05 maio 2018

Câmara Municipal de Fortaleza vai homenagear a Princesa Isabel


    Por ocasião dos 130 anos da assinatura da Abolição da Escravidão no Brasil, e dos 134 anos da Abolição da Escravidão no Estado do Ceará, será realizada Câmara Municipal de Fortaleza, às 19 horas do próximo dia 11 de maio, uma sessão especial na qual será homenageada a Princesa Isabel, a  Redentora. A iniciativa desse evento partiu do  Vereador Jorge Pinheiro.
     A Família Imperial Brasileira será representada, na sessão da Câmara  de   Vereadores de fortaleza,  pelo Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, assessor do Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que, no mesmo dia, estará em Cuiabá, capital do Estado do Mato Grosso, participando de um evento em que será um dos palestrantes. 
       Na solenidade de Fortaleza também estará presente o jovem Prof. Dr. Ibsen Noronha, professor brasileiro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em Portugal.

“Coisas da Ré Pública”: 'Brasil tem sociedade viciada em Estado', diz ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal–STF

Para ministro do Supremo, “qualquer projeto no Brasil depende de recursos do BNDES, da Caixa Econômica ou da ajuda do prefeito”.
Fonte: BBC BRASIL.com

     Uma “sociedade viciada em Estado”, com uma cultura de “desigualdade” e “desonestidade institucionalizada”. Para o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), esses são os três principais problemas ainda enfrentados pelo Brasil.
     Em palestra no Brasil Forum UK- evento no Reino Unido organizado por estudantes brasileiros - Barroso elencou, neste sábado (5), os principais desafios do país e avanços alcançados nos últimos 30 anos, desde que a Constituição Federal entrou em vigor.
     No rol de "desafios" a serem enfrentados, ele citou "a permanente dependência e onipresença do Estado". Para o ministro, atualmente "qualquer projeto no Brasil depende do Estado, de financiamento do BNDES, da Caixa Econômica ou da ajuda do prefeito."
     "Criamos uma sociedade viciada no Estado. Temos que expandir a sociedade civil. Essa presença excessiva do Estado gera uma cultura de compadrio e favorecimento que está por trás do loteamento de cargos públicos", afirmou.
      "A corrupção no Brasil não foi produto de um conjunto de falhas individuais, é uma corrupção o sistêmica e endêmica que envolver estatais, agentes públicos, privados, membros do Executivo, do Legislativo", disse, avaliando que a corrupção não é um "fenômeno de um partido ou governo".

Outro grande problema são as universidades  públicas
     Durante a palestra, Barroso defendeu aumentar outras fontes de financiamento para as universidades públicas brasileiras. Para ele, essas instituições são "caras" e não dão o retorno esperado à sociedade. Ele defendeu, por exemplo, que as universidades possam buscar recursos vendendo projetos, prestando serviços à sociedade e recebendo doações de ex-alunos e empresários.
      “A universidade pública custa caro e dá baixo retorno. O Estado brasileiro não tem dinheiro suficiente para bancar uma universidade pública com a qualidade que o Brasil precisa", afirmou, destacando, porém, que não é a favor de privatizar essas universidades.
      "A universidade tem que ser capaz de auto-sustentabilidade, prestar serviços com à sociedade, e obter filantropia. Já há ricos suficientes no Brasil. Eles dão dinheiro a Harvard e a Yale."

"Coisas da Ré Pública": Agrava-se a crise: Correios vão fechar 513 agências e demitir 5 mil e 300 funcionários


Fonte: Estadão
 Os Correios decidiram fechar nos próximos meses 513 agências próprias e demitir os funcionários que trabalham nelas, o que deve atingir 5.300 pessoas. A medida foi aprovada em reunião da diretoria em fevereiro e é mantida em sigilo pela empresa. Quem participou dela teve de assinar um termo de confidencialidade, o que não é usual. Na lista há agências com alto faturamento. Em Minas, das 20 mais rentáveis, 14 deixarão de funcionar. Os clientes serão atendidos por agências franqueadas que funcionam nas proximidades das que serão fechadas.

Fim de linha. Em São Paulo, serão fechadas 167 agências – 90 na capital e 77 no interior. A decisão causa polêmica dentro dos Correios. O assunto foi tratado como extrapauta na reunião da diretoria sem o anexo da relação de agências. A desconfiança é de que a medida foi tomada para beneficiar os franqueados.

Com a palavra. O ex-presidente dos Correios Guilherme Campos justificou que serão fechadas agências próprias que ficam muito próximas de outras operadas por agentes privados. Ele diz que o número de demissões pode ser até maior. Vai depender da capacidade financeira da empresa para indenizar os trabalhadores.

Comentários
Armando Rafael escreveu
A crise que a estatal dos Correios enfrenta já atinge toda a população brasileira: atraso imoral na entrega das correspondências (uma carta dentro do Estado do Ceará leva 45 dias para ser entregue); funcionários insatisfeitos; reclamações de clientes e prejuízos bilionários que se repetem há 5 (cinco) anos. 
Tudo isso e deve ao aparelhamento político que os governos Lula/Dilma impingiram aos correios. Pior: a estrutura incompetente dos governos do PT está sendo mantida pelo atual governo Temer. Ora, a crise dos Correios se agrava num momento em que o mercado de encomendas cresce em todo o mundo, devido à expansão do e-commerce. Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), esse mercado tem crescido a uma média 20% ao ano, alta que não tem sido acompanhada pelos Correios brasileiros. Um  sedex era entregue em 48 horas. Hoje leva 7 dias úteis em médio para ser entregue ao destinatário. É incompetência por cima de incompetência. A solução? todo mundo sabe: privatização já dos Correios como foi feito na Inglaterra. O Brasil está contramão do progresso do mundo...