15 abril 2018

No Planalto, Cármen Lúcia pede para não ser chamada de “presidenta”

Fonte: jornal “Estado de Minas”

Brasília - A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, assumiu na sexta-feira, 13, a Presidência da República no lugar de Michel Temer, que viajou ao Peru para a 8.ª edição da Cúpula das Américas. Segunda mulher na história do Brasil a ocupar o Presidência - a primeira foi Dilma Rousseff em 2010 - Cármen Lúcia deve ocupar o cargo até a tarde deste sábado, 14, quando está previsto o retorno de Temer ao País.

Terceira na linha sucessória, Cármen assumiu o Palácio do Planalto porque os dois primeiros - o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) -, concorrem a cargos eletivos e, por isso, estão impedidos. Cármen e Temer se encontraram na base aérea antes de o presidente embarcar, por volta das 11 horas.
A presidente em exercício chegou ao Planalto pouco depois das 15 horas. Para as audiências, avisou que não gostaria de ser chamada de "presidenta", como Dilma gostava. Optou por despachar na mesa redonda de 13 lugares no gabinete presidencial. Segundo auxiliares, ela não usou a cadeira presidencial.

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