15 abril 2018

12 DE ABRIL, UM DIA MUITO ESPECIAL PARA O CONSELHO DE SAÚDE LOCAL DE PONTA DA SERRA






Neste dia 12 de abril o grupo composto por líderes comunitários, agentes de saúde, enfermeiras, médicas, mídia local e usuários do SUS, mobilizados para implementar a Farmácia Viva e Horta Comunitária no Posto de Saúde, teve a grata satisfação em receber os parceiros: Projeto Verde Vida, com a pintura de mural e os técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Agrário do município, que iniciaram os canteiros da Horta.

Neste mesmo dia 12 de abril, a enfermeira Sandra Nyedja recebeu em nome do grupo os acadêmicos do Curso de Enfermagem da URCA, e o professor Elizaudo Brito da disciplina Saúde e Meio Ambiente, que realizaram em sua aula de Campo com  a visita ao espaço da Farmácia Viva e Horta no Posto de Saúde da Ponta da Serra.

Segunda o Datafolha, maioria dos brasileiros vê como justa prisão de ex-presidente Lula


Fonte: Folha de S.Paulo
Opinião é de 54% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha; 40% discordam. Levantamento divulgado neste domingo mostra que ex-presidente caiu até 7 ponto porcentuais; sem petista, Bolsonaro e Marina se aproximam

    O levantamento divulgado neste domingo é o primeiro após Lula ter sido preso. A pesquisa foi realizada entre quarta-feira (11) e sexta-feira (13) - Lula foi preso no sábado, 7, após se entregar na sede da Polícia Federal, em Curitiba. O PT ainda considera o ex-presidente candidato do partido ao Planalto e diz que irá registrá-lo dia 15 de agosto. A condenação em segunda instância, no entanto, faz com que ex-presidente se enquadre na Lei da Ficha Limpa. O registro depende de aprovação do Tribunal Superior Eleitoral.A prisão do último dia 7 foi justa e o ex-presidente Lula não irá disputar a eleição ao Planalto este ano, avalia a maioria das pessoas ouvidas na última pesquisa Datafolha.
Os entrevistados, no entanto, se dividem quando questionados se Lula deveria concorrer à eleição ou ser impedido de fazer campanha à Presidência.
      Esta é a primeira pesquisa feita após o petista ter iniciado o cumprimento de sua pena na sede da Polícia Federal em Curitiba. Segundo o levantamento, 54% das pessoas veem a prisão de Lula como justa, contra 40% que consideram o contrário. Seis por cento não opinaram. Houve uma reversão, entre janeiro e abril, da quantidade de pessoas que acreditam que Lula poderá concorrer. Hoje, para 62% dos brasileiros, o ex-presidente não estará nas urnas na eleição de outubro. Em menor quantidade, se dividem os que consideram que “com certeza” ele participará das eleições (18%) e os que pensam que “talvez” (16%). Em janeiro, uma fatia de 53% achava que Lula iria à disputa —dessas, 32% apostavam que “com certeza” ele seria candidato.
      O Datafolha aponta que as pessoas que consideram a prisão de Lula justa são, em sua maioria, homens, com maior taxa de escolaridade, maior média de salário e morador das regiões Sudeste, Sul ou Centro-Oeste. Entre os mais escolarizados essa porcentagem chega aos 71%.
A opinião de que a prisão foi injusta prevalece entre menos escolarizados, com 51%. Chega a porcentagens próximas entre os mais pobres e regiões Norte e Nordeste.

Raias da imbecilidade humana - Por: Emerson Monteiro


Havia de ser assim, durante longas datas, o homem lobo do homem, até revelar a condição de irmãos uns dos outros, nesta vala comum das horas. O itinerário deles, de nós humanos, escrevem com o sangue. Poderosos seriam os menos indicados a conduzir o barco no trilho das gerações. No entanto adquirem tal poder, mesmo que fracos de juízo e moral, e marcam a ferro e fogo as ancas dos inocentes. Mas reclamar sem ter a quem nas conferências abandonadas. Então, resta reverter o quadro dentro das próprias criaturas, única possibilidade que existe de viver sonhos de transformação, paz e consciência. 


Plantam só os frutos do imediato, de prazeres ilusórios; deitam e rolam no mar de lama onde puserem seus feudos pecaminosos. Acenam os místicos a outras chances, contudo nascidas do coração, do sentimento, rumo do Eterno. Indicam, demonstram, praticam, todavia olhos a quem possa ver. Nisso, as consequências da sanha do transitório em detrimento da transcendência do ser que somos ainda sem saber o suficiente de exercitar a libertação verdadeira.

Houve fase, que chamaram de Era da Razão, quando resvalaram nos abismos da ignorância e determinaram esse materialismo que ainda impera nas hostes de governo. Feras devorando feras, nos clímaces de guerra e destruição. Isso que repetem nas telas dos dramas através dos mercados, em que pessoas valem nada e lucros tudo valem. Resultado: dores, eliminação em massa, migrações forçadas, famílias esfaceladas, judiação e desamparo, sob as vistas míopes dos tais proprietários dos bens de produção. 

Sobram os depoimentos, comentários, esforços inúteis das reconstruções, numa fase de civilização em que ninguém fala de revolução, palavra tão em moda pouco tempo passado. Hoje o sentido de tantos resume o direito de sobreviver à burocracia dominante e aos interesses dos poucos. No entanto, é preciso persistir e jamais esquecer o motivo maior dos novos tempos, da alegria e da solidariedade, amor e compreensão. Depois das tempestades que advenha luz na face dos dias que vêm a caminho, no justo valor de Tudo. 

No Planalto, Cármen Lúcia pede para não ser chamada de “presidenta”

Fonte: jornal “Estado de Minas”

Brasília - A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, assumiu na sexta-feira, 13, a Presidência da República no lugar de Michel Temer, que viajou ao Peru para a 8.ª edição da Cúpula das Américas. Segunda mulher na história do Brasil a ocupar o Presidência - a primeira foi Dilma Rousseff em 2010 - Cármen Lúcia deve ocupar o cargo até a tarde deste sábado, 14, quando está previsto o retorno de Temer ao País.

Terceira na linha sucessória, Cármen assumiu o Palácio do Planalto porque os dois primeiros - o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) -, concorrem a cargos eletivos e, por isso, estão impedidos. Cármen e Temer se encontraram na base aérea antes de o presidente embarcar, por volta das 11 horas.
A presidente em exercício chegou ao Planalto pouco depois das 15 horas. Para as audiências, avisou que não gostaria de ser chamada de "presidenta", como Dilma gostava. Optou por despachar na mesa redonda de 13 lugares no gabinete presidencial. Segundo auxiliares, ela não usou a cadeira presidencial.