ao cabo de três décadas, o fracasso de um projeto político de Nação”, já demonstrava como a Nova República, resultado da Constituinte de 1987-88, está “velha”, “caduca” mesmo! E que as suas instituições não servem mais à população e seus homens e mulheres públicos vivem completamente descolados da atual realidade dos brasileiros.

    Ao fim de sua palestra, o Sr. Sepúlveda havia exposto de forma clara que apenas o retorno à Monarquia Constitucional, orgânica, em plena conformidade com as tradições e a mentalidade brasileiras, poderá devolver nosso País ao rumo certo, interrompido com o golpe republicano de 15 de novembro de 1889. “A Monarquia cuida do País e do público, com uma sensação de ‘coisa própria’, disse ele. Imaginem uma família bem grande, em que há bens de uns e de outros. O que acontece em uma família bem grande? As pessoas todas cuidam daquelas coisas como se todas fossem delas, quando, muitas vezes, não são... São de um outro irmão, são de um primo... Mas elas têm o senso daquele conjunto. Ora, a República é o que? A República é anônima; a República cuida do público anonimamente; a República assalta o público. Por quê? Porque ela tem uma estrutura de poder totalmente artificial. ”
      Sábia reflexão.
Postado por Armando Lopes Rafael