15 novembro 2017

Governo do Ceará entrega novas viaturas para a Polícia Civil



A reunião mensal de monitoramento do Programa Em Defesa da Vida, nesta terça-feira (14), na sede da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), teve um grande reforço na segurança do Estado neste mês de outubro. Logo após o encontro, o governador Camilo Santana realizou a entrega de 18 novas viaturas da Polícia Civil para atuar na capital cearense e interior, além de auxiliar o trabalho das delegacias especializadas, como de Defesa da Mulher, Defraudações e Falsificações e Tráfico de Drogas. O investimento total é de R$ 1.824.000,00. “Essas viaturas vão rodar tanto no Interior como na Capital. Recentemente fiz uma série de entregas de veículos. Agora, estou alugando 600 novas. Trata-se de uma experiência nova, pois muitas vezes uma viatura vai para manutenção e demora muito tempo para voltar. Nesse novo sistema, se acontecer algo, em 24 horas o carro será reposto para não atrapalhar o trabalho da polícia. Estamos comprando novas aeronaves direto da Alemanha. É o que tem de mais moderno para que a polícia enfrente a criminalidade com eficiência. A polícia está agindo, trabalhando, o Estado nunca fez tanto investimento na segurança”, disse o governador.


O reforço da viaturas no modelo Jeep Renegade vem a acrescentar o pacote de 329 veículos entregues no último dia 11 de julho, sendo que 50 daquelas destinadas à Polícia Civil. Elas vão atuar nos municípios de Fortaleza, Icó, Crato, Juazeiro do Norte, Iguatu, Sobral, Quixadá, Jijoca de Jericoacoara, Acaraú e Aracati.

O chefe do Executivo destacou as peculiaridades nos números registrados durante a reunião e reforçou os investimentos na segurança. “Constatamos que entre os envolvidos em homicídio, mais de 60% das pessoas que morreram tiveram antecedentes criminais ou com envolvimento com drogas. É fato que nunca se prendeu tanta gente no Ceará! Tivemos um aumento de 20% de prisões, de quase 30% de apreensão de armas e quase 300% de apreensão de entorpecentes. Hoje mesmo anunciei que vou dobrar a quantidade de policiais civis no Ceará. Estamos colocando o Batalhão do Raio em todas as cidades com mais de 50 mil habitantes. Quase 100% dos investimentos na área são do Estado. Então, é preciso pactuação, tenho batido na tecla para repensar a legislação no país”.

Governo do Estado do Ceará
VIA BLOG DO CRATO


Governador autoriza contratação de mais 730 policiais civis



O Governo do Ceará autorizou a contratação de mais 730 policiais civis para reforçar o trabalho da segurança pública no Estado. O anúncio da medida foi feito pelo governador Camilo Santana durante bate-papo ao vivo com a população, por meio de suas páginas no Facebook e no Instagram. Será chamado o reforço de 476 inspetores, 201 escrivães e 53 delegados, que são referentes a remanescentes do concurso público realizado em 2015. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) deverá informar o prazo da entrega de documentação dos novos convocados para a Polícia Civil. Camilo Santana enfatizou que o governo tem feito todos os esforços possíveis para ampliar os investimentos no  combate à criminalidade. O governador citou a ação pública na abertura de novos concursos, aumento de efetivo nos municípios cearenses, compras de viatura e equipamentos para as Forças de Segurança. “Dentro disso, é preciso também investir em inteligência. É de grande importância nós reforçarmos a polícia judiciária, nossa grande Polícia Civil, que investiga e descobre os mandantes dos crimes, realiza os mandatos de prisão. Por isso  estou convocando mais 730 policiais para se apresentarem com documentação completa e para logo iniciar os trabalhos na segurança do Estado”, detalhou.

Fonte: Governo do Estado do Ceará
Via BLOG DO CRATO


Falece o músico, percussionista, Carlinhos Crato


O guerreiro descansou.
.

Uma triste notícia principalmente para os internautas: Faleceu em Crato o músico, percussionista Carlinhos Crato. Há alguns meses, ele lutava contra um tumor na cabeça, e amigos até fizeram uma corrente nas redes socais para arrecadar dinheiro para o seu tratamento, mas, infelizmente, não foi suficiente. Carlinhos deixa uma esposa e dois filhos.

A nossa estima a este guerreiro que lutou até o fim contra as adversidades, a solidariedade à família enlutada e a todos os amigos do Carlinhos. Agora, descansa em paz, aonde nenhuma dor poderá atingi-lo.

BLOG DO CRATO



Charge deste 15 de novembro do "Diário do Nordeste"


Revelação - Por: Emerson Monteiro

Vi num sonho que, mesmo diante de toda a maldade que ainda existe no mundo, o bem há de sobreviver para sempre. Todos os momentos bons, certos e justos persistirão existindo no coração de quem os viver. As horas de rara felicidade, as ocasiões de paz e harmonia, que tocaram os esteios da esperança e da fé, que nutram a beleza no sentimento, essas jamais desaparecerão, no que pesem obstáculos e perseguições; as consequências que as fustigaram naquelas situações jamais as destruíram, por maior seja o mal, mas que regressarão à consciência de quem as experimenta, e lhes preservam as lembranças.

A força que possui o que é bom oferece motivo da continuação dessa bondade ao infinito dos que merecerem conhecer essa pureza original. Nisso, todos dispomos da condição de resistir, nos sonhos vividos. A manutenção de tais oportunidades se faz de modo natural, porquanto o poder dessa bondade as circunscreve no seu íntimo e mantém acima do desgaste dos tempos e das circunstâncias. Diante daquele esfacelamento das lembranças, estas lembranças positivas contêm os elementos necessários à própria realização constante. Significa uma eterna infância da originalidade, face à pureza da inocência.

Os lugares e as ocorrências de valor positivo, portanto, merecem do equilíbrio universal as tais respostas em nós próprios, testemunhas e autores dos aspectos puros, matéria prima da renovação das manifestações com que a face definitiva das existências far-se-á já agora, e no coração dos protagonistas no amanhã. A lei que estabelece a conservação dos instantes felizes, pois, representa o fator básico da criação das eras de Luz que norteia as existências durante todo tempo. Enquanto isto, a criatura revela em si o poder de preservar os primeiros passos da suprema transformação que ora acontece, qual partícipe, autor e também criador, numa espécie de protagonismo efetivo, espelho real de tudo quanto até aqui veio à tona durante todo tempo, nos campos da boa consciência, vez que matéria era só a não existência do Ser.

Proclamação da República: por que, 128 anos depois, historiadores concordam que monarquia sofreu um "golpe"

O site Terra publicou,  neste 15 de novembro de 2017, importante matéria, produzida pela Agência de Notícia BBC BRASIL.com, de onde transcrevemos os textos abaixo:

    Os profissionais da BBC conversaram com historiadores, empresários, escritores e professores universitários para produzirem a matéria. Abaixo, alguns excertos, da longa reportagem:
“Escrito pelo advogado paulistano Eduardo Prado, o livro Os Fastos da Ditadura Militar no Brasil , de 1890, argumentava que a Proclamação da República no Brasil tinha sido uma cópia do modelo dos Estados Unidos aplicada a um contexto social e a um povo com características distintas. A monarquia, segundo ele, ainda era o modelo mais adequado para a sociedade que se tinha no país. Eduardo Prado também foi o primeiro autor a considerar a Proclamação da República um "golpe de Estado ilegítimo" aplicado pelos militares”.
   “Hoje, 128 anos depois, o tema voltou ao debate público: enquanto diversos historiadores apontam a importância da chegada da República ao Brasil, apesar de suas incoerências e dificuldades, um movimento que ganhou força nos últimos anos - principalmente, nas redes sociais - ainda a contesta”.
"A proclamação foi um golpe de uma minoria escravocrata aliada aos grandes latifundiários, aos militares, a segmentos da Igreja e da maçonaria. O que é fato notório é que foi um golpe ilegítimo", disse à BBC Brasil o empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança, tataraneto de D. Pedro 2º, o último imperador brasileiro, e militante do movimento direitista Acorda Brasil. No anúncio do último congresso do Movimento Brasil Livre (MBL), em que foi um dos palestrantes, Luiz foi apresentado e festejado como "príncipe".
   "Desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, o movimento pró-monarquia foi impulsionado pelas redes sociais e pela presença de grupos monarquistas nas manifestações contra o governo petista, entre 2015 e 2016 - muitos deles, empunhando bandeiras do Brasil Império".
"A ideia de que a Proclamação da República foi um "golpe" é engrossada pelo historiador José Murilo de Carvalho, que acabou de lançar seu oitavo livro sobre os períodos monárquico e republicano do Brasil: O Pecado Original da República (Bazar do Tempo, 294 páginas). Um dos intelectuais mais respeitados no país, Murilo também admite que é possível discutir a legitimidade do processo, como reivindicam os monarquistas atuais. "Para se sustentar [a reivindicação de legitimidade da proclamação], ela teria que supor que a minoria republicana, predominantemente composta de bacharéis, jornalistas, advogados, médicos, engenheiros, alunos das escolas superiores, além dos cafeicultores paulistas, representava os interesses da maioria esmagadora da população ou do país como um todo. Um tanto complicado", avalia.
   Ainda de acordo com Murilo, não apenas foi um golpe, como ele não contou com a participação popular, o que fortalece o argumento de ilegitimidade apresentado pelos atuais monarquistas. Para ele, a distância da maior camada da população das decisões políticas é um problema que perdura até hoje".
   "Embora os propagandistas falassem em democracia, o pecado foi a ausência de povo, não só na proclamação, mas pelo menos até o fim da Primeira República. Incorporar plenamente o povo no sistema político é ainda hoje um problema da nossa República. Pode-se dizer que as condições do país não permitiram outra solução e que os propagandistas eram sonhadores. Muitos realmente eram", conta.
   “Especialista no período, o jornalista e historiador José Laurentino Gomes, autor da trilogia 1808 , 1822 e 1889 , concorda com a leitura do "golpe". Para ele, no entanto, o debate sobre a legitimidade da República é sobre "quem legitima o quê", o que está ligado ao processo de consolidação de qualquer regime político.
   "O termo 'legitimidade' é muito relativo. Depende do que se considera o instrumento legitimador da nossa República. Se ele for o voto, ela não é legítima, porque o Partido Republicano nunca teve apoio nas urnas. Agora, se considerar esse instrumento a força das armas, foi um movimento legítimo, porque foi por meio delas que o exército consolidou o regime", diz. Para Laurentino, a questão envolve a luta pelo direito de nomear os acontecimentos históricos que, no caso dos republicanos, conseguiram emplacar a ideia de "proclamação" e não de "golpe". "O que aconteceu em 1889, em 1930 e em 1964 é a mesma coisa: exército na rua fazendo política”.
   Para o historiador Marcos Napolitano, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), é possível sim falar em golpe na fundação da República. Já questionar sua legitimidade, como faz Luiz Philippe  Orleans e Bragança, seria um revisionismo histórico incabível".
   "Segundo José Murilo de Carvalho, é possível afirmar que a proclamação foi obra quase totalmente dos militares, assim como conta o jornalista Laurentino Gomes em seu livro 1889 . "Só poucos dias antes do golpe é que líderes civis foram envolvidos", explica Murilo. Para o professor Marcos Napolitano, porém, o fato de ter sido uma minoria a responsável por derrubar a monarquia não retira do movimento a sua legitimidade".
   "Luiz Philippe de Orleans e Bragança expressa uma alternativa que já existe há algum tempo entre um grupo restrito de historiadores. O mais militante deles é o professor Armando Alexandre dos Santos, da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Para Armando Alexandre Santos, a República representou a instauração de uma ditadura jamais vivida até então no Brasil. "Foi uma quartelada de uma minoria revoltosa de militares que não teve nenhum apoio popular. A própria proclamação foi um show de indecisões: Deodoro da Fonseca, por exemplo, só decidiu proclamá-la porque foi pressionado pelos membros do seu grupinho que precisavam de um militar de patente para representá-los. Foi, acima de tudo, um modismo, uma imitação servil dos EUA", argumenta.
(grifos colocados pelo postador da matéria acima)

Protesto contra o comodismo -- por Pedro Esmeraldo

Começamos esta crônica com o pensamento do filosofo grego ‘‘Platão’’ discípulo de Sócrates, mestre de Aristóteles trouxe-nos grandes atos o efeito de pensar que disciplinaram e arejaram a mente dos cidadãos, trazendo ideias renovadas que influenciaram grande conhecimento na maneira de agir. Foi um processo de grande estimulação para o desenvolvimento do intelecto do homem que soube enfrentar o óbvio. Nesse ínterim, deu incentivo ao cidadão para estimular a filosofia social o que vamos referir pensadores modernos que nos trouxeram perspectivas no contexto filosófico.
Agora a relatar o sonho desse grande filósofo que dizia ‘‘Quando a mente está pensando, está falando consigo mesma’’. ‘‘Devemos seguir sempre, a todo tempo, o caminho que nos conduza mais alto’’.
Por isso, estamos com o pensamento de Platão: referimo-nos ao município do Crato, já que não pensam em progredir, mas unicamente permanecem no comodismo. Vivemos apenas atordoados, alojados na praça Siqueira Campos, eternamente esperançosos de que tudo venha por acaso, sem fazer esforço algum para alevantar o ânimo do cratense, provocando as urdiduras que só nos trazem dissabores.
Não ajudam em nada ao poder público porque sua mania é falar mal das autoridades. Não contribuem com trabalho profícuo e não ficam contentes com os impostos cobrados, mas assim mesmo, pagam a força ou deixam de pagar o IPTU.
Não lembram que temos um pé de serra que poderia nos trazer uma indústria de turismo a este município. Não exigem das autoridades o respeito e não reagem com forças contínuas e com pensamento.
Devemos seguir sempre o caminho que nos conduzirá ao mais alto grau do efeito de pensar. Cremos que esse modelo de pensamento poderá melhorar a nossa atividade para que enfim marchemos para o crescimento turístico, dentro das normas da civilização moderna.
Portanto o Crato está enfraquecido. Somos favorecidos pelas belezas naturais que nos oferecem o Chapadão do Araripe. Por que não aproveitamos esse dom que Deus nos deu e não tiramos vantagem dessa beleza que nos traz alegria, transformando-a em município autêntico e brilhante como era antes?
Por que não cobramos das autoridades, lembrando que foram eleitos para contemplar o povo com obras de artes que nos tragam benefícios?
Por que não exploramos o esporte como o futebol que é o esporte das multidões?
Por que não melhoraremos a quadra esportiva do Mirandão que foi uma obra presenteada pelo então governador Virgílio Távora?
Dá-se então a má impressão dos dignos prefeitos do passado (com exceção de Samuel Araripe e Antônio Primo) que deixaram de lado e abandonaram o nosso esporte que é a coqueluche do povo brasileiro? Por que o senhor não cuida do nosso esporte?
Cremos que esse modelo de pensar errado não pode melhorar e nem estimular a pessoa humana que quer subir ao degrau do otimismo e afastar o povo cratense do pessimismo doentio.
Não senhores, fujam desse pensamento pessimista e virem o barco ao lado da luta tenaz, com insistência que eternamente carregam a posição de relevo, mas preferem seguir o caminho da passividade não procurando produzir e nem entrar em acordo sério com pessoas de alto nível nas camadas sociais e tragam o Crato no mais alto estaleiro do progresso.
Entrem em reflexão senhores. Vejam que o povo está confiante e quer realizações. Não precisam aumentar imposto, o que precisa é gastar menos do que ganhar. Por favor não façam acordo escuso.