02 janeiro 2018

Prefeito do Crato insiste em dizer que construiu obras públicas em 2017 (por Armando Lopes Rafael)

   O tabloide sensacionalista (para usar um termo educado) “Jornal do Cariri”, editado em Juazeiro do Norte, cujo edição de hoje -- 3ª feira, 2 de janeiro -- está sendo distribuída gratuitamente à população,  nas ruas da conurbação Crajubar (Crato-Juazeiro-Barbalha), publicou a notícia abaixo:

“No Crato, Zé Ailton Brasil (PP) elenca a situação delicada em que recebeu a Prefeitura e como tem trabalhado. “Foi muito difícil para a captação de recurso e aumentar a receita própria. Sem falar na herança da dívida de mais de R$ 10 milhões, mas que conseguimos pagar uma parte e reorganizar as finanças. Estabelecemos um calendário de pagamento salarial dos servidores e estamos reativando algumas obras, reformando escolas e postos de saúde, asfaltando, etc. Posso dizer que se 2017 foi época de organizar a casa, 2018 será de efetivar as obras, inclusive com a instalação do teleférico cratense”, informa (Zé Ailton) Brasil.

   Que bom ver o Prefeito de Crato declarar que está “reativando algumas obras (quais?) reformando escolas e postos de saúde (quais?) asfaltando (quais ruas?)... Aguardamos que o Prefeito de Crato vá às emissoras de rádio e diga onde ficam  essas realizações, por ele anunciadas ao "Jornal do Cariri". Ora, é de domínio público e se comenta (à boca pequena, ou mesmo à  boca grande em todos os recantos da cidade) que a Prefeitura de Crato não realizou uma única obra no ano de 2017.
   Por isso pedimos: Cale a boca desses faladores Sr. Prefeito!
   Informe detalhadamente onde estão essas obras que teriam sido feitas pela Prefeitura de Crato no ano passado. 
   Mas não vale incluir como da Prefeitura, as obras realizadas pelo Governador Camilo Santana (por exemplo: Camelódromo; compra do prédio do Sesi (ainda não finalizada); Operação Tapa Buraco e asfaltamento de algumas ruas da entrada de Crato e entorno do Parque de Exposição (feitas na véspera da Expo Crato); a Via de acesso à Vila São Bento; a Avenida Brigadeiro Macedo (aquela que vai desembocar na Rua André Cartaxo); dentre outras. Essas,  foram  anunciadas, enganosamente,  como se fossem financiadas pela Prefeitura. Mas todo cratense sabe que elas foram, ou estão sendo,  realizadas pelo Governo do Ceará. Aliás, leia-se: foram iniciativas do Governador Camilo Santana.
     Supere as obras de Camilo, Sr. Prefeito! Comece fazendo a meia-sola anunciada para as Praças de São Vicente, Siqueira Campos e da Sé, cujas placas foram colocadas há mais de 3 meses (o prazo era concluir em 60 dias) mas essas praças estão do mesmo jeito de há três meses atrás...

Face a face - Por: Emerson Monteiro

Horas de realidade favoreceram, pois, a compreensão dos mistérios do invisível. O grau de materialidade determinara, contudo, a libertação dos conceitos só físicos. A insistência em não querer ver gerou isso, prisões na crosta dos objetos, bichos perdidos soltos na floresta dos ausentes, desde o corpo largado aos prazeres a limitações de aceitar possibilidades eternas da Salvação.

Nisso, o mínimo de exigência pedia consciência. A linha do horizonte dos dias orientava através de sofrer quando aprisionados na matéria. Quer desvendar outros níveis de percepção, porém andam amarrados às malhas do instinto, à espera de outras forças senão as suas. Olhos fixos no espelho, ausentes de tudo de real, largam de lado a certeza de ser pela pretensão do não ser das ilusões. Bem tais sacrifícios impostos a si mesmo. Mergulhar de cara do apetite dos corredores da morte até perder as chances de revelar a Verdade no foco do sentimento. Saudades mórbidas do erro, do vício, da fome não correspondida, são véus da justiça acompanhando determinadas o que virá aos que nunca tiveram cuidado com as visões do Paraíso. Questão de alguns dias, talvez.

No entanto alguns poucos resolvem proceder à principal descoberta da existência e sair daquelas sombras em busca de luz. Quais numa loteria de Babilônia, esses humanos caminham nas avenidas do vazio e perdem as derradeiras economias, tanto um a um, quanto nas multidões embriagadas.  Jogam entranhas na lata do lixo do antigo. Quais cães à cata do próprio rabo, giram escravos em círculo, nas escórias do destino. Jogaram com a sorte que nunca mais possuíram. Alimentaram as quimeras que os devoravam.

A gente fala nos rastros deixados pelos céus, luzes que acenderam um dia na alma de quem aceitou. Perante todas as dúvidas, depois dos vales e campinas, haverá meios de iluminar as fibras do coração. Frases dizem isto, mostram na circulação dos amores verdadeiros a grandeza da Eternidade. Longe, lá longe dos castelos de areia, habitavam os sonhos da infinita determinação. Todos os ganhos que significam apenas nada além de ser feliz.

Começaram os "calotes" de países que receberam generosos empréstimos concedidos por Lula e Dilma

Sobre o assunto reproduzimos três cartas publicadas hoje no "Fórum dos Leitores" do jornal Estado de S.Paulo. A conferir.
A herança petista deixou o Brasil virado de cabeça para baixo

De volta ao começo?
O Brasil ia bem, até Lula e Dilma emprestarem bilhões a países muy amigos, que já anunciam o calote. O País ficou em frangalhos e assumiu a Presidência um vice com fisionomia meio sinistra, que melhorou um pouco a economia, mas continua tendo atitudes políticas questionáveis. O ano de 2018 começa com o julgamento do ex-presidente Lula, supostamente protegido pelos supremos juízes. Promete. Feliz ano novo, Brasil!
ELISABETH MIGLIAVACCA - São Paulo

Estratégia
O incontrolável presidente da Venezuela encontrou um meio de não pagar suas dívidas com o Brasil: criou uma crise diplomática expulsando nosso embaixador e recebendo o troco igual. Assim ele aproveita o impasse e não paga o que deve (US$ 1,5 bilhão) – típico de aprendiz de ditador, cujo demérito maior está em afundar o próprio país com seu delírio bolivariano, incrivelmente apoiado pelo petismo.
MARIO COBUCCI JUNIOR - São Paulo

Venezuela: Aventura antidemocrática
A imagem não é de Auschwitz, campo de concentração nazista onde a foto de um bebê subnutrido entre a vida e a morte foi tirada, mas da vizinha Venezuela sob o comando de Nicolás Maduro, o mais novo sátrapa das Américas e um ícone da bestialidade humana que, em vez de alimentar seu povo cada vez mais desnutrido e pobre, põe sua milícia para sufocar brutalmente as vozes que ecoam das ruas clamando por comida e mais respeito.
Não há mais como o Brasil aceitar esse comportamento autoritário de nosso vizinho que já provocou um êxodo de 40 mil venezuelanos, que fogem do inferno bolivariano cruzando as fronteiras do Brasil, sobrecarregando a frágil infraestrutura de cidades em Roraima, causando ainda mais transtornos ao nosso país. Sugestão: o governo brasileiro deveria formar uma coalizão com países latinos democráticos para evitar que a Venezuela não se torne uma Cuba em nossa cercania. O primeiro passo já foi dado, com a expulsão do embaixador venezuelano. O segundo poderia ser o congelamento de ativos pertencentes a agentes da ditadura chavista no Brasil, um recado para lembrar que não existe mais espaço para aventuras antidemocráticas abaixo da linha do Equador.
PAULO R. KHERLAKIAN - Rio de Janeiro