18 janeiro 2018

Está circulando o nº 49 do boletim “Herdeiros do Porvir”

   Já se encontra disponível a edição nº 49 do boletim oficial da Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil, “Herdeiros do Porvir”, referente aos meses de abril, maio e junho do ano passado.
    Nesta edição, foi publicado  o comunicado que o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, em vista do agravamento da crise política em nosso País, emitiu através das redes sociais da Pró Monarquia, desde meados do mês de maio de 2017, repercutindo amplamente na imprensa e nas mídias sociais. O Chefe da Casa Imperial destacou que essa é uma crise moral, de valores e ideológica, com dramáticos reflexos institucionais e até econômicos. Além disso, as convulsões provocadas por políticos, desmoralizados e distantes dos anseios das faixas mais sadias da população, tornam muito difícil um caminhar confiante do Brasil rumo a um futuro de paz e prosperidade.
Você poderá ler todas as matérias acessando:
http://www.monarquia.org.br/PDFs/Herdeiros%2049(P).pdf
Para ler edições anteriores de “Herdeiros do Porvir”, acesse:
http://www.monarquia.org.br/herdeirosdoporvir.html
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COMENTÁRIOS
Fabio Curi Sou monarquista de corpo, mente e alma, mas no país de hoje não vejo espaço para um imperador como Dom Luís, não pelo merecimento nem pelo direito dele, mas infelizmente por um povo que não daria valor nem mesmo mereceria um grande líder como ele. A crise moral é tão grande no país inteiro, que homem do gabarito dele, incomodaria só pela simples presença.

Osvaldo Rocco Seria o mesmo que dizer: "O médico é tão bom, e os doentes estão tão mal, que seria um desperdício convocá-lo para dar um jeito na situação". São nestas circunstâncias históricas que os bons médicos devem ser chamados.

Laura Bastos Admiro muito nosso Chefe da Casa Imperial. Uma mente lúcida e discreta a iluminar essa escuridão que caiu sobre nosso país. Lembro a todos a carta que escreveu aos constituintes para que a cláusula pétrea de pena de morte contra nós, monarquistas e portanto opositores à forma republicana de governar, que já durava quase um século, fosse retirada da mais nova Constituição republicana de 1988. Os monarquistas foram os últimos anistiados. Até depois dos comunistas que defendiam a Revolução Russa de 1917. A ditadura contra os monarquistas foi a  mais longa, no Brasil, de que tenho notícia, a da URSS foi mais curta: 85 anos. Quando me falam em democracia, digo logo: onde tem gente desabrigado, passando fome, sem direitos, não há democracia. Pode ser o país mais rico do mundo, como os EUA se intitulam, se tem desabrigados, famintos, não há democracia. Porque a democracia dá ao Povo ser o protagonista de sua História, de sua Política, de sua Economia, de sua vida social. Um grande abraço de sua eterna fã.

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