14 março 2018

1º Encontro Monárquico Conservador do Cariri acontecerá no próximo dia 24



    Sob o patrocínio do Círculo Monárquico do Cariri, com sede em Juazeiro do Norte, será realizado –  no próximo dia 24 de março, a partir das 8h, no Hotel Iu-á, em Juazeiro do Norte –  o 1º Encontro Monárquico promovido pela Juventude Monárquica do Cariri.
    Como convidado de honra, representará a Família Imperial Brasileira no evento, o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, acompanhado de seu assessor, o analista político Sr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, com a presença também de outros célebres intelectuais, expoentes do pensamento monárquico-conservador do Ceará e do Nordeste brasileiro. Na ocasião, serão ministradas palestras sobre diversos temas, relevantes para o atual quadro sócio-político brasileiro, que vão desde questões históricas e econômicas a interesses comuns entre monarquistas e conservadores.
      Será esta, com toda certeza, uma grata oportunidade para reunir veteranos e jovens monarquistas da Região do Cariri e de todo o Estado do Ceará, para criar e fortalecer os laços de cooperação entre todos e vivificar o ideal monárquico que congrega todos nós, tudo isso abrilhantado pela presença do Príncipe Imperial do Brasil.

Horizontes Monárquicos do Cariri
    Vem da época do Padre Cícero a ligação do Cariri com a instituição Monárquica. Padre Cícero mantinha, como é de amplo conhecimento, correspondência com a Família Real da Bélgica, esta aparentada com os Orleans e Bragança do Brasil, como consta do inventário das cartas expedidas e recebidas pelo célebre sacerdote.
      Já o Círculo Monárquico do Cariri foi fundado em 18 de outubro de 1989, em concorrida solenidade no auditório do Panorama Hotel em Juazeiro do Norte e desde então congrega os simpatizantes da forma de governo monárquica. O Círculo Monárquico do Cariri tem registro no Cartório de Títulos e Documentos do 2º Ofício, de Juazeiro do Norte, sob protocolo nº 25.580,1º,A 02, fls. 125 do Livro C-9, fls. 580, Nº de ordem 1.011).

A Família Imperial e o Cariri
      A Família Imperial Brasileira, como um todo,  tem grande apreço pela Região do Cariri. Nascido na França, em 1941, devido às dificuldades causadas pelo injusto exílio imposto à sua Família após o golpe republicano de 15 de novembro de 1889, o Príncipe Imperial Dom Bertrand foi devidamente registrado como cidadão brasileiro, no Consulado-Geral do Brasil em Paris; no entanto, seu primeiro título de cidadão honorário lhe foi concedido, em 1989, pelo município caririense de Barbalha. Dom Bertrand também foi agraciado com o título de "Cidadão de Juazeiro do Norte". Naquela viagem, em 1989,  ele fez conferência no Salão de Atos da URCA e foi homenageado com um jantar pelo então Prefeito de Crato.  Por isso mesmo, o Príncipe Imperial tem orgulho de dizer que não somente é cidadão cearense, como também caririense e barbalhense.
      Já o Chefe da Casa Imperial Brasileira, Dom Luiz de Orleans e Bragança, recebeu em 1992 a mais alta comenda da Prefeitura de Juazeiro do Norte, a Medalha do Mérito Padre Cícero e o título de "Cidadão de Missão Velha", sendo homenageado com uma sessão da Câmara Municipal do Crato, quando foi saudado pelo então vereador Dr. Francisco Assis Cunha, hoje professor  da URCA.

Em carta à sociedade brasileira, Bispo do Maranhão pede ajuda à imigrantes venezuelanos

Fonte: site da CNBB    
A Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano, que tem como presidente o bispo de Balsas, dom Enemésio Lazzaris realizou recentemente nas cidades de Boa Vista e Pacaraima, no Estado de Roraima a missão “Fronteiras Brasil/Venezuela”. Um dos objetivos era conhecer in loco a situação que envolve a imigração atual na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, em especial para verificar a ocorrência do tráfico humano.
Situação dos que fogem da ditadura de Nicolás Maduro, ao chegarem em Roraima

     Na ocasião além de visitas aos abrigos dos indígenas em Pacaraima e em Boa Vista, o grupo realizou audiências com a Polícia Federal, com a governadora do Estado e com organizações da Sociedade Civil. Outra ação desenvolvida foi a ida ao espaço onde é servido diariamente o café da manhã, conhecido como “café fraterno” com 900 refeições, oferecida pela Paróquia Sagrado Coração de Jesus, uma iniciativa coordenada pelo padre Jesus Lopes Fernandez de Bobadilla.
      Abaixo, migrantes venezuelanos dormem ao relento na Praça Simón Bolívar em Boa Vista, Roraima (Foto: Yolanda Mêne/Amazônia Real)

    Atenta à realidade, a Comissão constatou situações graves de violação de direitos humanos e falta de políticas públicas elementares como alimentação, saúde, higiene, segurança, educação. “Esse cenário tão desolador nos interpela para ações e posicionamentos pessoais e coletivos de acolhida, solidariedade e incidência política de forma articulada em âmbito local, estadual e nacional”, afirma dom Enemésio.
    Como forma de apelo, após a missão, o bispo escreveu uma carta à sociedade brasileira na qual pede às igrejas e à sociedade uma maior solicitude para com os irmãos e irmãs imigrantes e refugiados, conclamando a todos para uma maior sensibilização e envolvimento através de serviços voluntários e mobilização e incidência junto aos órgãos públicos nacionais, estaduais e municipais.
    “A Palavra de Deus, ao afirmar que ‘somos todos irmãos e irmãs’ nos impele a vivermos a fraternidade como caminho de superação de todas as violências e desigualdades. Reconhecemos e agradecemos a grandeza de espírito das muitas pessoas que, sensíveis às dores desses nossos irmãos e irmãs imigrantes e refugiados, já estão dando sua contribuição”, diz o bispo.
        Que Nossa Senhora Aparecida interceda junto a Deus por todos/as a fim de que nos empenhemos firmemente nessa missão de acolher, proteger, promover e integrar nossos irmãos e irmãs imigrantes e refugiados em nossa pátria”, diz dom Enemésio no trecho final da carta.

Comentários
Armando Rafael disse:
Coerente, esse Bispo de Balsas, Maranhão! O drama agora se desenrola dentro do nosso Brasil. A olhos vistos.Mostrado nas telas dos noticiários da televisão que chegam a todos os lares deste país. Ora, se a Igreja Católica se preocupa com os imigrantes que chegam à Europa, que , sequer são cristãos, o que dizer dos nossos irmãos venezuelanos, que são cristãos, Católicos-Apostólicos-Romanos e fogem da fome e da falta de liberdade da ditadura socialista bolivariana... Valeu, Dom Enemésio!

É vero! Pode acreditar: Lula foi indicado ao Nobel da Paz!

Foto: Reuters 
        A “bomba” ganhou os espaços da mídia nesta 4ª feira, 14 de março. O ex-presidente brasileiro foi indicado ao prêmio pelo ativista argentino Adolfo Pérez Esquivel, mas, apesar de sua megalomania, Lula reconheceu: “não sei se mereço! ”. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Cultura, de Foz do Iguaçu. "Eu sinceramente não sei se mereço. É sempre gratificante quando as pessoas lembram de gestos de solidariedade. Mas deve ter gente mais importante que eu no mundo para merecer isso" (SIC) afirmou. Adolfo Pérez Esquivel sustenta que Lula foi vítima de um “golpe” arquitetado a partir dos Estados Unidos.
    De acordo com Esquivel, a escolha por Lula foi por conta – pode acreditar, não é piada –  de sua atuação no governo, dentro da surrada mantra de “que tirou "milhões” de pessoas da situação de pobreza extrema” e aumentou o índice de desenvolvimento humano" (SIC)

Prêmio Nobel para Lula: a história se repete, agora como farsa
"A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa"... Karl Marx. 

 Pairam algumas controvérsias sobre a indicação de Esquivel.
   Primeiro, Lula não é o “pai” desse projeto do “Bolsa Família”. Isso nunca foi ideia dele. Em janeiro de 1995, o “Bolsa Família” já havia sido implantado nas cidades de Campinas e Brasília. Nos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2001) foi ampliada essa concessão, para todo o Brasil, com o nome de “Bolsa Escola”.
    Segundo, diferente do que está sendo anunciado, Lula também não foi “o primeiro brasileiro” a ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz. O Arcebispo de Olinda e Recife Dom Hélder Câmara foi indicado 4 vezes ao prêmio e só não ganhou em 1972 por causa da pressão feita pelos militares que viam na concessão do prêmio a Dom Helder como uma propaganda contra o então governo autoritário brasileiro implantado a partir de 1964. O próprio Lula já chegou a ser indicado para o Nobel da Paz em 2003, mas perdeu o prêmio para a advogada iraniana Shirin Ebadi que luta por direitos humanos e igualitários para as crianças, mulheres e refugiados.
      A reação a essa indicação tem sido das mais variadas. O Ex-deputado Roberto Jefferson (ex-aliado de Lula, depois rompido com ele após a denúncia da existência do "mensalão") postou no seu twitter: “Lula, indicado para o Prêmio Nobel da Paz? Fala sério!! Só podia ser coisa de argentino. Agora, se fosse Prêmio Nobel do Ódio, Lula seria favoritíssimo! ”
Postado por Armando Lopes Rafael