19 maio 2018

A felicidade não se compra - Por: Emerson Monteiro


Este o título de um filme realizado na década de 40 do século passado, isso logo depois da Segunda Grande Guerra (1946). Película por demais festejada, durante longa data foi considerada a maior bilheteria da história do cinema, lógico que hoje superada por conta do aumento da população e dos outros meios de comunicação, o que impede das estatísticas funcionarem com a mesma precisão. No entanto ora pode ser localizada com facilidade através desses meios de tevê e internet, a fim de ser vista pelos que interessarem.

É a história de um espírito desencarnado, candidato a anjo que, para ganhar suas asas, recebeu a missão de ajudar um valoroso empresário que, em virtude de grave problema financeiro, provocado por desonesto banqueiro, tinha a intenção de se suicidar.

O aspirante a anjo foi encontrá-lo na véspera do Natal, à noite, prestes a saltar de uma ponte nas águas geladas que corriam embaixo. Fazendo-se visível e identificando-se, falou de sua missão e, sem nenhuma pretensão de demovê-lo da ideia, comentou que seria um desperdício, porque ele vinha sendo importante para muita gente. Ante o ceticismo de seu protegido, que se sentia um fracassado, o amigo espiritual mostrou-lhe várias situações que teriam acontecido se não fosse sua interferência. A morte do irmão, a tristeza da esposa, a situação lastimável de sua cidade entre outras. (Wikipédia)

Uma produção cinematográfica dirigida por Frank Capra e estrelada por James Stewart, dentre outros, ainda em preto e branco, que bem merece ser conhecida pelos que apreciam o que vale a pena ser apreciado.

Mas o que me deteve a considerar tal obra de arte leva em conta exatamente o título que recebeu, A felicidade não se compra (It’s a Wonderful life). Isto no tempo dagora quando tudo, ou quase tudo, custa o vil metal, ou os olhos da cara, qual dizem. Enquanto isto, a Humanidade arrasta a barriga no chão das almas e praticamente desconhece valores. Vou mais longe, não, pois o espaço esgotou, desta vez. Queira ver o filme e tire a própria conclusão. Abraço.