21 maio 2018

Brasil e mais 13 países não reconhecem legitimidade da eleição de Nicolás Maduro e vão convocar embaixadores venezuelanos

Fonte: “Jornal do Brasil”, 21-05-2018.

 O Brasil e mais 13 países ( Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia) que integram o Grupo de Lima, formado com o objetivo de buscar alternativas para a crise na Venezuela, informaram nesta segunda-feira (21) que não reconhecem a legitimidade das eleições venezuelanas. No poder desde 2013, o presidente Nicolás Maduro foi reeleito com 67,7% dos votos para mais 6 anos de mandato. Como protesto, os governos do Brasil e dos demais países vão convocar os embaixadores da Venezuela nas respectivas nações para prestarem esclarecimentos. “O Grupo de Lima continuará a acompanhar o desenvolvimento da situação na Venezuela, com o objetivo de adotar as medidas adicionais que se façam necessárias, de maneira individual ou coletiva, a favor do restabelecimento do Estado de Direito e da ordem democrática naquele país.”
Crítica contundente
Em nota oficial de oito itens, o Grupo de Lima foi categórico. “[Os países que integram o Grupo de Lima] não reconhecem a legitimidade do processo eleitoral que teve lugar na República Bolivariana da Venezuela, concluído em 20 de maio passado, por não estar em conformidade com os padrões internacionais de um processo democrático, livre, justo e transparente.”


Por que há uma resistência monárquica no Cariri? (1ª Parte) – por Armando Lopes Rafael (*)


No último 15 de novembro, aniversário do golpe militar que implantou a república no Brasil, monarquistas caririenses fizeram carreata de protesto, com encerramento junto à estátua do Padre Cícero, em Juazeiro do Norte.

     Pessoas perguntam a razão desse crescimento de monarquistas – principalmente entre os jovens –  nos dias atuais, aqui no Cariri. Os alienígenas são os que mais ficam intrigados com esta realidade da caririensidade.  Nascidos noutras regiões deste país continental, para cá esses alienígenas se transportaram, mas resistem em se adaptar à nossa realidade O etnocentrismo continua presidindo suas ações e reações.

     Desde o século XIX, pessoas de diversas camadas sociais do Vale do Cariri, este localizado no Sul do Ceará, tiveram a visão de defender uma forma de governo que se coadunasse com a mentalidade e anseios, tanto de parte da elite, como da maioria da população (chamada à época de “povinho”, denominação hoje rebatizada grosseiramente -- pela esquerda festiva -- de “povão). Essa visão de vida teve seu apogeu entre 1822 e 1889, época que nossa pátria era o Império do Brasil. E era respaldada pela mais antiga forma de governo que a humanidade conheceu: a Monarquia. Um regime orgânico, atrelado ao Direito Natural,  ainda hoje em vigor em vários países considerados como dos mais organizados do globo -- o chamado Primeiro Mundo -- aqueles que atendem satisfatoriamente ao bem comum.

    Este anseio e aspirações monárquicas prosseguiram no Cariri cearense, mesmo após o golpe militar que implantou a forma de governo republicana no Brasil. Naquele golpe, feito sem a participação do povo do Rio de Janeiro, por uma minoria militar e por fanáticos da seita Positivista, foi rasgada a Constituição do Império do Brasil (justamente a que mais durou (foram 65 anos dentro do império da lei) já que nestes 128 anos republicanos tivemos 6 (seis) constituições. E já estão pregando a convocação de mais uma, que seria a 8ª (oitava). Monarquistas caririenses, no entanto,  mantiveram acesa uma chama (e não somente   “um reflexo saudoso” de um passado que deu certo). Essa resistência monárquica tornou-se a bem dizer, um estado de espírito de pessoas da elite e do povo. Não se deve confundir o povo com a massa.

        Bem definiu o Papa Pio XII quando escreveu em meados do século XX: "Povo e multidão amorfa ou, como se costuma dizer, massa, são dois conceitos diversos. O povo vive e move-se por vida própria; a massa é em si mesma inerte e não pode mover-se senão por um elemento extrínseco. O povo vive da plenitude da vida dos homens que o compõem, cada um dos quais -- na sua própria situação e do modo que lhe é próprio -- é uma pessoa cônscia de suas próprias responsabilidades e de suas próprias convicções. A massa, pelo contrário, espera o impulso que lhe vem de fora, fácil joguete nas mãos de quem quer que lhe explore os instintos e as impressões, pronta a seguir, sucessivamente, hoje esta, amanhã aquela bandeira".
          Como as palavras de Pio XII são atuais na república brasileira... Voltaremos a falar sobre esta tradição monárquica,  latente e  mantida pelo povo do Cariri, em próximo artigo.

(*) Armando Lopes Rafael é historiador. Sócio do Instituto Cultural do Cariri (ocupante da Cadeira José Denizard Macedo de Alcântara) e Membro-Correspondente da Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris, de Salvador (BA).

Parabéns, nobre Cratense Roberto Pessoa - Por: Valdemir Correia de Sousa


Aniversariante ilustre !



Hoje, dia 21 de Maio de 2018, temos a grata satisfação de parabenizar um dos Cratenses mais ilustres, que completa nessa data, 75 anos de vida e de bons serviços prestados à coletividade. Trata-se do eminente Roberto Pessoa, cidadão a quem o Crato acolheu como um dos seu filhos e que este acolheu o Crato como a sua segunda pátria. Roberto Pessoa possui um currículo de vida extenso e invejável, que nem caberia nesta pequena nota, mas vale salientar que dentre outras atividades, foi Deputado Estadual por duas legislaturas, é fã ardoroso e frequentador assíduo da exposição do Crato desde quase o princípio. 

Cidadão ficha-limpa, e querido do povo, exerceu por dois mandatos o cargo de prefeito da cidade de  Maracanaú, que também o tem em alta conta. Com sua personalidade, Roberto sabe cativar, e aqui em Crato possui uma legião de fãs dos mais ardorosos, tanto pela sua simplicidade, quanto pela sua dedicação às pessoas, pelo seu altruísmo de sempre que possível ajudar os outros pela simples bondade do seu coração. Assim é que espalha alegria por onde anda, e entre os muitos Cratenses seus amigos, especialmente. A sua atenção abnegada aos colegas se faz sentir, pois da minha parte, posso dizer que nunca precisei do Roberto Pessoa para este dar as costas ou apresentar qualquer dificuldade, muito pelo contrário, com ele não existem problemas, existem soluções e isso o torna uma pessoa muito diferente das demais que vemos no dia-a-dia. 

É meu sincero desejo nesta data, prestar uma pequena homenagem a este grande Cearense, a este grande Cratense, que com a força do seu trabalho, a sua luta, a sua dedicação, segue avançando em sua carreia política, e neste mesmo ano, pleiteará uma vaga na câmara dos Deputados, em Brasília, e que os bons ventos o conduzam em seus propósitos, para que este logre êxito, pois de fato, o merece. 

Caríssimo amigo Roberto, por tudo que tens feito pelo Ceará ao longo de todos esses anos, por tudo que certamente ainda hás de fazer pelo Crato, esta que também é tua terra, e por essa constante dedicação e solidariedade aos teus amigos, é que nesta data querida te desejo, e creio que posso falar em nome de todos aqueles que assim como eu te admiram, que você obtenha sucesso nos teus empreendimentos; Que sua luz brilhe cada vez mais alto. Desejo-lhe como a um irmão, votos de muita saúde, paz, alegrias, sucesso e prosperidade. Um Feliz Aniversário !

Do seu amigo de sempre,

Valdemir Correia de Sousa
Colaborador do Blog do Crato ( Desde 2005 registrando a história do Crato para a posteridade )
Crato, 21/05/2018