05 março 2018

Memorial da Imagem e do Som do Cariri registra:

109 anos de nascimento do poeta-maior Patativa do Assaré

Por Jackson Bantim (Diretor-Fundador do Memorial da Imagem e do Som do Cariri Luiz Gonzaga de Oliveira)




Um dos maiores privilégios que tenho, ao longo de uma já longa existência, foi ter conhecido, convivido e privado da amizade de Patativa do Assaré, um dos maiores poetas da língua portuguesa e, quiçá, do mundo.

Um pouco dessa amizade, que tanto me enche de orgulho, estar registrado no vídeo “Depoimento de uma amizade: de Patativa do Assaré à Jackon Bantim (Bola)”, que realizei como uma prova da grande estima e admiração que tenho pelo poeta-maior e, notadamente, como uma forma de gratidão pela sua amizade.

Se já bastaria ter conhecido a imortal obra poética de Patativa, um verdadeiro tesouro de sabedoria e sensibilidade, imagina, então, ter conhecido e convivido, desde os anos 1970 até o seu falecimento, em 2002, com a sua pessoa de infindáveis virtudes humanas. Patativa foi um verdadeiro cavalheiro, no sentido mais clássico e profundo do termo, e, consequentemente, um amigo leal, generoso e de uma afeição incomum. Isso sem falar, no deleite que foi compartilhar um pouco de sua intimidade familiar, conhecendo sua dileta esposa, dona Belinha, seus filhos e filhas.

Inesquecíveis e providenciais foram os dias em que me abalei do Crato até Assaré, inicialmente para a Serra de Santana e depois para a casa perto da Igreja-Matriz, onde o poeta passou os seus últimos anos. Foram momentos de grandes e sábias lições que tomei com o poeta-mestre, pérolas de vida que até hoje me são válidas.

Na data de hoje, que marca mais um aniversário de nascimento de Patativa, presto-lhe este tributo, compartilhando com os leitores do conceituado Blog do Crato este pequeno, mas valioso documentário que deixou registrado um lampejo do que foi uma amizade entre duas pessoas que se irmanaram pela identificação recíproca, pela vida, pela arte.  Para assistir ao documentário, basta clicar no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=_4u0vRHNFV8

Parabéns, meu eterno amigo Patativa.

À margem da intervenção no Rio: criminalidade, drogas e valores morais -- Por Marcos Miranda

   Caro leitor, qual seria a sua reação se — num dos cotidianos de maior tiragem do Brasil, ou, melhor ainda, na recente Campanha da Fraternidade, lançada pela CNBB – encontrasse esse título: Valores Morais, a solução para a criminalidade e para as drogas!
    Infelizmente, não se encontra na atual Campanha da Fraternidade (da CNBB) a defesa desses valores. Vem de um jornal laico – e não religioso – um primeiro lampejo de onde procurar a solução do Brasil contemporâneo.
    El Pais, conhecido diário madrilenho, edição Brasil, 27 de fevereiro pp, reproduz essa frase: “… pela frouxidão dos costumes, pela ausência de valores, pela ausência de capacidade hoje de entender os limites entre o que é lícito e ilícito passam a consumir drogas”. Declaração do Min. Extraordinário da Segurança Publica, Raul Jungman.
    Não é objetivo de nosso site entrar em questões meramente politico-partidarias. Todavia, faz parte de nossa meta o retorno aos Valores Morais, alicerce de toda sociedade, sobretudo alicerce da Civilização Cristã.
    Foi-se o tempo da Revolução da Sorbonne (1968), com a sua golfada de orgulho e sensualidade: “é proibido proibir”. São 50 anos de deformação e quebra dos Valores Morais, sobretudo na geração que viveu aquela época.
     Felizmente, talvez suscitado pela própria Providência Divina, começa a levantar-se no Brasil uma reação sadia – se bem que não inteiramente explicitada por falta de líderes que a interpretem – como bem demonstraram as manifestações gigantescas na Av. Paulista, no Rio e incontáveis cidades brasileiras. Sim, nessas manifestações gigantescas não foram apenas pedindo o impeachment de Dilma Roussef. Os cartazes, as faixas, os slogans clamavam por uma Reconstrução do Brasil.
    Nessa geração que agora acorda e vai tomando força pela sua afirmação nas Redes Sociais (falo das redes sadias tão odiadas pelo PT e pela mídia de esquerda) está a solução do Brasil. Solução sim, se soubermos pautar a nossa conduta pelos eternos e sempre novos Valores Morais.

Na Venezuela está faltando até hóstias


Venezuela – Mérida (Sexta-feira, 02-03-2018, Gaudium Press) Os sacerdotes do Estado de Mérida na Venezuela solicitaram aos fiéis que doem farinha às religiosas que produzem as hóstias diante de uma grave escassez que põem em risco a própria celebração do Sacramento da Eucaristia.
O sacerdote Edward Molina expôs à emissora colombiana ‘Blu Radio’ que a farinha de trigo está escassa “como todas as coisas no país” e que sem este elemento não se pode fabricar a hóstia, indispensável para a celebração do Sacramento da Eucaristia. “Nós párocos temos tido que pedir aos fiéis que levem farinha às irmãs religiosas que a preparam”, relatou.
     Pelo momento, as paróquias optaram por dividir as hóstias para permitir que os fiéis comunguem, mas alertaram sobre a possibilidade de chegar a não contar com formas suficientes e propor aos fiéis realizar comunhões espirituais. “Se faz a comunhão espiritual, uma oração que não é que substitua, mas onde se pede ao Senhor que se faça presente espiritualmente”, expôs o sacerdote.
     A situação de escassez que afeta neste caso a Igreja se expressa em muitos outros elementos da cesta básica. Os cidadãos têm dificuldade para encontrar leite em pó, margarina, açúcar, óleo de milho, queijo, grãos, macarrão, pão e outros elementos básicos. A situação produziu uma grande onda de migração, especialmente para a Colômbia, e a Igreja Católica implementou inúmeros projetos de atenção aos cidadãos locais e migrantes. (EPC)